<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726</id><updated>2012-01-20T03:58:16.593-08:00</updated><category term='PROJECTOS 2013'/><category term='COSMOSOFIA 2013'/><category term='IDEIAS 2013'/><category term='PENSADORES 2013'/><category term='BIBLIOTECA DO CANCRO'/><category term='NOTÍCIAS 2013'/><category term='PRÁTICAS 2013'/><category term='CONVERGÊNCIA ORTOMOLECULAR'/><category term='FONTES 2013'/><category term='OVNIS'/><category term='SINOPSES 2013'/><category term='LEITURAS 2013'/><category term='O CHIP DA VIDA'/><title type='text'>UTOPIA 2013</title><subtitle type='html'>* VISUALIZAR O INVISÍVEL * PARA LÁ DOS 5 SENTIDOS * ECOLOGIA ALARGADA * COSMOBIOLOGIA * CONTINUUM ESPACIO-TEMPORAL * CONVERGÊNCIA HOLÍSTICA * FÍSICA DAS ENERGIAS * SER DE LUZ COMO OS SERES DE LUZ *
ASTROBIOLOGIA *
*MICROCRÉDITO &amp;amp; OUTROS MOVIMENTOS ALTERNATIVOS * HÁ VIDA PARA ALÉM DA CRISE * DIA A DIA A UTOPIA CONSTRÓI-SE * IDEIAS, NOTÍCIAS &amp;amp; PENSADORES PARA 2013 *</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>277</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-5661328917023781262</id><published>2011-09-04T09:23:00.000-07:00</published><updated>2011-09-04T09:28:22.664-07:00</updated><title type='text'>GILBERT CESBRON: O OUTRO DEVER</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-37i-hwew3g0/TmOnFVsJWrI/AAAAAAAABbc/usJHGYA1HuE/s1600/cesbron-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 276px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-37i-hwew3g0/TmOnFVsJWrI/AAAAAAAABbc/usJHGYA1HuE/s400/cesbron-1-book.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5648542067816225458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;1-2 - 58-06-15-ls&gt; cesbron-1&gt; segunda-feira, 19 de Maio de 2003 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O OUTRO  DEVER(*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;(*) Este texto de Afonso Cautela terá sido publicado no quinzenário «A Planície» (Moura), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;15-6-1958&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À loucura do padre Pedro, que podemos presenciar ao longo deste livro de Gilbert Cesbron (1), lembrou-se a edição portuguesa de juntar um sensatíssimo texto de Voillaume, certamente para impedir que os leitores se assustassem demasiado.&lt;br /&gt;Voillaume é uma voz idêntica a algumas que, no contexto, ajuízam, do alto da sua comodidade, sobre o santo heroísmo do padre Pedro. Mas o que nele há de louco, heterodoxo e até de herético, e lhe confere, precisamente, a auréola de santidade, não o podemos varrer da memória, venham quantos Voillaume vierem a deitar água na fervura. &lt;br /&gt;O que deste livro admirável podemos colher é que não basta estar, como o director da fábrica que recebe Pedro, o padre-operário, «certo de cumprir o seu dever». Porque o dever de Pedro, o dever de quem soltou as amarras do porto seguro e, por amor de Cristo, se meteu na tempestade, o dever que a nossa consciência desperta e liberta nos ensina e nos ordena é o Dever Maior, o de uma responsabilidade e exigências maiores.&lt;br /&gt;O dever para Pedro não era o de se «arranjar», porque ele sabia e dizia: «se é preciso arranjar-me, temos que nos arranjar todos». Por isso abalou da sua casa, da sua tranquilidade, da paróquia onde apenas teria missa aos domingos e baptizados de primeira classe... « A linha de maior alegria estava no sofrimento dos outros».&lt;br /&gt;Como o filho pródigo tradicional pôde, porém, regressar à casa e à classe de onde partira, já em cheiro de santidade. Nascera operário e o dever que o chamava nada mais fez do que completar a vocação de padre-operário que no bairro miserável de Sagny abriria caminho à luz e à cruz de Cristo. Mas o filho do meio burguês será o filho pródigo sem regresso, aquele que partiu e nunca mais poderá voltar, aquele que Gide evocou, preludiando uma das mais dramáticas encruzilhadas do nosso tempo, no Retour de l'Enfant Prodigue. Enquanto o padre Pedro regressa, não poderá regressar aquele que renunciou à classe onde nasceu, quando a missão que o chama está na classe em luta aberta com a sua.&lt;br /&gt;É preciso, frente a este livro corajoso de Cesbron, compreender o «drama de classes» vivido por uma juventude onde a fome de heroísmo e a fraternidade é maior do que se pensa, porque a vileza da sociedade a oculta, ridiculariza ou mata. &lt;br /&gt;Saídos de uma família com as exigências espirituais comuns à classe, o ideal destes jovens não fica obrigatoriamente prisioneiro da mediocridade circunjacente. Acossado, repelido, perplexo, surpreendido e incompreendido, o jovem encontrar-se-á naquela terra de ninguém, onde não sabe nem pode escutar ninguém e onde ninguém o escuta. Sobre as fossas de sangue que separam os homens, sobre as muralhas de hostilidade que dividem classes e mundos sociais, tenta lançar a bandeira inquietada da cumplicidade. Quantas vezes, oriundas de todas as pessoas felizes e sensatas que o rodeiam, a pobre vítima não ouvirá intimidações como estas: «Isso há-de passar com a idade». «O menino é louco. Pense antes nos sacrifícios dos seus pais para fazerem de si um homem». &lt;br /&gt;Ao mesmo tempo acodem-lhe as palavras de Corção, que conseguiu ler às escondidas da família: «Contanto que se bata e morra pela única causa que não pode perder sem deixar de ser burguês: o seu critério de vitória, o seu culto do sucesso e do prestígio».&lt;br /&gt;Que nenhum pai queira modelar um filho à imagem e semelhança de si próprio. Que nenhum pai julgue fazer a felicidade de um filho, tutalando-o com um jugo onde se atiçam preconceitos de classe e casta. Não pode haver felicidade na vocação frustrada. E a uma carreira de triunfos, deve o pai certificar-se se o filho não preferirá uma outra, de riscos e perigos, ciladas e alçapões, missão e pobreza voluntária. É preciso dizer aos pais, cegos de amor pelos filhos, que há, que pode haver para eles maior glória do que o triunfo, do que o dinheiro, do que a profissão rendosa, do que um lugar egoísta na sociedade. &lt;br /&gt;É preciso dizer aos pais que o dever nem sempre é conforme em geral uma falsíssima moral do trabalho o prescreve, nem se circunscreve aos sucessos escolares, na profissão e na carreira. É preciso gritar-lhes: - O teu filho não falhou. Pode haver luz (a luz da vocação realizada) nos caixotes do lixo sociais onde julgas que o teu filho desceu. E quem sabe se o renegaste por isso! &lt;br /&gt;De qualquer maneira, se ele abalou, é tarde. O filho pródigo não voltará, porque tem fechado o portão de ferro que nunca cede: a classe. A partir de há muito que o exilado apenas consigo conta. Se procurou ainda a conciliação dos monstros, acabou por ver a desigualdade da luta. No meio, ele é apenas a vítima. Estava a tempo de voltar, podia ter calado dentro de si a voz da vocação, podia ter crucificado Cristo sem lhe dar ouvidos, calado todos os apelos que o desnorteiam e endoidecem. Não lhe faltaram as relações familiares e de amizade, a escola e os livros para o demover. Mas mais forte do que a inércia, do que a sensualidade e o mundanismo, do que a corrupção e a futilidade, foi a chama íntima que nele crepitou. A corrente da verdade partiu a corda podre da mentira. Proibiram-no de ler o Bernanos do Diário de um Pároco de Aldeia, o Coccioli de O Céu e a Terra, o Kazantzaki de O Cristo Recrucificado, o Cesbron de Os Santos Vão para o Inferno, e o Gorki de A Mãe, livros heróicos, livros de redenção, livros de libertação; mas esses poucos conseguiram vencer toda a literatura burguesa de abdicação, conformismo e mudez. &lt;br /&gt;Cristo entrou a jorros pela sua janela de menino-família. E ele será, como Bernanos, como Coccioli, como Kazantzaki, como Cesbron, como o Padre Américo, como o Padre Joaquim, um dos acusadores da sociedade que escorraçou Cristo e diariamente o recrucifica. &lt;br /&gt;O apelo de Cristo será mais forte do que as algemas do hábito, dos interesses de classe, do que a rotina, do que a inércia. Cristo vivo acordou nele, Cristo será mais forte do que os afectos de família. É preciso repetir ao pai: &lt;br /&gt;- O teu filho não traiu. Quiseste-lo tranquilo e feliz e rico, mas ele abalou, ao vento e ao frio, a beijar na boca a adversidade, a pobreza, talvez a ignomínia. Cumpriu. Cumpriu o Dever.&lt;br /&gt;-----   &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;(1) Os Santos Vão para o Inferno, de Gilbert Cesbron, tradução portuguesa de Xavier Coutinho, Porto, 1958 (3.ª edição)&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-5661328917023781262?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='GILBERT CESBRON: O OUTRO DEVER'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/5661328917023781262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/5661328917023781262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/09/gilbert-cesbron-o-outro-dever.html' title='GILBERT CESBRON: O OUTRO DEVER'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-37i-hwew3g0/TmOnFVsJWrI/AAAAAAAABbc/usJHGYA1HuE/s72-c/cesbron-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-2693611453702059781</id><published>2011-08-15T03:16:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T03:45:52.536-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>TERRY CLIFFORD E A DIÁSPORA TIBETANA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-T7Y4tPgrCMQ/Tkj2gDJ3MFI/AAAAAAAABbU/O4k2mgWA8m4/s1600/clifford-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 273px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-T7Y4tPgrCMQ/Tkj2gDJ3MFI/AAAAAAAABbU/O4k2mgWA8m4/s400/clifford-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641029563744464978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;tibet&amp;gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;21-10-1990&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualidade da tradição: A DIÁSPORA TIBETANA (**)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é verdade que o maior progresso da psicofarmacologia moderna, o primeiro grande tranquilizante, veio da pesquisa experimental, em laboratórios do Ocidente, sobre a «Rawolfia Serpentina», planta usada há séculos na Índia no tratamento da loucura, este indício pode sugerir o tipo de relações  actualmente existente entre a medicina alopática moderna e os sistemas ou artes de curar mais antigos, como o chinês(acupunctura), o hindu(ayurveda), o helénico (hipocrático), para citar apenas as três grandes correntes de fundo que confluem na medicina sagrada tibetana.&lt;br /&gt;Livros como o de Terry Clifford, « A Cura do Diamante»(*), são um manancial precioso de informação ignorada e por vezes intencionalmente esquecida. Os laboratórios continuam atentos.&lt;br /&gt;Aliás, não sei se ingenuamente, a autora convida os industriais do Ocidente ao estudo aturado dos tantras médicos, para o que têm apenas que aprender a língua tibetana: « Os tibetanos - escreve ela - desenvolveram vasto campo de psicofarmacologia e têm um número enorme de medicamentos psiquiátricos, nenhum dos quais já foi identificado ou experimentado cientificamente no Ocidente.» Ora aí é que a Drª Terry naturalmente se engana: os serviços de psicofarmacologia não costumam tornar públicas as suas investigações laboratoriais e actividades farmacêuticas, até por causa da concorrência que é, tudo indica, feroz. A secreta e laboriosa pesquisa a que os laboratórios ocidentais se dedicam de toda a ciência e arte milenária de curar, é aspecto de que a autora - não sei se ingenuamente - só levanta uma pontinha do véu, como se percebe pela transcrição antecedente. Não são os aspectos parcelares, acidentais e tecnológicos ( o chamado receituário) destas artes o que a ciência ocidental rejeita mas sim a essência da arte, o espírito que a inspira, aquilo que não pode copiar nem estropiar à vontade. Aquilo que não percebe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS APROVEITADORES&lt;br /&gt;Apesar de ter esmagado a maior parte da cultura tibetana, a China comunista continua a importar dos Himalaias grande quantidade de medicamentos fitoterápicos, feitos nas altas montanhas do Tibete conforme manda a tradição. Ainda que rejeite o melhor - o sistema global onde esses «específicos» se inserem, onde fazem sentido e onde resultam a cem por cento - a China comunista faz como o Ocidente comercial e capitalista: serve-se da parte (da casca) e deita fora a polpa (o fruto). Quer dizer: instrumentaliza. Serve-se. Usa.&lt;br /&gt;Subdividindo - «para finalidade de estudo» diz ela - a medicina tibetana em «dármica ou religiosa, tântrica ou ióguica e somática ou comum», a Drª Terry não deixa de assinalar, porém, o artifício dessa divisão, já que «as três categorias se integram na prática real.»  De facto e por mais que se subdivida, por razões metodológicas, a arte de curar tibetana permanece indivisível, íntegra, holística, conforme vem mostrar a Lisboa, em visita de surpresa, o médico-chefe da equipa do Dalai Lama, Dr. Tendzin Chodrak, ontem chegado ao aeroporto da Portela. E permanece íntegra, una, por uma razão física muito simples: a filosofia que a ilumina e de onde parte, começa por não separar nada, considerando, num a priori óbvio, que tudo é energia, para lá das dicotomias ocidentais entre espírito e matéria. As dicotomias da filosofia ocidental nunca existiram nos sistemas iniciáticos como o da medicina tibetana. Por isso não há necessidade de reunificar o que nunca foi desunificado.E por isso os maiores êxitos terapêuticos dos médicos tibetanos ocorrem no domínio chamado «psiquiátrico».&lt;br /&gt;Esta concepção unitária do universo e da vida é que é o mais difícil ou mesmo impossível de compreender pelos analistas do Ocidente, de formação incuravelmente dualista. Doença esta que nenhuma arte de curar - tibetana, chinesa, hindu ou helénica - conseguirá curar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os chineses, usando o dualismo ocidental, ocuparam brutal e violentamente o Tibete, em 1959, cem mil tibetanos que conseguiram escapar à chacina foram para o exílio, figurando entre eles grandes lamas mas poucos médicos. Apesar de poucos, eles fizeram a diáspora e o mundo foi tendo conhecimento de que a ciência não chega aos calcanhares da sabedoria. Em matéria de corpo humano, então, não chega sequer ao tornozelo. «Havia afinal mais mundos» como diz o poeta. Que estão agora aí nas nossa mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURAR É LIBERTAR(DESCOLONIZAR)&lt;br /&gt;A maior acusação que se pode fazer às medicinas iniciáticas como a tibetana é que elas remetem para o doente a principal responsabilidade de cura, isentando de culpas o clínico, que se limita ao papel de professor de saúde. Quem quiser que aprenda a lição, quem não quiser que vá prá faca.&lt;br /&gt;Como diz a drª Terry Clifford, neste estudo que foi sua tese de doutoramento em Psicologia e Religião, «a prática da medicina do Dharma de Buda depende dos nossos próprios esforços do reconhecimento da impermanência, do controle da mente e da diminuição do anseio». Sabendo que responsabilidade é sinónimo de liberdade, esta responsabilização do próprio paciente significa a sua libertação, o que é exactamente o contrário do que faz a medicina colonial em vigor, que põe em total toxicodependência do sistema o doente imprecavido. Deve-se a este facto, unicamente a este facto - liberdade é responsabilidade  - o grande êxito da medicina moderna ocidental e o olho vesgo que ela deita às medicinas eternas. Trocando por miúdos, quer dizer portanto que na «alienação» moderna (tal como o sentido psiquiátrico da palavra «alienado» ainda prova...) reside a raiz da questão terapêutica, que aplicada ao colectivo se chama política. Na qual questão, « libertar» ou «descolonizar» ainda não deixou de ser a palavra de ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reserva etnológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A provar a sua diabólica perenidade, a medicina tibetana resiste inclusive às incursões «etnológicas» da Drª Terry Clifford que, colocada na perspectiva da sua especialidade universitária - «etnopsiquiatria - , deforma com essa postura a actuante actualidade deste sistema terapêutico. Segundo a autora, «o vasto campo da literatura médica tradicional, sua enorme farmacopeia, seus métodos de diagnóstico e tratamento, seus princípios éticos e seu suporte filosófico e psicológico» contribuem para «a história da medicina, da antropologia médica e da etnopsiquiatria». Esta catalogação etnológica, não só permite a uns quantos fazerem com a ajuda dos «media» o congresso de Vilar de Perdizes - destinado a identificar medicinas heterodoxas com bruxaria - como tranquiliza muito boa gente do sistema estabelecido. Mas não diz a verdade toda, aquilo que a drª Terry designa por «praticabilidade da medicina tibetana». De facto, é a actualidade prática e actuante das tecnologias holísticas de vida e de saúde que interessa acima de tudo sublinhar. Irrita o negócio mas é verdade. Face à impraticabilidade crescente das tecnologias alienantes e desapropriadas da alopatia moderna, o que está em causa no renascimento de sistemas como o taoísmo, a acupunctura, o ayurveda, a fitoterapia tibetana - tudo aquilo a que a própria OMS apela e com urgência na campanha de saúde para todos no ano 2000 - é a sua profunda adequação ao ser humano, a sua indesmentível eficácia e a sua plena funcionalidade, já, no mundo actual. Não são peças de museu etnológico, como boa e rica gente desejaria, mas técnicas (algumas de rigor geométrico) que estão para as curvas e para as curvas difíceis.&lt;br /&gt;Se nos é lícito lembrá-lo, o adjectivo «holístico» colocado junto destas técnicas tradicionais, vem da Idade Média europeia e da tradição astrológica mais genuína. Quando se constata que o que está em baixo é igual ao que está em cima, quando se retoma a unidade homem/natureza, micro/macrocosmo, a concepção holística do homem e portanto da medicina, renasce. Com a ajuda da grande medicina tibetana que está aí à porta, vai crescer robusta, saudável e sem complexos.&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*) «A Arte de Curar no Budismo Tibetano - A Cura do Diamante» , Drª Terry Clifford, Editora Pensamento, São Paulo&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(**) Este texto de Afonso Cautela foi publicado no jornal «A Capital», 23 de Outubro de 1990 , secção «Livros na Mão»&lt;/span&gt; ■&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-2693611453702059781?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='TERRY CLIFFORD E A DIÁSPORA TIBETANA'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2693611453702059781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2693611453702059781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/08/terry-clifford-e-diaspora-tibetana.html' title='TERRY CLIFFORD E A DIÁSPORA TIBETANA'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-T7Y4tPgrCMQ/Tkj2gDJ3MFI/AAAAAAAABbU/O4k2mgWA8m4/s72-c/clifford-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1243469728104568514</id><published>2011-08-09T09:49:00.000-07:00</published><updated>2011-08-09T09:53:45.288-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>O APOCALIPSE NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-yzOIzoFVN38/TkFl5eQdQnI/AAAAAAAABas/CXw0p2fLzkc/s1600/apocalipse-5-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 270px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ua0iPg9jwTA/Ti2gDWREonI/AAAAAAAABXI/DEQO6Roz50c/s400/sagan-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633334688287597170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-smEditcjFyg/Ti2f137rTDI/AAAAAAAABXA/t8EKP4x3hYU/s1600/sagan-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 262px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-smEditcjFyg/Ti2f137rTDI/AAAAAAAABXA/t8EKP4x3hYU/s400/sagan-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633334456806493234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;78 – CARL SAGAN E A ORDEM CÓSMICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando de Biblioteca de Alexandria e do que nos resta fazer até 21 do 12 de 2012 – juntar algumas peças de um puzzle que foi pura e criminosamente incendiado - , há um autor que temos também de lembrar, Carl Sagan, autor do livro «Cosmos» e de outras obras  interessantes.&lt;br /&gt;Esteve obviamente ao serviço do Establishment como lhe competia e embora se reclamasse de uma certa independência, mas procurou lançar uma ponte de algum e honesto entendimento entre os dois lados: ciência e sabedoria original.&lt;br /&gt;Na sua série de 13 videocassetes – com o título «Cosmos»– é evidente que ele tem que tomar partido pela ciência contra os «místicos» mas isso é um abuso de linguagem a que os ilustres cientistas da ciência ordinária nos habituaram.&lt;br /&gt;Como felizmente nem todos pensam pela cabeça deles, podemos sempre recorrer às fontes eternas da Sabedoria – Egípcia, Maya e Taoísta, por exemplo  - e de vez em quando sacar dos seus gigantescos e caríssimos aparelhómetros de radioastronomia, algum proveito que se aproveite.&lt;br /&gt;Nada de rancores, porque não somos nós, humanos e humanoides, que iremos fazer justiça no Dia do Juízo Final. Deixemos isso a quem manda na ordem cósmica.&lt;br /&gt;[ver psicostasia e deusa maat]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-4585412881039541288?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='CARL SAGAN NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4585412881039541288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4585412881039541288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/07/carl-sagan-na-biblioteca-do-gato.html' title='CARL SAGAN NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ua0iPg9jwTA/Ti2gDWREonI/AAAAAAAABXI/DEQO6Roz50c/s72-c/sagan-2-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-8081445801836552088</id><published>2011-07-25T09:46:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T09:50:49.068-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COSMOSOFIA 2013'/><title type='text'>HUBERT REEVES NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-MlRG47ciafI/Ti2elmtBvLI/AAAAAAAABW4/ahjmM0LV9U0/s1600/reeves-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 264px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-MlRG47ciafI/Ti2elmtBvLI/AAAAAAAABW4/ahjmM0LV9U0/s400/reeves-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633333077792111794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-WZQdVrqs1ys/Ti2eaHiDFNI/AAAAAAAABWw/gwAOsywEyTE/s1600/reeves-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 258px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-WZQdVrqs1ys/Ti2eaHiDFNI/AAAAAAAABWw/gwAOsywEyTE/s400/reeves-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633332880446002386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-m48ELvu3e2Q/Ti2eMhPNj4I/AAAAAAAABWo/bgvu6EYrckU/s1600/reeves-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 259px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-m48ELvu3e2Q/Ti2eMhPNj4I/AAAAAAAABWo/bgvu6EYrckU/s400/reeves-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633332646828150658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-8081445801836552088?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/' title='HUBERT REEVES NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8081445801836552088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8081445801836552088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/07/hubert-reeves-na-biblioteca-do-gato.html' title='HUBERT REEVES NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-MlRG47ciafI/Ti2elmtBvLI/AAAAAAAABW4/ahjmM0LV9U0/s72-c/reeves-4-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-3039979169890103427</id><published>2011-06-30T09:15:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T09:21:26.581-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>ACTUALIDADE DE RAMON LULL-III</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-FBJ6DwyfBXQ/TgyiYmqC9bI/AAAAAAAABWg/Q653t-3G2j8/s1600/lull-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-FBJ6DwyfBXQ/TgyiYmqC9bI/AAAAAAAABWg/Q653t-3G2j8/s400/lull-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5624048578256369074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;quinta-feira, 30 de Junho de 2011-&amp;gt; Texto expurgado de algumas alarvidades e que deverei conservar para Trajecto AC-CF&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INCENDIÁRIOS DA IDADE MÉDIA:MÍSTICOS SÃO FOGO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este texto de Afonso Cautela foi publicado no jornal «A Capital», 17.04.90, na secção do autor «Livros na Mão»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os místicos da (tenebrosa) Idade Média são fogo. Não contentes em terem incendiado a Europa das cruzadas e da fé em Deus, preparam-se também para pegar fogo a esta sociedade caquética do horror tecnoindustrial.&lt;br /&gt;Bem amolada, pois, fica a tecnoburocracia reinante na Europa do Mercado, se de facto está em curso, como tudo indica que está, um novo processo revolucionário, um novo renascimento místico que, com rastilho na heresia de ontem e de hoje, irá fazer aos tecnocratas o que os cristãos das cruzadas fizeram às hostes barbarescas. Migas.&lt;br /&gt;Há sinais, no horizonte editorial, de que a grande tempestade se aproxima e de que não ficará pedra sobre pedra, pois o fogo místico anda a atear--se, com a ajuda de alguns eremitas e modestos monges medievais, sem vergonha nem temor. Eles irão incendiar muitos mais hectares de florestas do que aqueles que os fogos consomem todos os verões em Portugal continental.&lt;br /&gt;Segundo o próprio movimento editorial dá mostras, os próximos tempos já não serão só de renascimento lírico e romântico mas também metafísico. Daí que, à cautela e lendo a história ao contrário, Umberto Eco tenha preconizado, antes ainda de ser catedrático, um novo «Medioevo». Porque o lírico e o romântico, para não serem delíquio anémico, precisam do fogo místico como pressuposto a assoprá-los. Tal como os magos alquimistas assopravam as labaredas dos seus alambiques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Monstros do bestiário universal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos meses, três obras aparecidas em língua portuguesa anunciam que está próximo o advento da civilização e que a barbárie recuará finalmente para os confins do Inferno, onde se encontrava no dealbar da Idade Moderna.&lt;br /&gt;Pertencem essas obras a dois místicos espanhóis - claro! - Santa Teresa de Ávila e Raimundo Lull. São essa obras: «Morada» e «Seta de Fogo», daquela santa e «Livro do Amigo e do Amado», do eremita franciscano que foi, pela Igreja, cognominado o «Doctor Iluminatus», beato e mártir.&lt;br /&gt;Mas chamar «espanhóis» a esses dois monstros do bestiário universal é, desde togo, restrito, ridículo e quase infame, é desde logo a primeira esparrela em que se cai ao rondar fogo de tal natureza, zona tão secreta e cifrada da realidade como é esta dos comportamentos místicos, experiências-limites que ninguém define, horas de ponta no tráfego da literatura e da cultura.&lt;br /&gt;Mais concretamente e chamando aos bois pêlos seus nomes: Raimundo Lull é catalão (claro) e, mais concretamente ainda, de Palma de Maiorca - uma das ilhas Baleares que ficaram emersas depois da Atlântida (Mu) submergir. É, portanto, celta e druida depois da letra.&lt;br /&gt;Santa Teresa, por sua vez, é de Castela Velha, o que, de espanhol, em sentido moderno, também talvez não tenha muito.&lt;br /&gt;Quer dizer que, se o fogo místico incendiar de novo esta podre Europa do hedonismo consumista, o que desde logo irá mudar do avesso é o mapa das nacionalidades e das independências consumadas.&lt;br /&gt;A Leste, o mapa já está mudado e a ficar mais colorido; a Oeste, esperemos em Deus e em Marx que também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O inocente franciscano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Do que as nacionalidades têm para oferecer à Comunidade do hipermercado comum, o melhor são ruínas: e bem exemplificativo é o caso de Lull, esse furacão tresloucado que deixou (só) 256 obras (quem as conta é a insuspeita Enciclopédia Verbo) mas que ainda teve tempo de pregar a fraternidade cristã aos gentios (o que foi chover no molhado já que a fraternidade veio de lá), aprender árabe com um jovem efebo desta nacionalidade, mandar para o inferno de Dante o inquisidor Aymerich, deixar-se empalar corno herege, antecipando assim, em estilo ficção científica, o que iriam fazer ao místico do século XX que foi P.P. Pasolini.&lt;br /&gt;Lull ficaria assim, para sempre, entalado na garganta da Santa Madre Igreja como o osso mais duro que ela alguma vez teve de engolir. E ainda não engoliu, como se comprova pelas bulas e excomunhões lançadas (ontem, hoje, amanhã) àquela parte da vida e obra do «Doctor lluminatus» que não é conforme aos bons costumes e às conveniências da corte, «verbi gratia» a Alquimia...&lt;br /&gt;«O Livro do Amigo e do Amado», agora lançado pela editora Cotovia, é o caso mais conhecido e popular (por isso o mais perigoso) de heresia «lulliana», falando com Deus de homem para homem, num espectáculo que os mais susceptíveis classificariam hoje de obsceno.&lt;br /&gt;Mas talvez pior do que a mística «do amigo e do amado» - que deve ter posto o inquisidor Aymerich pior do que uma barata - foi a heresia alquímica e cabalística deste inocente franciscano, cuja paixão pela vida o havia de matar e que, em troca dos preceitos cristãos impingidos aos árabes, destes recebeu a sabedoria eterna da transmutação alquímica.&lt;br /&gt;Das 30 fichas biográficas que compulsei sobre Lull, mais de metade classificam de «apócrifas» as suas obras de alquimia e cabala, que não cabem, evidentemente, no corpete curtinho da ortodoxia.&lt;br /&gt;De «apócrifo», porém, não conseguiram classificar este «Livro do Amigo e do Amado» que assim chegava. em pura língua catalã, até aos nossos dias, como a mais pesada herança, a mais desafiante pedra de escândalo que a moral puritana e vitoriana poderá admitir.&lt;br /&gt;Note-se, em rodapé e a tempo, que a primeira referência, em Portugal, a esta "jóia da literatura catalã» (como diz a insuspeita Enciclopédia Verbo) se deve ao poeta místico e por sinal alentejano Raul de Carvalho, nos seus «Poemas Inactuais» (Portugália, Lisboa, 1971, página 58).&lt;br /&gt;Hereges com hereges devem ficar, em comunhão de vida, mesa e cama, «Les beaux esprits se rencontrent».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Actividade de alto risco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A propósito de comunhão, mesa e cama, vem Teresa de Ávila, esse outro monstro tresloucado da mística castelhana da idade de ouro, cem vezes pior, à luz dos códigos civis e morais, do que o herege Lull.&lt;br /&gt;A expressão «fogo místico», como diria Umberto Eco, deriva mesmo desse facto: Teresa e Lull desafiaram de tal maneira o «establishment» da época, de tal forma abalaram o Mercado Único europeu, que o fogo dos infernos se lhes ateou às vestes e os bombeiros da Inquisição sobre eles se teriam de abater, prefigurando, profetizando esse monstro, Joana D'Arc, igualmente reduzida a torresmos.&lt;br /&gt;Fogo e poesia andaram, assim, durante muito tempo ligados à Alquimia, quando a literatura, como queria André Gide, Michel Leiris e outros surrealistas, ainda era uma actividade de alto risco e alta voltagem.&lt;br /&gt;Agora que a literatura passou a renda de bilros ou ao nível do salpicão da salsicha, poesia deixou de estar assimilada com fogo místico e alquímico.&lt;br /&gt;Não quer dizer que, de vez em quando, um transviado e tresloucado, rasgando a noite escura, fugindo à vigilância dos críticos estruturalistas e outros guardas do campo de Auschwitz, não faça outra vez da poesia o lugar-comum de Deus e o terreno privilegiado da heresia e/ou alegria criadora.&lt;br /&gt;É o recente caso de Fernando Pinto do Amaral, com «Acedia», a referir nesta página mais pormenorizadamente no enquadramento da mística portuguesa do saudosismo a que em breve nos aplicaremos com afinco e esferográfica.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Afonso Cautela &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-3039979169890103427?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://myweb26.home.sapo.pt/+biblioteca+.htm' title='ACTUALIDADE DE RAMON LULL-III'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/3039979169890103427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/06/actualidade-de-ramon-lull-iii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3039979169890103427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3039979169890103427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/06/actualidade-de-ramon-lull-iii.html' title='ACTUALIDADE DE RAMON LULL-III'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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src="http://4.bp.blogspot.com/-EZ2uFuoOfq8/TfiTf51W_3I/AAAAAAAABWY/SX7JwKGeNxk/s400/berdiaev-1-book-.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618402711454547826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-Y7SzQZemBEI/TfiPaABNlFI/AAAAAAAABWQ/GGm-Syy-Cd4/s1600/berdiaev-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 259px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Y7SzQZemBEI/TfiPaABNlFI/AAAAAAAABWQ/GGm-Syy-Cd4/s400/berdiaev-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618398211989148754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-4177257631317753812?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='NICOLAU BERDIAEV NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4177257631317753812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4177257631317753812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/06/nicolau-berdiaev-na-biblioteca-do-gato.html' title='NICOLAU BERDIAEV NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-EZ2uFuoOfq8/TfiTf51W_3I/AAAAAAAABWY/SX7JwKGeNxk/s72-c/berdiaev-1-book-.jpg' height='72' 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id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616277243044398898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-UJkf1HVuFx8/TfEGM_y0yNI/AAAAAAAABWA/dVurOXUz2a8/s1600/durrell-5-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 280px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-UJkf1HVuFx8/TfEGM_y0yNI/AAAAAAAABWA/dVurOXUz2a8/s400/durrell-5-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616277030660524242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-hFMBuV7sJyI/TfEF_Ygxj7I/AAAAAAAABV4/6W6aL96PbnE/s1600/durrell-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 280px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-hFMBuV7sJyI/TfEF_Ygxj7I/AAAAAAAABV4/6W6aL96PbnE/s400/durrell-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616276796777533362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-_DPg0xsF050/TfEFpTF4mpI/AAAAAAAABVw/z9ZnEkPsqLg/s1600/durrell-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 274px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-_DPg0xsF050/TfEFpTF4mpI/AAAAAAAABVw/z9ZnEkPsqLg/s400/durrell-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616276417365449362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-M0i1z533cIA/TfEFRQHEh4I/AAAAAAAABVo/6zNqO7lDby4/s1600/Durrell-2-LS-book.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 290px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-M0i1z533cIA/TfEFRQHEh4I/AAAAAAAABVo/6zNqO7lDby4/s400/Durrell-2-LS-book.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616276004248258434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-4 - Durrell-md-1-2&amp;gt;quinta-feira, 6 de Novembro de 2003&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-3 sexta-feira, 20 de Dezembro de 2002&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;durrell-1&amp;gt; releituras mágicas - site «o gato das letras» - caminhos do maravilhoso - antecedentes da hipótese vibratória &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LABIRINTO DO CONHECIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LABIRINTO DE LAWRENCE DURRELL OU ONDE A LITERATURA ENCONTRA&lt;br /&gt;A TEORIA DO CONHECIMENTO(*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do talento ao génio vai uma distância que nem todos os escritores sabem e podem percorrer. Dir-se-ia que o talento é inimigo do génio e quando um escritor nos aparece brilhante, eficaz, senhor de si e dos seus recursos, domador ou malabarista exímio das palavras, implacável virtuoso da literatura, quase sempre desconfiamos pois raramente esses dons naturais -  esse talento, essa arte - vão acompanhados daquela longa paciência ou insistência no fracasso a que se chama génio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lawrence Durrell é um caso de talento, um caso sério de talento. Tem muitas, inúmeras qualidades de escritor: ágil, agradável, subtilmente sarcástico ou irónico, fácil, aliciante. Trata os assuntos com leveza e sabe contar histórias: principalmente sabe contar histórias. E, em saldo final, há nele uma bonomia, uma boa fé, um optimismo mitigado que o torna simpático ao crente e ao descrente. Uma certa ambiguidade nas posições tomadas confere-lhe ou acentua-lhe ainda maior encanto e maior sedução. As suas personagens, nitidamente desenhadas, sem nunca atingirem a dimensão de tipos, símbolos ou mitos, têm no entanto vida, autenticidade, espessura humana. Tudo isto são qualidades mais que suficientes para desconfiar de Lawrence Durrell, para crer que ele é mais uma vítima do excesso de talento. E, no entanto, cremos possível provar a existência do génio ou impulso verdadeiramente criador na sua obra. Vejamos onde e como.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No romance “O Labirinto Negro” (**)  traduzido por Daniel Gonçalves que soube transmitir todo o colorido e vigor do original, Durrell vai buscar à  mitologia grega a história do labirinto e do fabuloso Minotauro desse mítico labirinto. A existência  provável e possível  de um labirinto numa ilha do Egeu seria o centro ideal para Durrell e o seu gosto pelas atmosferas míticas encontrou aqui esplêndida matéria-prima.&lt;br /&gt;Durrell resolveu escrever a sua versão do mito (Minotauro incluído), actualizá-lo e torná-lo funcionável para o gosto moderno. E postos em acção todas os seus recursos de narrador,  o labirinto, a excursão ao labirinto e a derrocada dentro do labirinto aparecem-nos com uma verosimilhança e nitidez tais que a advertência final do autor - «as personagens descritas neste livro bem como os acontecimentos são totalmente fictícios” - é  que nos parece incrível, inacreditável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto, porém, não basta. Como ele, muitos escritores há que sabem contar histórias, delinear perfis psicológicos, brincar com coisas sérias, pôr sal e pimenta na linguagem, criar, em duas penadas, climas e situações, dar-nos descritivos inesquecíveis pela beleza ou pelo rigor. Nada disto porém seria ainda suficiente para considerar Durrell um escritor “diferente”, um escritor “à parte”. Todo esse talento, só por si, não bastava se não estivesse ao serviço de uma necessidade criadora muito mais profunda. Aparentando leveza e frivolidade, Durrell consegue levar, melhor do que nenhum outro, a água ao seu moinho, sem que ninguém tenha coragem de lhe pedir contas... filosóficas.&lt;br /&gt;Serve-se do romance para pôr problemas e para promover um trabalho de subversão gnoseológica. Muitos outros escritores, aliás, preocupados em pensar “diferente”, em filosofar fora dos sistemas e das ideologias, recorrem a processos igualmente insólitos e bizarros. Às vezes nem se dá por tal mas o facto é que o “literário” deixou de ser apenas literário e, mais cedo ou mais tarde, de longe ou de perto, invadiu o campo da interrogação filosófica.  Assim acontece com alguns escritores do novo romance e na literatura moderna, de Dostoievki para cá, é muito difícil encontrar um escritor de facto grande cujo pensamento se possa negligenciar. O facto reside talvez nisto: a epistemologia foi minada pela base e as teorias do conhecimento que antes se arrumavam em duas únicas prateleiras distintas -  idealismo a um lado, materialismo a outro —  já não cabem hoje nesse esquema; e são os filósofos disfarçados de romancistas, de poetas, de dramaturgos que, embora de maneira velada, clandestina, ambígua (porque os guardas da ordem ou ortodoxia filosófica estão vigilantes...) a reproblematiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A excursão real ou inventada a um labirinto real ou inventado onde acontece uma derrocada real ou inventada, tudo isso, dentro do plausível ou possível, podia ter acontecido, podia até, por um acaso feliz, ter havido por lá um repórter - cronista, jornalista ou historiador - que relatasse como aquilo foi. Como aquilo foi -  mas só até à derrocada. Os jornais do tempo teriam mesmo dito que foi uma “horrível catástrofe” mas, após a derrocada, tudo ficaria no limbo do silêncio. O homem só sabe e conhece o que vê, até onde vê. Se deixa de ver -  deixou de saber e conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exactamente aí —  onde o repórter teria desistido de contar a história, por não ter sido possível prosseguir e ver o que havia - exactamente aí é que o romance de Lawrence Durrell deixa de ser um mero exercício de estilo, uma história mais ou menos fascinante de aventuras, o relato em suspense do que aconteceu a um grupo real ou inventado de excursionistas. Exactamente aí - embora sob o aspecto ainda aparentemente frívolo e leve do autor - é que a coisa começa “a sério’, e que Durrell inicia o seu mágico trabalho de inventor puro, a sua conjectura ou suposição no campo do infinito verosímil, o seu cálculo de probabilidades com rigor geométrico. Exactamente aí é que a literatura toca o conhecimento e os limites do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aventura prossegue, com o mesmo colorido, o mesmo à-vontade narrativo, o mesmo dom da observação, da mesma perspicácia na captação do invisível ou do subtil, o mesmo sarcasmo e até crueldade no apontar defeitos e fraquezas da condição humana: Durrell não se detém onde o presumível repórter se teria detido - porque o escritor é mais do que um descritor do que se viu ou seria possível ver, e mais, muito mais que um mero narrador de histórias para entreter o leitor nas horas vagas. Durrell vai conhecer pela imaginação o que já não seria captável pelo conhecimento sensorial. Ali onde o conhecimento empírico desiste, Durrell entende que a imaginação pode e deve continuar trabalhando, correndo embora os riscos inerentes a quem se aventure em pleno desconhecido, nos domínios impenetráveis do provável mas impossível. Razão têm os que afirmam o “perigo” latente nos romances de Lawrence Durrell, perigo para as ordens filosóficas reinantes, perigo que o escritor no entanto tem obrigação de correr: um pirronismo fundamental aliado a uma “destruição do tempo” que deixou de ser o fio uno e único para ser uma incógnita suspeita de idealismo. No Quarteto de Alexandria a realidade tem 4 versões que abrem o campo a X versões, sendo X o caminho para a anarquia ou subversão gnoseológica e o caos metafísico: o perigoso “labirinto" de Lawrence Durrell e o iminente perigo de uma derrocada..&lt;br /&gt;A voz quietista de Durrell, a sua filosofia moral, a sua ética ou ausência dela aparece onde o casal Truman vai encontrar a mais estranha das personagens no mais estranho dos lugares: O Tecto do Mundo, onde o mistério e pavor primitivos rodeiam as coisas, a paisagem, as pessoas e a luz de uma poética ou mítica aurora. Durrell perfilha claramente esse “retiro” imaginário no imaginário, esse retiro num mundo totalmente “fora do mundo”, após a peregrinação num labirinto que bem pode ser neste aspecto o símbolo da civilização ocidental, onde o homem se perdeu de si próprio (alienou), onde uma derrocada iminente (atómica? termonuclear?) o ameaça e onde o fabuloso Minotauro simbolizaria a revolta da natureza contra o homem que drasticamente a quis “domesticar”, transformando o monstro numa pacífica vaca leiteira... Pode lamentar-se este aspecto cínico da sua moral — mas quem não lhe perdoará o mal que isso faça pelo bem que sabe? Aliás, Durrell, insular e singular como todos os poetas, aceita-se ou recusa-se e não há que julgá-lo em nome de nenhuma moral construtiva. Porque é  ele, enquanto poeta, enquanto criador, a moral e a lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- - - -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*) Este texto de Afonso Cautela foi publicado, com este título, no suplemento literário do «Jornal de Notícias» (Porto), em Novembro de 1964 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(**) «O Labirinto Negro», de Lawrence Durrell, tradução de Daniel Gonçalves, Editora Ulisseia, Lisboa, 1964 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-3 -durrel-2-ls&amp;gt; sexta-feira, 20 de Dezembro de 2002&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«UM SORRISO NOS OLHOS DA ALMA»(*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CULTO DA AMIZADE ENTRE OUTRAS COISAS SEM IMPORTÂNCIA(**)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; 19-8-1990&lt;/span&gt;-Nome grande da literatura contemporânea, Lawrence Durrell pode permitir-se pequenos «divertimentos» autobiográficos como este que, sob o título de «Um Sorriso nos Olhos da Alma», a Quetzal acaba de lançar em língua portuguesa(*).&lt;br /&gt;Lawrence Durrell, que nasceu em 1912 na Índia ( Himalaias), facto que, como se verá neste livro, não foi de modo nenhum acidental mas marcou todo o seu percurso de homem e de escritor, tem o génio da comunicabilidade e a sua imaginação é sempre brilhante, quer quando cria esse romance-chave do nosso tempo que é «O Quarteto de Alexandria», quer quando tenta a narrativa de «suspense» com esse fantástico romance-fábula que se chama «O Labirinto Negro», quer quando troca cartas com outro grande do nosso tempo, o escritor Henry Miller, em muitos aspectos seu homólogo.&lt;br /&gt;Sobretudo, ele tem a arte de transformar um pequeno «fait-divers» em ponto de partida para as histórias mais fantásticas ou as reflexões mais profundas sobre o destino humano. Ambas as narrativas deste volume partilham esse seu génio transfigurador, ainda que ambas se possam apenas considerar relatos meramente autobiográficos, na medida em o narrador se assume como o próprio autor, sem qualquer disfarce ou pseudónimo.&lt;br /&gt;Lêem-se como prodigiosos exercícios de imaginação, com base em uma linguagem fulgurante, que, em todas as circunstâncias, faz o «estilo Durrell». Esta arte de transmutação alquímica da palavra é, aliás, um dos pontos de contacto mais curiosos entre Durrell e o seu «irmão gémeo», Henry Miller, seu correspondente e amigo de sempre.&lt;br /&gt;Contando coisas da sua vida, não é monótono nem vulgar, mas empolgante. Duas  personagens marcam as duas histórias deste pequeno grande volume de Durrell: o chinês Jolan Chang, que apronta um livro sobre sexo e taoísmo na casa do escritor, onde fazem ambos constante «brain storming»; e Chantal de Legume que, com ele, percorreu os locais onde Nietzsche se declarou a Lou Andréas-Salomé, na tentativa de melhor compreender o autor de «A Genealogia da Moral» e «A Origem da Tragédia». Com o retrato entre o real e o fantástico destas duas figuras, Lawrence Durrell avança nos meandros da alma humana com a lucidez vertiginosa e o  encanto de linguagem mágica que são seu timbre e que nele não dão mostras de envelhecer. Talvez porque tenha aprendido com o sábio Jolan Chang, e suas doutrinas sobre o orgasmo, o segredo de nunca envelhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CULTO DA AMIZADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber se uma «amizade particular» pode ter mais encantos que uma devoradora paixão física, é apenas um dos múltiplos caminhos apontados neste livro de Lawrence Durrell, breve mas carregado de consequências e direcções, como uma encruzilhada, uma rosa dos ventos de onde se parte para os quatro pontos cardiais, para os mil pontos cardiais do universo e da vida.&lt;br /&gt;São dois relatos da Amizade que o autor cultiva, tal como o seu inseparável companheiro Henry Miller, como um jardim suspenso. Dois encontros, como já se disse, constituem o ponto de partida para a história: um, com o sábio taoísta que apronta um livro sobre a sabedoria primordial do «ki» energético para uso do hedonismo ocidental; outro, com a jovem Lou, uma sensível alma de mulher à procura, como ele, do mistério que foi a passagem mortal pela vida de um senhor chamado Frederico Nietzsche.&lt;br /&gt;É com estas bagatelas que o livro, o pequeno livro de L.Durrell, se basta. Mas não esquecer que o «Tao Te King», constantemente citado pelo escritor, ainda tem menos páginas do que esta narrativa, sem deixar por isso de conter toda a sabedoria das fontes primeiras e sem deixar de constituir, por isso, a placa giratória de onde emana a essência da sabedoria «yin-yang».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GENES PROPÍCIOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um ocidental (de)formado nos pressupostos e preconceitos de uma cultura baseada na oposição dos contrários, poderá considerar-se verdadeiramente notável o esforço de aproximação e «aggiornamento» realizado pelo autor de «Mountolive». Irlandês pelos genes da mãe e inglês pelos do pai, mas nascido geograficamente perto do País da Sabedoria, essa circunstância meramente tópica tê-lo-á ajudado, talvez como predestinação, a dialogar com a dialéctica dos contrários - a lógica do contraditório - e a demonstrar, na sua obra romanesca, a vitalidade criadora que a síntese dos opostos necessariamente pode motivar. Mas é também isso que o leva a não compreender aquilo a que curiosa e insistentemente chama heterosexualidade, nas acesas discussões com o monge chinês seu hóspede.&lt;br /&gt;Este  rápido apontamento de memórias transfigurado em ensaio de iniciação e karma yoga, relaciona-se de maneira exemplar com esse princípio universal da doutrina taoísta: a parte está no Todo e o Todo está na parte. Deriva daí a sensação de plenitude que um texto como este, pequeno de tamanho, nos consegue transmitir.&lt;br /&gt;Servindo de alavanca à faina iniciática de um escritor que foi sempre muito mais do que mero literato de consumo, «Um Sorriso nos Olhos da Alma» poderá constituir, para o desprevenido, alienado, desatento e infeliz consumidor de «best-sellers», a melhor introdução ao mundo interior de Durrell, um autor que trouxe para a literatura ocidental o fascínio da sabedoria iniciática e esotérica, amplamente demonstrado, por exemplo, em livros seus como «O Labirinto Negro» (1961), curiosamente um dos menos citados e mesmo omisso em fichas de dicionário de origem inglesa.&lt;br /&gt;Se o «small is beautiful» - e é preciso sabê-lo para entrar na onda de Durrell - esta narrativa breve vale por todos os extensos relatos da abominação e da abjecção, ou seja, o fardo insuportável que dá hoje pelo nome-cão de romance contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARA LÁ DO «BLÁ-BLÁ»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos cardiais que se destacam nesta «rosa dos ventos» é a valorização do «acto imediato», o que um revolucionário traduziria por «acção directa», face ao «blá-blá» verbalista e ao raciocínio desactivado de que padecemos.&lt;br /&gt;Se a perspectiva é a da dialéctica taoísta, o texto de Durrell pode aspirar a ser uma iniciação à iniciação, pesem embora nele ainda os genes do hedonismo ocidental, corruptor de menores, perdulário de energias, condenado à eterna entropia: só por isso ele hesita em reconhecer, nas fontes que tem ao pé, o primado da sabedoria sobre a alienação ideológica, os níveis de percepção sensorial e outros enganos daí advindos.&lt;br /&gt;Ele diz no livro, aliás, que faz as malas e abala para Lhassa, capital do Tibete, se um dia quiserem fazer dele mais um intelectual à francesa. Neste sentido, a presença de Durrell na ordem literária bem-pensante, tem sido e continua a ser saudavelmente polémica.&lt;br /&gt;Quando já não se aguenta mais a «kunderização» da literatura, há sempre o recurso de ameaçar a ordem estabelecida e os críticos da moda com a metáfora do Manuel Bandeira:«Vou-me embora para Pasárgada». Alguns já lá estão, embora tenham de continuar a fazer corpo presente nesta choldra das crises bolsistas, de oito em oito anos, a que se reduz, afinal, a gloriosa cultura ocidental de batatas e petróleo.&lt;br /&gt;Durrell é dos que conseguem estar na charneira. Ele deixa o quarteto de Alexandria, deixa o quinteto de Avinhão, deixa os limões amargos e as águias brancas sobre a Sérvia, o livro negro e mesmo o labirinto da mesma cor, mete-se ao caminho e pisga-se.&lt;br /&gt;Sabe que encontrará, nas imediações dos Himalaias, um velho lama tibetano, «bem constituído e rubicundo», com um sorriso de simpatia, habitual nos habitantes da região, dirigir-lhe em inglês as únicas palavras que sabe proferir nessa língua: «Olá, meu caro, benvindo à nossa terra das neves eternas.»&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*) «Um Sorriso nos Olhos da Alma», de Lawrence Durrell, tradução de Helena Cardoso, Quetzal Editores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(**) Este texto de Afonso Cautela, indubitavelmente 5 estrelas, deve ter ficado, indubitavelmente também, inédito. Há uma versão reduzidíssima, em wri, essa é que deve ter aparecido em «Livros na Mão»■&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-743104070207811459?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='LAWRENCE DURRELL NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/743104070207811459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/06/lawrence-durrell-na-biblioteca-do-gato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/743104070207811459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/743104070207811459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/06/lawrence-durrell-na-biblioteca-do-gato.html' title='LAWRENCE DURRELL NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-o-Znrr6T1RE/TfEGZW_FhzI/AAAAAAAABWI/CJRXx7K-jBI/s72-c/durrell-6-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-3661745942419740688</id><published>2011-05-11T10:12:00.000-07:00</published><updated>2011-05-11T10:36:07.596-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONVERGÊNCIA ORTOMOLECULAR'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O CHIP DA VIDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>INTELIGÊNCIA DA CÉLULA NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-d-2X-kppMU8/TcrIeobsI9I/AAAAAAAABVc/IkaE3Jx1-K0/s1600/requena-1-ol-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 388px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-d-2X-kppMU8/TcrIeobsI9I/AAAAAAAABVc/IkaE3Jx1-K0/s400/requena-1-ol-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605513114791191506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-mzTERnkz9ow/TcrISXVEFUI/AAAAAAAABVU/mud7aUry7wA/s1600/bourre-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 274px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-mzTERnkz9ow/TcrISXVEFUI/AAAAAAAABVU/mud7aUry7wA/s400/bourre-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605512904041567554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-HLv_8bv7x8o/TcrIJ0xKUlI/AAAAAAAABVM/YoXmkyE0MDA/s1600/chopra-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 259px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-HLv_8bv7x8o/TcrIJ0xKUlI/AAAAAAAABVM/YoXmkyE0MDA/s400/chopra-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605512757325222482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;GOOGLE REGISTA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/deepak-1.htm&lt;br /&gt;2. http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&amp;amp;cr=countryPT&amp;amp;q=+site:pwp.netcabo.pt+intelig%C3%AAncia+da+c%C3%A9lula+e+psicosom%C3%A1tica&lt;br /&gt;▼&lt;br /&gt;FILES AC RELACIONADOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;bodymind-4&amp;gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTELIGÊNCIA DA CÉLULA E PSICOSOMÁTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enzimas e hormonas são dois conceitos da fisiologia que intuitivamente sugerem funções de bioinformação, sinais mensageiros que emitem informação.&lt;br /&gt;Lembro, por exemplo, o que nos é dito da hormona inibidora da diurese.&lt;br /&gt;Ninguém pode negar, por outro lado, de que maneira as emoções estreitamente se ligam ao fluxo diurético. A relação ou ligação entre emoções e hormonas não escapa mesmo ao observador leigo e desatento.&lt;br /&gt;Estejamos nós, estudiosos da bioinformação, minimamente atentos a mais essas interligações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUÍMICA DO CÉREBRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claramente também uma questão de bioinformação é a química do cérebro (e a famosa ciência psicosomática!) sugerindo que a comunicação intercelular comanda, inclusive, as nossas emoções.&lt;br /&gt;Como diz Deepak Chopra, citando um livro que foi best-seller nos Estados Unidos, o leite, o frango, as bananas e os vegetais verdes fazem parte dos alimentos «felizes», pois estimulam a dopamina e mais duas outras substâncias cerebrais «positivas». Os doces e as gorduras, em contrapartida, são alimentos tipicamente tristes, porque estimulam a acetilcolina, uma substância química negativa.&lt;br /&gt;Para sabermos mais sobre esta química do cérebro, lembro o que a ciência analítica já sabe sobre as hormonas e recomendo a leitura dos seguintes livros em edição portuguesa :&lt;br /&gt;Jean-Marie Bourre – Comida Inteligente – A Dietética do Cérebro – Ed. Gradiva, Lisboa, 1993&lt;br /&gt;Eva Campo - Alimentar o Cérebro – Alimentos e Substâncias mais eficazes para estimular a nossa actividade mental – Ed. Estampa – Lisboa, 1999&lt;br /&gt;E porquê apenas estes dois títulos, se a ciência já tem publicado milhares sobre a química e bioquímica do cérebro? Precisamente porque são dois dos poucos a situar-se, a partir dos alimentos e da dieta, na linha ascendente ou holística que nos religa a esferas e níveis cada vez mais globais do conhecimento e da vida.&lt;br /&gt;Neste, como em outros casos, a ciência analítica (linha da esquerda de sentido descendente) pulveriza os conhecimentos até ao mais ínfimo pormenor, afastando-nos do essencial que, por sua vez, está cada vez mais em cima e deve seguir a linha vertical ascendente.&lt;br /&gt;O exemplo que acima citámos, dos alimentos «tristes» e «alegres», pode ser confirmado na medicina tradicional chinesa (a primeira medicina holística do mundo) e no sistema dos 5 elementos em que ela se baseia.&lt;br /&gt;Por experiência própria, posso testemunhar que, de facto, abusando dos doces e gorduras, a melancolia, a tristeza, o aborrecimento, o fastio de viver são mais acentuados. A esfera energética em causa é a Terra ou Baço-Pâncreas/Estômago. O que já se sabia, há milhares de anos, está agora a ciência a redescobri-lo, conforme os dois livros acima citados confirmam.&lt;br /&gt;«A alegria torna mais lento o fluxo da energia; quando alguém ri sem poder parar, torna-se incapaz de se movimentar» - diz um autor chinês, que acrescenta:&lt;br /&gt;«Na tristeza, a energia não flui, goteja. Sobrevém acidez.». E ainda: «O medo impele a energia para baixo; há uma queda violenta de líquido claro. (Urina clara é muitas vezes expelida depois de um susto)»&lt;br /&gt;Estas citações apresentadas por Félix Mann, no seu livro sobre acupunctura, exemplificam de maneira muito expressiva até que ponto a medicina tradicional chinesa, além de holística ou por isso mesmo, é a primeira psicosomática do mundo, que talvez a psicosomática moderna não consiga superar.&lt;br /&gt;Mas o livro que conheço mais fascinante sobre esta psicosomática milenar é de um autor moderno, que aliás já esteve nesta sala a falar mas, infelizmente, sobre outros assuntos mais prementes. Isso não o impede, no entanto, de ser uma personalidade incontornável da medicina tradicional chinesa em geral e da acupunctura em particular.&lt;br /&gt;Refiro-me ao Dr. Yves Requena e ao seu livro «Acupunctura e Psicologia» publicado em1990 pela Andrei Editora ,  de São Paulo, conhecida pelos preços exorbitantes dos seus livros, considerados técnicos e não de divulgação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CÉREBRO E SISTEMA NERVOSO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equívoco frequente na literatura médica sobre a actividade fisiológica do cérebro, deve ser assinalado. Sempre que se fala de informação e de corrente que faz passar a informação, a ciência médica localiza imediatamente no sistema nervoso a sede dessa corrente informativa.&lt;br /&gt;Quem sou eu para contrariar a senhora autoridade da ciência médica? No entanto, acho que seríamos mais correctos ao situar no ADN molecular a sede de toda a intercomunicação.&lt;br /&gt;É restritivo considerar a passagem de informação apenas em dois órgãos: sistema nervoso e cérebro. Como nos diz a medicina chinesa dos cinco elementos (madeira, fogo, terra, metal e água) a inteligência do organismo está em todos eles e todos eles falam uma linguagem que teremos de reapreender: felizmente que temos já, entre nós, além de bons acupunctores, bons mestres do yin-yang e dos cinco elementos que nos ajudam nessa tarefa. É mais um contributo para a linha vertical ascendente do nosso sonho.&lt;br /&gt;Se me disserem que um medicamento químico também introduz uma informação no organismo e que é essa a sua função terapêutica, estou de acordo. Mas terei de acrescentar que, sendo o medicamento tóxico, a informação torna-se contra-informação.&lt;br /&gt;Informação tóxica é contra-informação e, portanto, anti-terapêutica. As sequelas do medicamento químico são exactamente a esse nível: o organismo fica «tonto», é como se a sua natural inteligência se perdesse. Porque há uma «inteligência da célula», e enquanto a função dos alimentos, dos bons alimentos e dos medicamentos naturais, é respeitar e promover essa «inteligência da célula», a química farmacêutica tem o papel de a confundir.&lt;br /&gt;É mais um caso em que as duas linhas do nosso sonho são mesmo de sentido contrário.&lt;br /&gt;Defendida por Deepak Chopra e alguns (poucos) biólogos, a tese da «inteligência da célula» abre inesperados caminhos à ciência em geral e à ciência médica em particular.&lt;br /&gt;É um bom item para pesquisar na Internet e nos livros. Tratar e curar não é intervir de maneira cada vez mais drástica e violenta, como fazem aliás as duas medicinas, alopática e naturopática, embora uma mais violenta do que a outra, mas abrir espaço a que a inteligência da célula se manifeste, sendo ela a curar e não uma acção externa qualquer, por mais sintomas que essa acção diga tratar.&lt;br /&gt;O que vai dar também à questão da imunidade: a verdadeira cura é a imunidade natural do organismo que a realiza. O resto são sintomas que mais ou menos se mascaram ou abafam. Segundo o sonho de alguns, Imunidade tem muito a ver com esta inteligência da célula e não apenas com alguns órgãos específicos onde é costume a ciência médica moderna sediar a imunidade: glóbulos vermelhos e espinal medula, por exemplo.&lt;br /&gt;A concepção da imunidade segundo a ciência analítica é, na melhor das hipóteses, apenas uma parte da questão. Também aqui, queremos uma ciência alargada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-3661745942419740688?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='INTELIGÊNCIA DA CÉLULA NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3661745942419740688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3661745942419740688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/05/inteligencia-da-celula-na-biblioteca-do.html' title='INTELIGÊNCIA DA CÉLULA NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-d-2X-kppMU8/TcrIeobsI9I/AAAAAAAABVc/IkaE3Jx1-K0/s72-c/requena-1-ol-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-414500526457670060</id><published>2011-05-08T10:41:00.000-07:00</published><updated>2011-05-08T11:16:39.678-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>ANTÓNIO QUADROS: UM PENSADOR POLÉMICO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-wnq05FQzTmE/TcbXrOcqsbI/AAAAAAAABUs/CJM1O5pMVgw/s1600/quadros-5-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 242px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-wnq05FQzTmE/TcbXrOcqsbI/AAAAAAAABUs/CJM1O5pMVgw/s400/quadros-5-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5604403923921842610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-GIgquVkYxCM/TcbXQjZc11I/AAAAAAAABUk/e5rBo4BQEHo/s1600/quadros-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 254px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-GIgquVkYxCM/TcbXQjZc11I/AAAAAAAABUk/e5rBo4BQEHo/s400/quadros-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5604403465689028434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-ZMq_f9o2QMc/TcbW7RYh8bI/AAAAAAAABUc/ucu16EaLkcM/s1600/quadros-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 259px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZMq_f9o2QMc/TcbW7RYh8bI/AAAAAAAABUc/ucu16EaLkcM/s400/quadros-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5604403100076077490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;+&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-4-quadros-a-g&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A IDEIA DE PÁTRIA EM ANTÓNIO QUADROS, UM PENSADOR POLÉMICO (*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*) Este texto de Afonso Cautela foi publicado no jornal «A Capital», na secção «Livros na Mão»,  16 de Setembro de 1989&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O   tónico optimismo de António Quadros vem de novo contagiar de esperança os seus leitores, entre os quais me incluo (desde, pelo menos, 1947...) com uma nova obra de longo fôlego, «A Ideia de Portugal na Literatura Portuguesa dos Últimos 100 anos», síntese do muito que o autor tem ensaiado e analisado no seu laboratório de pensador, descobrindo poetas, propondo teses, defendendo mitos maiores contra os menores, enfim, dando o melhor exemplo do «clerc» português, intelectual do seu tempo e contemporâneo do futuro, sempre empenhado na viagem colectiva, mais importante do que os umbigos individuais.&lt;br /&gt;Curiosa e paradoxalmente, o «clerc» do Julíen Benda, revisto entre nós por Raul Proença, será, em principio e como racionalista, um dos termos a que A. Quadros se oporá no quadro das suas animosas antinomias de intuicionista nato e confesso.&lt;br /&gt;O positivismo vem logo a seguir como outro alvo visado pelo existencialismo místico que A. Quadros defende.&lt;br /&gt;E por aí fora: o pensamento deste escritor é um combate interminável contra os «erros» epistemológicos onde a cultura portuguesa tem, segundo ele, naufragado, século após século, traindo-se e abastardando-se, num fatalismo do disparate que nos parece atávico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MISSÃO MESSIÂNICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coerência na procura intelectual entendida como uma missão messiânica, é uma das faces mais fascinantes deste autor.&lt;br /&gt;Defensor de uma tese ou ideia-força, resumida num conceito alargado de Pátria, os seus ensaios são pistas de investigação destinadas a documentar e comprovar essa ideia-chave.&lt;br /&gt;Se caminhar é sinónimo de errar, a viagem filosófica de António Quadros, por vias ainda não trilhadas, tem a humildade dos erros reconhecidos e inevitáveis a quem erra (caminha) mas também a novidade das certezas ganhas e o empenho das causas a triunfar.&lt;br /&gt;Perigoso? Não muito: porque a pátria de Quadros está longe de qualquer dogmatismo ou ideologia fechada e totalitária, é mesmo um bom antídoto contra as ideologias do Gulag.&lt;br /&gt;Pensamento em evolução, articulando com paciência de santo as peças soltas de um «puzzle» complexo e interminável que é a loucura portuguesa, ele escapa ao dogmatismo da razão cartesiana, realizando o conceito clássico de ensaismo (quase tão bem ou melhor que o seu adversário de ideias, António Sérgio) como ideação de hipóteses de trabalho sujeitas a confirmação experimental na mesa ou na retorta do laboratório.&lt;br /&gt;Curioso que Sérgio e seus «ensaios» estejam sempre na linha de mira critica de um ensaísta tão lúcido como A. Quadros.&lt;br /&gt;Assume ele as antinomias que têm dado lugar a algumas das mais fervorosas polémicas da cultura portuguesa, entre as quais ressalta o sebastianismo, essa avantesma do nosso pesadelo colectivo, esse mito que ainda não deixou de fermentar.&lt;br /&gt;Na obra «Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista» (1982-83, Ed. Guimarães) Quadros coloca-se entre a tese e a antítese, procurando a posição de síntese relativamente ao mito mais controverso da história portuguesa.&lt;br /&gt;Bons «argumentos» não lhe faltam, quer dizer, personalidades literárias de gabarito, que vão de Bandarra a Pascoaes, de António Nobre a Fernando Pessoa, de Almeida Garrett a José Régio.&lt;br /&gt;Dirão os seus críticos, que se acaba sempre por encontrar aquilo que se procura - como nas análises químicas... E que é sempre possível, armado de argúcia e largo conhecimento dos textos, descobrir nos símbolos as ideias que interessam à confirmação da tese sebastianista (ou outro símbolo qualquer).&lt;br /&gt;A verdade é que, no «reino flutuante» da linguagem cifrada, o decifrador ganha e perde sempre alguma coisa, já que não se trata de chegar a nenhum porto seguro, a nenhum alvo concreto, mas sim e apenas de viajar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDENTIDADE NACIONAL NO ROMANCE PORTUGUÊS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No actual romance português, onde o tema da identidade nacional é recorrente, vê António Quadros a confirmação do que vem pregando, como precursor, com indiscutível vigor e louvável cadência, desde pelo menos a década de 70, quando surgiu o jornal «57», onde me honro de ter colaborado a convite de António Quadros.&lt;br /&gt;Referindo-se aos romancistas que conhecem hoje, como diz, «uma enorme fortuna editorial e aparecem a representar a cultura portuguesa a nível internacional», António Quadros escreve: «Estamos perante um sinal de que, mais do que nunca, urge continuar a campanha iniciada no ano-chave de 1957, para nós o ano de tomada de consciência de toda uma geração.»&lt;br /&gt;Com a palavra «campanha» fica claro que o autor se sente investido de uma missão e vocacionado para um apostolado laico que tem realizado de forma entusiástica, mesmo contagiante. É, aliás, um dos traços marcantes dos seus ensaios, esse «élan» de apostolado que manifesta, reforçado pelo ritmo torrencial de publicação que tem mantido, sem desfalecimentos.&lt;br /&gt;«Portugal, Entre Ontem e Amanhã» e «A Arte de Continuar Português» (1976), «Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista» (1982-83), «Portugal, Razão e Mistério- l - Para uma Arqueologia da Tradição Portuguesa (1986) — II - Projecto Áureo ou o Projecto do Espírito Santo» (1987), são apenas alguns dos mais recentes títulos de uma produção inesgotável, onde a quantidade não parece ter sido inimiga da qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM ACOMPANHA A PEDALADA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurando embora as grandes sínteses, António Quadros tem agigantado uma obra que acaba por prejudicar, pela extensão, aquele primeiro e último desiderato. A sua capacidade de trabalho e de produção intelectual parecem não de um só indivíduo, mas de uma equipa (e talvez o segredo esteja no subconsciente nacional colectivo...).&lt;br /&gt;No entanto, torna-se imperioso ao leitor português acompanhar tão ágil pedalada. E não sei quantas cabeças, hoje, neste país, manicómio em autogestão, terão cabeça para isso.&lt;br /&gt;O que explica talvez o silêncio em volta. Tendo a maior parte dos seus livros um desafio polémico, ninguém no entanto se atreve a responder, quando se trata de analisar tão grande mole de hipóteses e teses. Arruma-se o assunto com um rótulo pejorativo, como já se arrumara, por exemplo, o Sérgio com outro rótulo pejorativo. É destino dos pensadores polémicos, neste Pais, ladrarem no deserto.&lt;br /&gt;Tanto a tarefa é de grupo, que movimentos como a «Renascença Portuguesa» se lançaram nela, no princípio do século, deixando-a no entanto incompleta. Em 1915, Pascoaes escreveu «A Arte de Ser Português", mas antes e depois dele os desvios deste povo (fugindo de si próprio para todos os brasis e índias) parece continuar. Será o nacionalismo português tão paradoxal que se caracterize exactamente pela aversão que temos, como povo, a ser portugueses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A VENDA DA PÁTRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, as démarches de intelectuais como A. Quadros estariam condenadas a uma eterna escalada de Sísifo.&lt;br /&gt;A venda da Pátria portuguesa ao pior internacionalismo europeu que é o imperialismo do dinheiro, da histeria consumista e da ganância bolsista, não deixa grande margem para alimentar a esperança desse 5.° Império do espírito que Pessoa glosou e Quadros reglosa. Saímos da alienação colonialista para entrarmos rastejantes como pedintes na Europa das empresas, onde não vejo lugar para nenhum dos valores da cultura e do espírito que A. Quadros exalta, analisa, carreia, com tónico optimismo.&lt;br /&gt;É um facto que o grande rio do espírito correu sempre oculto, sem dar nas vistas públicas. Mas quando não houver, «in extremis», nem território, todo plantado de eucaliptos, onde irá ocultar-se esse rio, essa ideia de Pátria da qual a obra de A. Quadros é o principal afluente?&lt;br /&gt;Sem uma ordem oculta organizada e de regras internas severas, não vejo como pode a Pátria portuguesa resistir à onda interna e externa de excrementos, violência e terror industrial que ameaçam engoli-la. Francisco Palma Dias, largamente analisado no livro de A. Quadros, seria a ponte possível. O seu verso «onde a terra acaba/amar começa», paráfrase de Camões, resume o universo. A Esperança surge, como diz a Bíblia, quando já não se espera mais nada. Nesse caso, Portugal está maduro: é a hora.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-3- quadros-1-5&amp;gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIOGRAFIA DE FICÇÃO RETRATA LIVRE-PENSADOR REPUBLICANO: ANTÓNIO QUADROS ESCREVE ROMANCE DE UM FILÓSOFO (**)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(**) Este texto de Afonso Cautela foi publicado no jornal «A Capital», na secção «Livros na Mão»,  16 de Abril de 1991&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem será a figura de intelectual e filósofo portuense retratada nesta  biografia de ficção acabada de publicar por António Quadros, com o  titulo «Uma Frescura de Asas»? Não sendo a questão mais importante que o  livro levanta, não deixa de ser uma das mais interessantes. Descobrir  um enigma, desvendar o que permanece velado, anima sempre a nossa  costela lúdica e essa proposta, como a de um romance policial, é feita  por Quadros a um nível de «suspense filosófico», capaz de arrastar o  leitor comum das intrigas superficiais em que o romanesco de consumo o  arrasta para o âmago das questões metafísicas. Aquelas, pelo menos, que  se encontram abordadas na obra: quem somos, para onde vamos, de onde  viemos? Enfim, a clássica e santíssima trindade das perguntas-mãe de  todas as perguntas e cuja (falta de) resposta é uma das razões para que  certa gente, mais exi-gente, se mantenha viva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O protagonista do romance que António Quadros, um tanto  surpreendentemente, nos apresenta, é um exemplar dessa raça de  exi-gente. Não se fica pelo conforto dos dogmas, pelo capacho das  certezas, pela ilusão das explicações ditas cientificas. Discute a  instituição religiosa tanto como o deserto (de ideias) positivista. Se  não fossem as questões de fundo metafísico, dá impressão que essa  estranha figura - cujo nome, se bem me parece, nunca é divulgado -  mergulharia no passado sem retorno que leva ao tradicional e já clássico  (especialmente entre portugueses) desfecho do suicídio. Ninguém se mata  por razões filosóficas, está bem de ver, mas o peso do seu pesadelo  pode ajudar muito à festa, como se vê neste doloroso percurso da um  doente («intratável» pela medicina positivista ainda hoje vigente),  contado por ele próprio, em carta a um abstracto amigo, entre 6 e 11 de  Novembro de 1915 pelas sete da tarde...&lt;br /&gt;O estratagema do «diário epistolar» encontrado pelo autor é outro dos  aliciantes para a narrativa. Afinal, o dilatado tempo de uma vida vem à  memória do narrador em cinco escassos dias, em poucas dezenas de horas. O  inventário de um itinerário, como um filme passado no vídeo a grande  velocidade, regra geral não consome muito tempo real. Mais tempo,  conforme se assinala, levou o livro a escrever entre Abril e Maio de  1990, conforme o autor indica. Local: Vale de Óbidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESCREVER AO RITMO DO PENSAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Novela filosófica» ou «biografia intelectual» de um livre-pensador em  plena eclosão do regime republicano, na cidade do Porto, o novo livro de  António Quadros é também a síntese das suas próprias inquietações  filosóficas e existenciais a que, ironicamente, ele chama de «teólogo  filosofante». Cartas a um amigo (vago, sem nome e sem rosto?), escritas  na cama de hospital onde se encontra convalescente de uma operação (à  próstata?), o personagem-narrador vive no palco das ideias o seu drama  existencial: não poder ser um «homem completo», ou seja, segundo o  esquema proposto, ter uma relação «normal» com as mulheres. O encontro  dele com D. Helena, na casa desta, a pretexto de um «chazinho», é o  «pivô» da parte (melo)dramática desta história, desta biografia, desta  vida romanceada e que, no estilo sempre cativante de António Quadros,  conta mais das suas próprias vivências intelectuais do que retrata  personagens ou descreve situações de alteridade.&lt;br /&gt;A «sinceridade» continua a ser a marca deste homem, escritor e filósofo -  deste «clerc» no sentido que lhe dava Julien Benda - que leva tão a  sério o oficio de viver como o de pensar e escrever. A novela de  confissões filosóficas agora publicada - romance numa cabeça? -  «corresponde para o autor - tal como se escreve na capa - a uma pulsão  íntima, um imperativo que o levou a atrasar por alguns meses a conclusão  da sua trilogia «Portugal, Razão e Mistério» de que foram publicados em  1986 e 1987 os dois primeiros volumes.» É o que todos nós, os leitores e  admiradores de António Quadros, mais lhe invejamos: a regularidade da  sua actividade criadora, ritmada como um relógio interior, segundo todos  os biorritmos naturais. Se ao menos um «ano sabático» nos desse a nós,  também, a hipótese de escrever o que há cinquenta anos adiamos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESCREVO, LOGO EXISTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em António Quadros - e apesar das múltiplas actividades em que se  diversifica a sua obra - não há dissociação de personalidades: a voz que  se revela, emocionada, nas obras de ficção, qualquer delas de  excepcional interesse para o exegeta da chamada «literatura pura», tem o  mesmo timbre de autenticidade e universalidade que «ouvimos» nas suas  obras de investigação, a que incansavelmente o autor se dedica e com a  mesma emoção dos contos ou das narrativas romanescas.&lt;br /&gt;Escrever existindo, existir escrevendo, e sempre com paixão, podia ser  um dos lemas definidores deste grande senhor da nossa cultura, que na  análise de Fernando Pessoa ou Hegel, de Leonardo Coimbra ou Mário de Sá  Carneiro, põe o mesmo entusiástico fervor, a mesma marca de empenhamento  e compromisso, o mesmo «engagement» humanista. Quadros, que traduziu  Camus, parece em tudo o que faz ter adoptado uma máxima deste malogrado  escritor francês: «solitário-solidário» podia ser também o seu lema, tão  bem o define também a ele; em tudo quanto António Quadros escreve, não  há sinal de egotismo ou egoísmo, mesmo que seja um diário intimista como  este que compõe o livro «Uma Frescura de Asas».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ALIMENTO DAS IDEIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme nos é revelado na nota informativa da capa, «a invenção  novelística deste livro inspira-se em personagens e actos históricos,  velando contudo o nome daqueles e procurando ser fiel ao significado  destes».   &lt;br /&gt;Se assim for, um outro rótulo - o de «biografia romanceada» - lhe  assenta também: «E é assim que podemos seguir não só a agitação do  período da propaganda republicana, a questão do Ultimatum, a revolução  do 31 de Janeiro, o exílio dos seus promotores em Paris.»&lt;br /&gt;Mas, apesar de enigmático nas perguntas que deixa sem resposta, o estilo  de Quadros, sem evocar o nevoeiro sebastianista, é suficientemente  luminoso nos próprios símbolos herméticos que propõe.&lt;br /&gt;Dá gosto ler Quadros, um autor que nos convida a pensar. Para quem as  ideias são alimento indispensável. Autor que consegue fazer de um  «romance filosófico» uma narrativa tão emocionante como um «policial» ou  um conto de «suspense»&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; (*) «Uma Frescura de Asas», António Quadros, Colecção  Europavizinha, nº 7, Europress, 1971&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-414500526457670060?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='ANTÓNIO QUADROS: UM PENSADOR POLÉMICO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/414500526457670060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/414500526457670060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/05/antonio-quadros-um-pensador-polemico.html' title='ANTÓNIO QUADROS: UM PENSADOR POLÉMICO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-wnq05FQzTmE/TcbXrOcqsbI/AAAAAAAABUs/CJM1O5pMVgw/s72-c/quadros-5-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-6566998154588594366</id><published>2011-04-12T03:18:00.000-07:00</published><updated>2011-04-12T03:29:44.926-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>GURDJIEFF COM A AJUDA DE PAUWELS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-gOwqa95DFUk/TaQpa6I8UMI/AAAAAAAABTk/ZXXc3O6QElU/s1600/gurdjieff-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-gOwqa95DFUk/TaQpa6I8UMI/AAAAAAAABTk/ZXXc3O6QElU/s400/gurdjieff-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594642179361099970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-yGy5tqh7Ybg/TaQpOY6v_qI/AAAAAAAABTc/Y-bKG3nAKSE/s1600/ouspensky-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 262px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-yGy5tqh7Ybg/TaQpOY6v_qI/AAAAAAAABTc/Y-bKG3nAKSE/s400/ouspensky-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594641964284772002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;gurdjieff&amp;gt; &lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;inéditos favoritos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PENSADORES 2013&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; RELENDO GURDJIEFF COM A AJUDA DE PAUWELS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ANTECEDENTES DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; INTUIÇÕES AC 1964&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;&lt;gurdjieff-if&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;domingo, 15 de Setembro de 2002&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fv - [inédito 1964]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A BESTA ADORMECIDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sob a influência da leitura de «Monsieur Gurdjieff», de Louis Pauwels&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A neurose ou habitat neurótico&lt;br /&gt;Alienado às forças que o manejam, comandado por causas que desconhece, mistificado por mitos que inconsciente ou involuntariamente alimenta e coadjuva, o homem das sociedades industriais (a leste e a oeste, capitalistas e socialistas), por muitos desportos que pratique, por muitas olimpíadas em que participe, por muita tecnologia que o conforte e muitos ideais de propaganda que o embalem, por muitos governos que o sirvam mas que ele acaba por servir, é apenas um  drogado, dormindo um interminável sono cataléptico, letárgico ou sonambúlico.&lt;br /&gt;A máquina humana funciona apenas e sempre de meio para servir fins alheios, de objecto para uso dos que, em nome da pátria, do progresso, de deus, do partido, da classe, da liberdade, etc,. dele se servem.&lt;br /&gt;Atrofiado ou hipertrofiado, conforme importa ou interessa às instituições que a usam, alienada a tudo o que a transforma de sujeito em mero objecto ou utensílio, a chamada «máquina humana» -- como dizem os cientistas da fisiologia!... -- que os humanistas designam de maravilhosa, é para cada indivíduo, à mercê de todos os «humanistas», apenas um pesadelo, uma doença, um fardo. O desporto -- mentira máxima dos humanistas -- não se destina a desenvolver a máquina e a coordenar-lhe harmoniosamente as funções mas apenas a fazer dela a máquina de competições» que sirva nas pistas e estádios + ou - olímpicos.&lt;br /&gt;O desporto, no clima de alienação geral, é apenas uma fábrica de mitos com que se jugulam massas ou se estabelece competição de homem para homem, de região para região, de cidade para cidade, de país para país, de continente para continente.&lt;br /&gt;O desporto é mais uma forma (uma força) de alienação, uma forma de distrair e adiar, de adiar e distrair, de tornar dóceis grandes massas humanas para os fins últimos que as potências se propõem, de as escravizar à vontade dos que (hipocritamente em nome delas) delas decidem.&lt;br /&gt;O habitante das sociedades hiper(des)organizadas, dorme. Este sono, porém, não tem o carácter de um sono sadio e reparador (restaurador de energias) mas sim o carácter mórbido de uma intoxicação colectiva.&lt;br /&gt;Karen Horney chamou-lhe a «personalidade neurótica do nosso tempo», mas não é necessário perfilhar a doutrina psicanalítica para reconhecer um estado ou clima geral para o qual os homens procuram remédio em (paradoxalmente) mil outras formas de sono, esquecimento ou intoxicação: álcool, drogas, estupefacientes, religiões, ópios -- eis os sonos a que recorre para não se lembrar que dorme. Ainda que inconsciente, o estado de alienação é para ele insuportável e procura derivativos, ersatzs que o adormeçam e entorpeçam mais profunda, mais completamente.&lt;br /&gt;Neste contexto, se algum há com «forças para reagir» é ele afinal que adquire sintomas neuróticos. O que reage, por uma explosão ou descontrole de nervos, por uma revolta ou inconformismo sistemáticos, às condições mórbidas do ambiente, à sociedade doente, o que resiste e reage, é afinal o inadaptado.&lt;br /&gt;O que surge nas clínicas para curar a sua «neurose» é efectivamente o amoral e às vezes o suicida, o que ainda possui demasiada saúde ou individualidade, o que procura «curas de sono» porque tem ainda consciência do sono colectivo. Para os que se julgam sãos, é ele o doente.&lt;br /&gt;Mas para quem saiba que doente é a sociedade e doentes os que se incorporam nela sem desajustes e sem resistência e sem crítica e sem relutância -- facilmente se concluirá que os neuróticos ou normais são ainda, no meio da demência colectiva, os únicos sãos.&lt;br /&gt;Pensaram alguns que, se na sociedade está a doença, ninguém individualmente poderá nada contra um estado de coisas colectivo. Freud e a psicanálise, Mesmer e o magnetismo animal, por exemplo, teriam sido tentativas, historicamente localizadas mas frustradas, de curar as neuroses individuais.&lt;br /&gt;Pensaram outros, entretanto, que a político-terapia seria um caminho, porque só transformando politicamente as sociedades, o indivíduo poderá curar-se.&lt;br /&gt;Até agora e entretanto, porém, as soluções políticas totalitárias assemelham-se muito àquela receita panglossiana que para curar a dor de cabeça manda cortá-la. Cortando o mal pela raiz, as soluções totalitárias teriam suposto que eliminavam o mal -- a neurose generalizada -- apenas porque eliminaram de facto o sujeito ou indivíduo. Se era isso o que se pretendia (o que vinte séculos de retórica humanista judaico-cristã pretenderam com a exaltação do indivíduo e da «pessoa humana») então já o conseguiram. E acabaram-se os problemas.&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;(*) Repescagem de 1964 em 1989&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;1-2 - &lt;gurdjieff-2-ls&gt;  domingo, 22 de Dezembro de 2002-scan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À MARGEM DO LIVRO «MONSIEUR GURDJIEFF»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A DOENÇA DA CIVILIZAÇÃO (*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;29-8-1963&lt;/span&gt; , in «Diário de Notícias» (Lisboa) ] - A neurose ou nevrose generalizada de que sofre toda ou quase toda a humanidade dita civilizada traduz-se principalmente e em ultima análise na doença da vontade, na sua como que atrofia secular, agravada pelo peso e pesadelo de uma educação cada vez mais atrofiante e de uma guerra de nervos à escala mundial cada vez mais aterradora ou terrorística. A vontade não é vontade, mas um simulacro de vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diria Gurdjieff, nós não temos vontade, temos desejos, que, por sua vez, não passam de hábitos disfarçados. Algo nos move, não somos nós que nos movemos. Por isso auto-móveis são os propriamente ditos e não nós...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal problema que o médico alienista ( psiquiatra, psicanalista) hoje defronta é, pois, o da vontade, que foi e continua sendo um objecto de estudo e nada mais; estuda-se, subdivide-se, fazem-se tratados e filosofa-se sobre a vontade, sabe-se tudo ou quase tudo acerca dela menos como usá-la, menos como ter vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;« A cette époque, il me semblait que la manque de volonté était la «bête noire» dans le traitement des nevroses.» - afirma, em 1927, o doutor Young, discípulo de Jung. E é a seu propósito que Louis Pauwels escreve na página 182 do livro(1) que estamos referindo: «alguns anos após de aprofundamento e aplicação da psicanálise, ele (refere-se a Young) põe a única questão importante, aquela que Jung não ousa enfrentar, nem, por maioria de razão, Freud: a questão da vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata, evidentemente, desta vontade descrita nos manuais de psicologia clássica, mas se assim se pode dizer, da vontade da vontade, ou, noutros termos, da mola número um da libertação do homem.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NEVROSE GENERALIZADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nevrose generalizada é um facto conhecido e reconhecido pelos médicos alienistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Toda a gente sofre dos nervos» - seria a expressão comum com que se banalizou uma das mais trágicas realidades do nosso tempo, realidade contra a qual pouco podem as forças até agora desencadeadas para a combater. A ciência médica parece que teria continuado aliás mais empenhada em defender dogmas teóricos do que em curar doentes, a fazer fé no que afirma ainda o dr Young na página 181 do livro «Monsieur Gurdjieff»:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Eu estava, sem dúvida. um pouco desencorajado pela inconsistência e ambiguidade dos resultados da terapêutica analítica, comparados aos resultados concretos da cirurgia que eu próprio tinha praticado bastante, antes e durante a guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Este desencorajamento profundo era agravado pelos cantos de júbilo dos sectários obtusos que aclamavam uma técnica esclerosada logo que inventada, e também pelas discussões dos meus confrades analistas, mais preocupados em defender pontos de vista dogmáticos do que em curar os doentes. A cura, para os mais eminentes, parecia ter-se tornado um problema imediatamente sem interesse e eu começava a encontrar-me, com desespero, entre os cépticos que modificando os termos da brincadeira clássica: «A operação foi um êxito mas o paciente morreu», lançavam a fórmula: «A análise foi um êxito, mas o paciente suicidou-se.» Em resumo, a psicologia moderna parecia-me pretender muito como ciência e por aí se tornava ridícula e muito pouco como arte  e por aí se empobrecia.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perante este e outros testemunhos, é que parece justificada uma crescente sensação de logro perante a medicina oficial. O grande e maior problema, a grande e maior doença, é a da vontade. No entanto a ciência até hoje nada fez, nada faz , nada consta que esteja resolvida a fazer, de prático, de efectivo, de realmente eficaz na sua terapêutica. Espécie de peste do nosso tempo, a « epidemia» neurótica, ao lado do cancro generalizado pela progressiva viciação do ar respirável - eis as doenças da Hipercivilização contra as quais a ciência hipercivilizada continua impotente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pretendendo recusar à ciência revelada, oficial ou académica, os poderes que efectivamente tem para debelar outros tipos de doença que não sejam as «doenças da civilização», cremos que, quanto a estas, ia sendo tempo de pedir à ciência académica que abrisse os olhos e percebesse que outros caminhos, extra-académicos , se terão de abrir.&lt;br /&gt;----&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(') Louis Pauwels , «Monsieur Gurdjieff,» - documentos, testemunhos, textos e comentários sobre uma sociedade iniciática contemporânea - Editions, du Seuil, Paris, 1954.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;----&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Este texto de Afonso Cautela, 5 estrelas pela antecipação das intuições fulcrais, foi publicado no suplemento literário do «Diário de Notícias», dirigido então por Natércia Freire que lá me acolhia os textos. Foi publicado no dia 29 –8-1963 ♦&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINKS RELACIONADOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2008/01/hiptese-ovni-1978.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.catbox.info/catbooks/+the-way-pdf+/Guiao-0-GF-HV.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.catbox.info/catbooks/+the-way-pdf+/zen-2-ac-mc.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://ecologiaemdialogo.blogspot.com/2009/02/abjeccao-1961.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.catbox.info/catbooks/+the-way-pdf+/Episte-1-8-SW-BA+Capa.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/gurdjieff-2-ls&gt;&lt;/gurdjieff-if&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-6566998154588594366?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/6566998154588594366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/6566998154588594366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/04/gurdjieff-com-ajuda-de-pauwels.html' title='GURDJIEFF COM A AJUDA DE PAUWELS'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-gOwqa95DFUk/TaQpa6I8UMI/AAAAAAAABTk/ZXXc3O6QElU/s72-c/gurdjieff-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-5640649997972012478</id><published>2011-04-09T02:04:00.000-07:00</published><updated>2011-04-09T02:31:50.711-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>A DIVINDADE DE JESUS NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-hfM0hQidtG4/TaAnBHiSIZI/AAAAAAAABTM/diiBglX2h28/s1600/jesus-5-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 262px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-hfM0hQidtG4/TaAnBHiSIZI/AAAAAAAABTM/diiBglX2h28/s400/jesus-5-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593513637350351250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-B1vlbev7CJY/TaAmueSKO1I/AAAAAAAABTE/RQ-K48d_44U/s1600/jesus-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 258px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-B1vlbev7CJY/TaAmueSKO1I/AAAAAAAABTE/RQ-K48d_44U/s400/jesus-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593513317039225682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-MzxCfAb_-mQ/TaAmZ9dDuhI/AAAAAAAABS8/ALYS7k4O95s/s1600/jesus-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 269px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-MzxCfAb_-mQ/TaAmZ9dDuhI/AAAAAAAABS8/ALYS7k4O95s/s400/jesus-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593512964629182994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-UlKePqMS5QU/TaAmLOpVn1I/AAAAAAAABS0/be3OUb6Gbos/s1600/jesus-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 279px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-UlKePqMS5QU/TaAmLOpVn1I/AAAAAAAABS0/be3OUb6Gbos/s400/jesus-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593512711546052434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-qi6TMnUnz_g/TaAl1CaIZ2I/AAAAAAAABSs/NdxAioNPo48/s1600/jesus-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 265px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-qi6TMnUnz_g/TaAl1CaIZ2I/AAAAAAAABSs/NdxAioNPo48/s400/jesus-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593512330303924066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-5640649997972012478?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/' title='A DIVINDADE DE JESUS NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/5640649997972012478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/5640649997972012478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/04/divindade-de-jesus-na-biblioteca-do.html' title='A DIVINDADE DE JESUS NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hfM0hQidtG4/TaAnBHiSIZI/AAAAAAAABTM/diiBglX2h28/s72-c/jesus-5-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-6570772927872660374</id><published>2011-04-08T03:05:00.000-07:00</published><updated>2011-04-08T03:37:06.428-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>STANISLAV LEM: O FUNDO TOTALITÁRIO DA TECNOCRACIA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-e6ZV77TjgaM/TZ7k966eBqI/AAAAAAAABSk/Zh239bUeaRQ/s1600/lem-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 206px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-e6ZV77TjgaM/TZ7k966eBqI/AAAAAAAABSk/Zh239bUeaRQ/s400/lem-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593159539678381730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-DyQPw5QMQng/TZ7krfjpqSI/AAAAAAAABSc/275NDVwy7U0/s1600/lem-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 252px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-DyQPw5QMQng/TZ7krfjpqSI/AAAAAAAABSc/275NDVwy7U0/s400/lem-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593159223097272610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-Rn18VwZ3c7M/TZ7kWW-dwCI/AAAAAAAABSU/juixmFvT990/s1600/lem-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 314px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Rn18VwZ3c7M/TZ7kWW-dwCI/AAAAAAAABSU/juixmFvT990/s400/lem-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593158860016566306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-4 domingo, 7 de Dezembro de 2003 -lem-md-ls-gl&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;merge de 3 files da série &lt;lem&gt; &lt;/lem&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;lem-1&amp;gt; livros sobre livros - gato das letras 1ª linha - notas de leitura - diário de um leitor (des)atento &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM CRAQUE DA FICÇÃO MUNDIAL: A «GUERRA LIMPA» DE STANISLAW LEM (***)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10/7/1992&lt;/span&gt; - O maior dos pequenos livros ultimamente editados entre nós, ou o mais pequeno dos maiores, poderia ser o «slogan» para celebrar o novo título aparecido na famosa colecção de capa negra, B, mantida pela Estampa há vários anos.&lt;br /&gt;O polaco Stanislaw Lem apresenta-se na sua melhor forma, com esta «Biblioteca do Século XXI»(*), livro que, denso como um ovo, elimina de um trago muita literatura inútil e premiada, ao mesmo tempo que repõe a dignidade da ficção como técnica de conhecimento para lá dos limites do racional.&lt;br /&gt;De repente, apenas com 156 páginas formato mini-bolso, temos consumado o processo da tenebrosa sociedade industrial, sem alibis que a defendam e justifiquem, totalmente a claro o fundo totalitário da tecnocracia, a violência intrínseca da tecnologia de ponta que, nascida da guerra e com ela aperfeiçoada, a ela retorna, para se autoreproduzir.&lt;br /&gt;Ter-se servido da ficção científica para desmontar todo o abominável da sociedade industrial, é com certeza um dos motivos que fazem de Stanislaw Lem um autor de primeira fila entre os escritores de todos os tempos. Mas outros motivos há, como por exemplo a sua arte danada para condenar, de uma penada, ambos os termos do género -- «science fiction» -- em que teimam em catalogá-lo. De uma cajadada, mata ele dois coelhos: a ficção romanesca tal como a conhecemos, alfobre de intrigas (palacianas e/ou burguesas) para queimar tempo, e a ciência, na sua estrutural abjecção, mãe de todas as abjecções.&lt;br /&gt;Não será este trabalho depurador de lixo o único mérito de Stanislaw Lem mas é, com certeza, um dos motivos que leva a preferi-lo por quem sabe que não tem tempo a perder com jogos de computador iguais a jogos de guerra.  Stanislaw Lem enfileira entre os defensores do ambiente mais dotados e proveitosos. Ao inventariar a porcaria do nosso século -- inventário que constitui a matéria da tal «biblioteca do século XXI» a que se refere o título da obra --, ao realizar o que nenhum banco de dados teve a coragem ainda de fazer (meter a abjecção em computador), o autor realiza uma das operações mais vastas de higiene e profilaxia que já foram efectuadas. É a chamada «guerra limpa». Juntamente com o filme de Oshima «O Império dos Sentidos», mais o Pasolini de «As 120 Jornadas de Sodoma», era este o livro propedêutico que eu recomendava para prova geral de acesso às escolas. Infantes de todas as idades, incluindo políticos, devem lê-lo até à última das suas sóbrias 156 páginas, formato mini-bolso, como o breviário de todas as glórias a que aspiram. Livro pai de todos os livros, ou seja, a bíblia do apocalipse, «Biblioteca do Século XXI» põe o dedo na ferida, ao ficcionar a informação inflacionária de um mundo que tem, no bombardeamento de dados (e mensagens mediáticas) o contraponto lógico e ecológico dos bombardeamentos sobre o Iraque, para salvar a civilização ocidental, ou qualquer outro eventual alvo dos que serão sempre necessários para gastar munições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CONGESTIONAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta-se como consegue Stanislaw Lem, ao mesmo tempo, não nos nausear com tantos milhões de cadáveres e distanciar-nos o suficiente deles para sabermos quem os fabrica? Pelo processo clássico de todos os verdadeiros modernistas, podia ser a resposta: usando o Humor como categoria vectorial do Espírito e não levando jamais a sério nenhuma das solenes anedotas da «racionalidade» económica que nos rege. Pelo Humor, ele pulveriza também os cânones da ficção que mandam entrar a marquesa X, às cinco horas e meia, no fiacre que a conduzirá a casa de madame Y, tudo isto em, pelo menos, duas páginas de suculenta e barroca prosa. O truque manipulatório da ficção que enche não só os horários da televisão como a maior parte da torrente editorial que nos alimenta, é aqui, por omissão, tornado apenas um personagem de ficção irrisório. Aliás, com a perspectiva de escala -- a que os surrealistas, para facilitar, chamaram Humor, timbre da modernidade -- tudo faz de conta e o que conta é apenas o essencial: quer dizer, o que nunca foi nem será dito.&lt;br /&gt;Lem serve-se da ficção para amortecer o choque das suas teses polémicas e chega a confessá-lo, com certa ingenuidade.&lt;br /&gt;Não estamos, evidentemente, perante um autor de massas, nem sequer de elites, candidato a «best-seller», ou eventual premiado de um júri com maioria aritmética da APE. Lem é do contra, radical e definitivamente do contra, anda cá, na literatura e na vida, por acaso. Leu tudo o que a ciência deste tempo e mundo lhe deu para ler e desse cisco, desse lixo, devolve-nos o «flash» rápido que, à beira do abismo, nos permite ver em que abismo estamos à beira. O maior perigo deste perigoso iconoclasta vem do possível encorajamento que ele vai dar, que ele tem dado, a todos os autores «out-siders» que, por esse mundo, meteram as teses loucas na gaveta e desistiram de pensar, de escrever, de publicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM «CRAQUE» DA FICÇÃO CIENTÍFICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que faz a diferença, como diz a publicidade, entre o escritor polaco e a divulgação científica corrente, ficará bem ilustrado se compararmos a forma como ele trata certos temas nestas narrativas e a forma como os mesmos são tratados (ou omitidos) em autores da moda como Carl Sagan (nas especulações de astronomia) ou Alvin Toffler (no capítulo dos computadores). O que faz a diferença é uma visão crítica por parte do escritor europeu face ao «beatismo» que transpira em todas as letras de Sagan (a vedeta) ou de Alvin Toffler, o advogado da terceira vaga.&lt;br /&gt;Considerado por alguns analistas um dos maiores nomes da actual ficção científica, raramente ou nunca ele aparece em antologias e colecções portuguesas da especialidade. Com a honrosa e única excepção da «Caminho de Bolso», onde há quatro títulos(**) de Stanislaw Lem, um deles, -- número 1 da colecção, «Memórias Encontradas numa Banheira» -- dificílimo de encontrar. Os peritos em «sf» parece não engraçarem lá muito com ele e mesmo a colecção mais atenta ao fantástico de qualidade -- o  «livro B», da Estampa -- só agora se lembra de Lem, ao atingir o número 53 e já depois de ter lançado alguns dos maiores nomes do fantástico, Vian, Bierce, Lovecraft, Allais, Lagerloff, Henry James, Nerval, Borges, etc. Mas não perdeu pela demora: com «A Biblioteca do Século XXI», denso que nem um ovo, podemos agora respirar a atmosfera sem ozono de Lem na melhor das companhias, planeta perfeitamente indicado num sistema solar de grandes estrelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PERSPECTIVA DE ESCALA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queiram ou não os puristas da «sf», há uma tese deliberada nas narrativas de Stanislaw Lem, que se poderia resumir assim: uma desmontagem ao modelo logarítmico do crescimento, mas uma desmontagem de tal modo global e simultaneamente pormenorizada, como se fosse feita ao telescópio de outro planeta, que se torna irrespondível por qualquer das sofísticas adrede preparadas, por onde e com as quais o sistema reinante se costuma escapar.&lt;br /&gt;Levando às últimas consequências -- pelo truque da antecipação -- o absurdo da racionalidade científica, tecnológica e económica, inutiliza esse absurdo no plano teórico e, portanto, abre campo à construção inevitável de uma outra racionalidade. Se, à luz do simples bom senso ou mesmo do senso comum, é impossível ao modelo de crescimento continuar crescendo até ao infinito, basta ao escritor evidenciar as contradições que essa contradição inicial gera, para se ter um espectáculo verdadeiramente «fantástico».&lt;br /&gt;Fictícia ou não, fantástica ou não, a tese de Stanislaw Lem (e seu segredo de Polichinelo) obriga-nos a alterar a óptica com que lemos os factos noticiados pelos «mass media». À luz deste seu ponto de vista -- com posto de observação em Marte -- a versão que temos e nos foi dada pelo sistema mediático mundial da última guerra do Golfo, por exemplo, é no mínimo irrisória. Quando vemos por dentro, com a ajuda de Lem, como funciona o sistema e que nada foi deixado ao acaso, o suspense vivido pelos 41 dias de guerra surge como uma descomunal montagem de teatro e nunca a expressão «palco de guerra» foi tão adequada. Tal como chegou a ser dito durante a Guerra do Golfo -- mas logo calado -- e tal como este «observador de Marte» nos adverte, o napalm caiu sobre o Iraque, enquanto o maior ênfase dos «media» era dado ao eventual ataque químico sobre Israel que, afinal, o Iraque não chegou a consumar...&lt;br /&gt;O estratagema mostra-se eficaz: levando às últimas consequências a lógica interna do absurdo sistema do crescimento ilimitado e mostrando que o resultado só pode ser a sua autodestruição, o quadro de horror liofilizado (científico-cirúrgico) mostrado por Lem demonstra que a alegada racionalidade científica e tecnológica é, no médio e no longo prazo, a pura expressão do irracional. Quer dizer: do absurdo. E demonstra-o também «cirurgicamente», com anestesia, servindo-se das armas do inimigo.&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;(*)«Biblioteca do Século XXI -- Novelas Fantásticas», Stanislaw Lem, Col. Livro B, Editorial Estampa&lt;br /&gt;(**) «Memórias Encontradas numa Banheira», «Congresso Futurológico», «Viagens de Ijon Tichy» e «A Máscara», números 1, 31, 45 e 113 da Colecção «Caminho-Ficção Científica», Editorial Caminho&lt;br /&gt;(***) Este texto de Afonso Cautela foi publicado no jornal «A Capital», secção «Livros na Mão», 11/Junho/1991&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;lem-3&amp;gt; scan -  quinta-feira, 20 de Junho de 2002&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM ESCRITOR SEM ESPERANÇA (*)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;[(*) Este texto de Afonso Cautela foi publicado no semanário « Mar Alto», na rubrica Temas de Amanhã, em 19-7-1972&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No número 17 da revista Le Nouveau Planète (Julho de 1970), Jacques Bergier publica um estudo sobre a obra de Stanislaw Lem, autor polaco de ficção científica, jornalista de profissão e cujo pessimismo radical o distingue de quase todos os autores do género.&lt;br /&gt;Jacques Bergier, que diz discordar das teses materialistas de Stanislaw Lem não deixa de lhe reconhecer um formidável talento de escritor e uma rara bagagem de cientista. Totalmente desconhecido em Portugal, Stanislaw Lem tem várias obras traduzidas para o francês&lt;br /&gt;Retour das étoiles&lt;br /&gt;L'Invasion venue d'Aldébaran ;&lt;br /&gt;Edem;&lt;br /&gt;L'Invincible ;&lt;br /&gt;La Formule du professeur Limvatar.&lt;br /&gt;Ed. Denoel : Journal das étoiles ; Le Livre des robots ; La Cybériade ; Solaris&lt;br /&gt;Ed. Gallimard : Feu Vénus.&lt;br /&gt;Resumindo as teses de Lem, podemos dizer que elas convergem sempre em um ponto: o universo é inexplicável e o homem vive mergulhado numa absoluta solidão cósmica, da qual não há saída nem esperança. Da qual não há futuro possível.&lt;br /&gt;Ao contrário do postulado optimista que o racionalismo do século XIX divulgou até aos nossos dias, e segundo o qual o universo é cognoscível - só questão de dados adquiridos, pois mais cedo ou mais tarde o homem decifrará todos os enigmas que o cercam - Lem coloca as suas personagens perante barreiras intransponíveis. Principalmente barreiras de comunicação.&lt;br /&gt;«O cérebro contém um calculador analógico podendo construir nos seus circuitos um modelo do universo que se deixa em seguida interpretar e que faz com que o universo possa sempre ser compreendido».&lt;br /&gt;Este postulado, segundo Jacques Bergier, nem sempre é formulado tão nitidamente mas está sempre presente no espírito do cientista e constitui a sua razão de viver. Pensa-se que, se com a ajuda de máquinas extremamente caras, fornecermos ao cérebro humano dados suficientes sobre as partículas últimas da matéria, o cérebro humano poderá então compreender a matéria e, a partir desta matéria, tudo o resto.&lt;br /&gt;Sempre, portanto, a mesma fé, a mesma convicção, a mesma crença: o cérebro é uma máquina que pode decifrar todo o universo, compreender tudo, sob a única condição de possuir dados. Precisará de computadores para compreender estes dados, relacioná-los e interpretá-los. mas a vitória final está assegurada.&lt;br /&gt;Ora Stanislaw Lem contesta radicalmente essa crença, esse postulado e essa vitória. É mesmo - segundo Jacques Bergier - o primeiro escritor de science-fiction a rejeitar o que toda a ciência oficial tem como indiscutível e inabalável. E não o faz em volumes filosóficos de restrita audiência mas através de romances apaixonantes cuja tiragem global atinge milhões de exemplares em um grande número de línguas.&lt;br /&gt;Stanislaw Lem como o professor Jacques Monod, prémio Nobel francês, como o professor Pierre Auger e como muitos outros espíritos, deve pensar que os limites da imaginação estão muito próximos e sofre com isso. Não retira nenhuma alegria do aspecto feérico e fantástico do Universo. Está bem longe da mentalidade do biologista inglês J.B.S. Haldane (materialista e marxista, também e todavia) que dizia: «Colecciono o que é realmente bizarro em química e física e nunca neglicencio nada».&lt;br /&gt;O choque de pensamento entre posições opostas como as de Jacques Bergier (um teilhardiano convicto) e Stanislaw Lem (um marxista pouco ortodoxo) é não só um curioso espectáculo de tolerância intelectual mas um fascinante exemplo a seguir para quem deseja avançar em novas direcções a caminho do desconhecido : seja ele, o futuro, possível ou impossível.&lt;br /&gt;- - - - -&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*) Este texto de Afonso Cautela foi publicado no semanário « Mar Alto», na rubrica Temas de Amanhã, em 19-7-1972&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;lem-2&amp;gt; gato das letras - 1ª linha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STANISLAW LEM: OBRAS EM EDIÇÃO PORTUGUESA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEM, Stanislaw - Congresso Futurológico -  1ª Ed 86-  Col. Caminho de Bolso - 192 Pág. - Ed. Caminho&lt;br /&gt;LEM, Stanislaw -  Fiasco - 1ª ed. 89 - Col. Nébula - 312 Pág.  - Ed. Europa - América&lt;br /&gt;LEM, Stanislaw - A Máscara - 1ª Ed 90 - Col. Caminho de Bolso - Série Ficção Científica - 194 Pág - Ed. Caminho&lt;br /&gt;Lem, Stanislaw - Memórias Encontradas numa Banheira - 1ª Ed 84 - Col. Caminho de Bolso - Ed. Caminho&lt;br /&gt;LEM, Stanislaw - Regresso das Estrelas - 1ª Ed 83 - Col. Livros de Bolso - Série Ficção Científica -188 Pág. - Ed. Europa América&lt;br /&gt;LEM. Stanislaw - Solaris - 1ª Ed 83 - Col. Livros do Bolso - Série Ficção Científica - 184 Pág. - Europa América&lt;br /&gt;LEM, Stanislaw - Viagens de Ijon Tichy - 1ª Ed 87 - Col. Caminho de Bolso - 192 Pág. - Ed. Caminho&lt;br /&gt;LEM, Stanislaw - A Voz do Dono - 1ª Ed 85 - Col. Livros de Bolso - Série Ficção Científica - 144 Pág.- Ed. Europa-América&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.cyberiad.info/english/main.htm■&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-6570772927872660374?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/countdown/countdown.htm' title='STANISLAV LEM: O FUNDO TOTALITÁRIO DA TECNOCRACIA'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/6570772927872660374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/6570772927872660374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/04/stanislav-lem-o-fundo-totalitario-da.html' title='STANISLAV LEM: O FUNDO TOTALITÁRIO DA TECNOCRACIA'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-e6ZV77TjgaM/TZ7k966eBqI/AAAAAAAABSk/Zh239bUeaRQ/s72-c/lem-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-8999525812660256165</id><published>2011-04-08T02:33:00.000-07:00</published><updated>2011-04-08T03:00:48.169-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>D.H.LAWRENCE: OS CAMINHOS DO MARAVILHOSO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-mMv8odYepz8/TZ7cbDQp5oI/AAAAAAAABSM/egblQGBlH18/s1600/lawrence-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 272px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-mMv8odYepz8/TZ7cbDQp5oI/AAAAAAAABSM/egblQGBlH18/s400/lawrence-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593150144530474626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-VBl3VyYqC_U/TZ7cDzZUnMI/AAAAAAAABSE/mkc3fLPU84U/s1600/lawrence-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-VBl3VyYqC_U/TZ7cDzZUnMI/AAAAAAAABSE/mkc3fLPU84U/s400/lawrence-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593149745134869698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-XExjzCJS1LM/TZ7bwp_zkPI/AAAAAAAABR8/9XJu-TOFqNs/s1600/lawrence-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-XExjzCJS1LM/TZ7bwp_zkPI/AAAAAAAABR8/9XJu-TOFqNs/s400/lawrence-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593149416194412786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;lawrence-1&amp;gt; quinta-feira, 13 de Junho de 2002&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;solta ou em secção «releituras do acaso» - suplemento «Largo» - 3772 caracteres - hipóteses para ilustrar: retratos de D.H. Lawrence, Henry Miller, Henri Michaux, etc - correspondências mágicas - caminhos do maravilhoso - releituras do Acaso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VANGUARDA, REGRESSO ÀS ORIGENS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3/2/1992&lt;/span&gt; - Em pintura, as aquisições da revolução modernista foram, quase sempre, a descoberta do que permanecera até então virgem dos olhos ocidentais do colonizador branco, no tempo e principalmente no espaço. E a arte dos chamados «povos primitivos» passou ao primeiro plano das revistas e casas da especialidade. Generalizou-se mesmo um snobismo do exótico, que houve aliás em todos os tempos mas a que a sensibilidade ocidental (europeia, norte-americana e satélites) se tem mostrado particularmente sensível, talvez com objectivos turísticos.&lt;br /&gt;Apaixonado pelos padrões de vida diferentes do padrão Ocidental, o profeta e escritor de língua inglesa David Herbert Lawrence, deixou impregnar a sua obra de culturas alheias e quase adoptou como suas: o México de «A Serpente Emplumada», e a Austrália de «O Canguru».&lt;br /&gt;Henry Miller, outro crítico implacável da «civilização» ocidental, adoptou como suas, outras culturas e outras obras. Manifesta, por exemplo, é a sua predilecção pela tradição dos magos e alquimistas, nomeadamente numa das obras capitais do seu pensamento, «Souvenirs, Souvenirs».&lt;br /&gt;Henri Michaux -- pesquisador das realidades-limite, sempre em viagem fora e dentro de si, à procura de novas ópticas para compreender aspectos da realidade que a razão até agora não esgotou -- não inventou apenas países na sua imaginação, mas viveu em outros que se diriam «imaginários» de tão desconhecidos e desprezados. Michaux, que leu poetas chineses e místicos hindus, conferiu à poesia atribuições que muitos ignoram mas de que ele foi arauto e profeta. Será que sem essa universalidade, e essa gama de pesquisas nas mais diversas experiências, o poeta hoje já pouco ou nada tem a descobrir que valha a pena dizer ao homem da sociedade industrial, estandartizado pelos próprios produtos standart a que se reduziu todo o processo de criação?&lt;br /&gt;Movidos quase só pelo exótico, recordam-se alguns autores que captaram de culturas não ocidentais os aspectos por vezes só exteriores mas que tinham afinidades com a sua própria linguagem: Venceslau de Moraes e Camilo Pessanha são casos bem conhecidos na literatura de autores portugueses.&lt;br /&gt;Pode ser uma minoria de vinte milhões (os negros americanos dentro da população) ou apenas de algumas unidades. Mas o que define as minorias -- a solidariedade universal -- torna-as na soma e totalidade da (?) maioria absoluta. Só que, por distribuição irregular de riquezas, as minorias aparentes são as maiorias reais (em poder económico e político) e as minorias reais são as maiorias aparentes.&lt;br /&gt;Exemplificando, na literatura: autores privilegiados, pertencentes à classe que pode e manda, monopolizam o direito de falar dos outros, dos próprios humilhados e ofendidos, do lumpen-proletariat, dos que não têm voz; monopolizam a voz dos que a não têm e deles, sobre eles, por eles falam.&lt;br /&gt;Caryl Chessmann, Albertine Sarrazin, Violette Leduc, Jean Genet, surgidos da inframiséria que os privilegiados denominam abjecção, falam de si e por si. Mostram o avesso da sociedade luxuriante e luxuriosa. Quando procuramos, no deserto humano que constitui hoje o «convívio» tal como as empresas e o trabalho o estabeleceram, só nos perseguidos de todos os tempos encontramos, tanto como na música, a companhia não alienada, a companhia que não é ainda outra forma burlesca de solidão. Perseguidos e doentes, «out-siders» e franco-atiradores, segregados e famintos, de qualquer forma e por qualquer motivo o rebotalho da sociedade da pilhagem, as sobras da abundância, as migalhas do banquete.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-8999525812660256165?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/' title='D.H.LAWRENCE: OS CAMINHOS DO MARAVILHOSO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8999525812660256165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8999525812660256165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/04/dhlawrence-os-caminhos-do-maravilhoso.html' title='D.H.LAWRENCE: OS CAMINHOS DO MARAVILHOSO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-mMv8odYepz8/TZ7cbDQp5oI/AAAAAAAABSM/egblQGBlH18/s72-c/lawrence-3-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-2829595145230000493</id><published>2011-04-06T01:23:00.000-07:00</published><updated>2011-04-06T01:35:50.415-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>ALEXANDRA DAVID-NEEL NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-JKNdmPyDvuQ/TZwjgxbmptI/AAAAAAAABQk/jCF_JSXJB3g/s1600/neel-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-JKNdmPyDvuQ/TZwjgxbmptI/AAAAAAAABQk/jCF_JSXJB3g/s400/neel-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592383883219216082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-00CEPDdrNPM/TZwjYWJUYBI/AAAAAAAABQc/OXUFuafJkig/s1600/neel-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 283px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-00CEPDdrNPM/TZwjYWJUYBI/AAAAAAAABQc/OXUFuafJkig/s400/neel-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592383738455810066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;[publicado em «leituras de verão», eventualmente modificado] - neel &amp;gt; emcurso&amp;gt;-1043 caracteres - artes de viver - caminhos do maravilhoso – notas de leitura &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROTINA DO MILAGRE NA MAGIA TIBETANA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;13/5/1992 &lt;/span&gt;] - O que vulgarmente se classifica de «mágico», acontece, em sociedades ainda ligadas às origens do Mundo, como um fenómeno normal de rotina.&lt;br /&gt;Esta podia ser uma das conclusões a retirar do livro «Místicos e Mágicos do Tibete», da escritora Alexandra David-Neel, nascida em França, livro que se encontra em edição portuguesa das Publicações Europa-América(*)&lt;br /&gt;O olhar que esta autora lança sobre o mistério tibetano é de um jornalista ou de um investigador científico, habituado ao nível racional e factual dos acontecimentos e sem ir muito além da casca ou superfície dos fenómenos. Ainda assim e se tivermos em conta que o Tibete (e o lamaísmo) já foi vítima de um «gangster» chamado Lobsang Rampa, pelo menos Alexandra David-Neel é honesta e de boa fé, com o mínimo de abertura a um tipo de sensibilidade completamente diferente da maneira de ser ocidental e a um fundo secular de sabedoria que nada tem a ver com os padrões em vigor nas tradições europeias.&lt;br /&gt;Ela deixou-se apaixonar pela cultura tibetana e, se é certo que não compreende muito daquilo que observou, também é verdade que o mostra sem preconceitos, sem classificar de charlatanismo, como tantos fazem, tudo aquilo que não está à altura de compreender. É como se tivesse sido chamada à missão de divulgar no Ocidente a mais antiga tradição primordial viva. A sua vida tem sinais muito claros dessa predestinação, que ela, aliás, aceita e assume com a maior naturalidade. Ela percebeu, pelo menos, que nada acontece por acaso e que também a sua vida estava traçada... Alexandra David-Neel trouxe, assim, desse mundo «desconhecido e proibido» uma fabulosa amostra do tesouro que se contém no cofre do conhecimento milenar e secreto, a sabedoria prática (mágica) contida nas ciências ditas ocultas.&lt;br /&gt;Nascida em Paris em 24 de Outubro de 1868, de uma família francesa protestante, faz a primeira escapadela para a Grã Bretanha aos dezassete anos. Estuda filosofia e línguas orientais. Uma manhã resolve ir para o Tibete, onde se iniciará no budismo. Até à guerra 1914-18, vem à Europa algumas vezes mas por pouco tempo. Da China aos Andes, muitas vezes a pé e como peregrina, atravessa todo o Tibete e conta essa experiência no livro «Viagem de uma Parisiense a Lassa». Bloqueada na China, durante a Segunda Guerra Mundial, volta a França com o filho adoptivo, o lama Yongden. Alexandra David-Neel morre em Digne, a 8 de Setembro de 1969, deixando duas dezenas de livros sobre o Tibete, o budismo e cultura oriental.&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*) «No Rasto de Místicos e Mágicos do Tibete», Alexandra David-Neel, Publicações Europa América, Colecção «Portas do Desconhecido», nº 56&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;2589 caracteres &lt;lse-3&gt;lse=lembrete para o segundo encontro&lt;/lse-3&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;30-7-1995&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FAZER OU NÃO FAZER PRODÍGIOS:EIS A QUESTÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ Diagrama 0]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Os 3 níveis de leitura&lt;br /&gt;* Acesso às fontes em directo&lt;br /&gt;* Moisés era o Chico esperto da altura&lt;br /&gt;* Milagres de Jesus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;30 /6/ 1995&lt;/span&gt; ] - A questão ética dos prodígios talvez nunca chegue a ser questão. Alexandra David Neel quando visitou o Tibete, ficou seduzida pelas práticas mágicas que viu por toda a parte e julgou serem elas a prova da superioridade espiritual do budismo Nyingma.&lt;br /&gt;O Egipto tornou-se meta de romagens, inclusive dos hebreus, inclusive de Moisés, porque constavam e davam brado os  seus poderes de transformar varas em serpentes e vice-versa. Segundo conta Santo Estêvão, o próprio Moisés teria exibido essa faculdade do vice-versa com grande gáudio das multidões.&lt;br /&gt;Os «milagres» de Jesus, ao lado disto, eram menos gratuitos, Já que, ao menos, tinham o ser humano no centro dos prodígios. Em 1917, na Cova da Iria a mania da magia (e dos prodígios) voltou a fazer história.&lt;br /&gt;Não vale a pena querer fugir a esta fatalidade. O ser humano gosta de prodígios e ninguém acredita em quem não os fizer. A verdade é que a Magia se inscreve entre as 12 ciências sagradas dos egípcios. Mas seria o tarô, por exemplo, aproveitado com fins adivinhatórios? Ou tratar-se-ia, com o Tarô, do big problema dos 3 níveis de leitura :&lt;br /&gt;1 - Tarô de bruxos para o povo&lt;br /&gt;2 - Tarô simbólico para intelectuais&lt;br /&gt;3 - Tarô iniciático para hierofantes&lt;br /&gt;É neste acesso às fontes fidedignas que se coloca a hesitação do estudioso, quando aborda o Tarô.&lt;br /&gt;Com a ajuda do Pêndulo e de Etienne, há a mínima hipótese de chegar a perceber, ao menos, porque é que os prodígios são tão queridos do ser humano e porque é que aquele que um dia é capaz de os fazer, já não está espiritualmente nada interessado em fazê-lo.&lt;br /&gt;A vara de Moises seria, sem abusar da lógica, a fase degenerativa ou, pelo contrário, pré-histórica do radiestesista ou rabdomante?&lt;br /&gt;Conta a história pró-moisaica que a vara ou serpente de Moisés teria engolido as varas ou serpentes dos egípcios, da mesma forma que os seus poderes mágicos eram declarados superiores aos dos egípcios.&lt;br /&gt;Egípcios e hebreus mediam, assim, forças, com varas. Restando saber se eram de pau de marmeleiro e para fins de porrada uns nos outros, ou se eram, com a mania das magias, para teledetectar ou tele-adivinhar alguma coisa.&lt;br /&gt;  Na época de Moisés, o mais provável é que já se vivesse um declínio muito acentuado das práticas mágicas. E que a verdadeira vara detectora já estivesse esquecida nas brumas do passado. ■&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-2829595145230000493?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.catbox.info/big-bang/oescriba/maximas.htm' title='ALEXANDRA DAVID-NEEL NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2829595145230000493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2829595145230000493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/04/alexandra-david-neel-na-biblioteca-do.html' title='ALEXANDRA DAVID-NEEL NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-JKNdmPyDvuQ/TZwjgxbmptI/AAAAAAAABQk/jCF_JSXJB3g/s72-c/neel-2-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-4473675106584118067</id><published>2011-04-04T11:04:00.000-07:00</published><updated>2011-04-04T11:13:25.280-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>SERGE HUTIN NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-xk9WiMR7oVA/TZoJ8t9IEMI/AAAAAAAABQU/7EPymh5sg7Y/s1600/hutin-5-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 277px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-xk9WiMR7oVA/TZoJ8t9IEMI/AAAAAAAABQU/7EPymh5sg7Y/s400/hutin-5-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591792826066669762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-AZYA8RudmuA/TZoJp7EsmAI/AAAAAAAABQM/3uOjU-s9o9k/s1600/hutin-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 276px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-AZYA8RudmuA/TZoJp7EsmAI/AAAAAAAABQM/3uOjU-s9o9k/s400/hutin-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591792503170570242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-agzccdK9gvQ/TZoJeDMN3gI/AAAAAAAABQE/G0BPHMAg7iw/s1600/hutin-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-agzccdK9gvQ/TZoJeDMN3gI/AAAAAAAABQE/G0BPHMAg7iw/s400/hutin-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591792299191164418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-iOzPOVwQkhs/TZoJW02OESI/AAAAAAAABP8/Z97_zlWKew8/s1600/hutin-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 264px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-iOzPOVwQkhs/TZoJW02OESI/AAAAAAAABP8/Z97_zlWKew8/s400/hutin-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591792175081722146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-VwP8y7k4cFM/TZoJKycbnLI/AAAAAAAABP0/h9zkzfCqAps/s1600/hutin-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 275px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-VwP8y7k4cFM/TZoJKycbnLI/AAAAAAAABP0/h9zkzfCqAps/s400/hutin-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591791968278256818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ddi-1&amp;gt; diário de ideias &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A LINHA DE EVOLUÇÃO HISTÓRICA, COMO TEM SIDO DITO, É CÍCLICA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;«Considerando que o nosso planeta não se encontra isolado das linhas gerais de evolução do sistema solar da galáxia, para não falar de todo o universo...»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Serge Hutin, «Governantes Invisíveis», Ed. Hemus, São Paulo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2/3/1999 - A linha de evolução histórica, como tem sido dito, é cíclica.&lt;br /&gt;Com altos e baixos, portanto...&lt;br /&gt;Neste ano de 1999, verifica-se que, no mundo manifesto dos acontecimentos, aquilo que transparece para jornais e telejornais, as notícias do ciclo ascendente não só igualam como já ultrapassam, em número, as do ciclo descendente.&lt;br /&gt;E não é dizer pouco, quando sabemos que as notícias são filtradas pelo índice de sucesso que podem ter junto do público.&lt;br /&gt;E que é a desgraça, o derrotismo e a tragédia que fazem vender papel e aumentar audiências.&lt;br /&gt;Se jornais e telejornais são coagidos a dar relevo, cada vez mais relevo ao que tradicionalmente é de menos sucesso público, alguma coisa, alguma vaga de fundo se verifica.&lt;br /&gt;Finalmente. ■&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ddi-2&amp;gt; diário de ideias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRIA FAMA E DEITA-TE A DORMIR&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2/3/1999&lt;/span&gt; - Uma certa lenda, uma certa mitologia sobre sociedades secretas , pode não corresponder a factos e  realidades de facto. Mas serve, sem dúvida, a algumas organizações que, ao abrigo de terem criado fama de secretas ou semi-secretas ou apenas discretas, é dessa aura que vão vivendo, prosperando e, principalmente, ganhando poder.&lt;br /&gt;Cria medo e põe-te a dormir. O provérbio serve perfeitamente a esta circunstância - em que as sociedades secretas aumentam de fama e poder quanto maior é a fama de serem fortes, poderosas e, principalmente, de agirem na sombra.&lt;br /&gt;Também aqui, o segredo é a alma do negócio.&lt;br /&gt;A teoria conspirativa da história  poderá não passar de teoria, mas está a ser hoje largamente aproveitada pelas redes de crime organizado que, para lá do poder que já possuem,  o multiplicam, exactamente, na medida do secretismo com que actuam.&lt;br /&gt;Frase a reter do livro « Governantes Invisíveis» de Serge Hutin, Ed. Hemus, São Paulo, 1972 :&lt;br /&gt;«Examinando a história humana do ponto de vista de Sírius, ou seja, do ponto de vista mais impessoal e geral...»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;2170 caracteres - 2 páginas - &lt;digitos0&gt; - transcrição doc de um único file wri com o nome &amp;lt; digitos1&amp;gt;  - diário de uma descoberta - diário de um aprendiz - o alfabeto luminoso&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;2108 caracteres digitos1&amp;gt;adn&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COINCIDÊNCIAS E CORRESPONDÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coincidências com Números&lt;br /&gt;* Em 1616, um Adepto anónimo publicava uma obra hermética «As Núpcias Químicas», na qual pretendia dar a chave da alquimia por um cálculo cabalístico. Ele substituía as letras da palavra Alquimia por seu valor numeral, ou seja, A= 1, L= 12, C= 3, H = 8, I = 9, M =13, I = 9,, A = 1 , o que dá um total de 56. Ora, 56 é o peso atómico do Ferro (J. Sadoul, 239)&lt;br /&gt;* Talvez tenham ocorrido colisões ainda mais terríveis, sendo lícito imaginar que o Mar do Japão, a Baía de Hudson e o Mar de Weddell sejam de origem semelhante. A ser exacta esta hipótese, as energias teriam sido da astronómica ordem de 10 33 , número que, em si, não é eloquente, pois corresponde a um quarto de energia emitida pelo sol num segundo, ou à conversão, na proporção de cem por cento, de um milhão de toneladas de matéria em energia ( OHE, 84]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* STONEHENGE: A aproximação mais satisfatória, como rapidamente o demonstrou o cálculo, é um grande ciclo 19, 19, 18. O leitor pode fazer o cálculo. Obtém-se 56, ou seja, quantas as cavidades de Aubrey (no solo de Stonehenge). Note-se que o número de 56, que vemos assim aparecer pela primeira vez na história da humanidade, é o número da Alquimia, a massa do isótopo estável do Ferro (OHE, 114)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Existem 48 tipos de palavras, decompostas em duas vezes 24, número-chave do mundo. Assim, a cada palavra corresponde um acto, uma técnica, uma instituição, ou um elemento de criação. (OHE, 119)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Na escrita enigmática da Ilha de Páscoa, Alfredo Métraux vê uma série mnemónica para uso dos bardos. Barthel observa que os 120 sinais deste sistema escritural gráfico produzem de 1500 a 2000 combinações. (OHE, 121)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Serge Hutin (Les Gnostiques) «adicionando os respectivos valores numéricos das letras gregas da palavra abraxas ou abrasax - visto que no grego os algarismos eram representados por letras - o número obtido era 365, que também é o valor de Mitra e corresponde, a um tempo, ao número de círculos aparentemente descritos pelo Sol e à crença dos Basilidianos de que existem 365 céus ou universos&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;cabo-c&amp;gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;29-3-1999&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUBLINHADOS SOBRE O SAGRADO (E ALGUM PROFANO) NA TV CABO, DURANTE O MÊS DE JULHO DO ANO 2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um pequeno passo para o homem, mas um passo gigantesco para a humanidade. ( Chegada à Lua)&lt;br /&gt;In «Ciência e Ficção» (CH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas discutem muito, faz parte da sua forma de estar no mundo.&lt;br /&gt;In «Ciência e Ficção» (CH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade inca de Machu Pichu .&lt;br /&gt;In «Para lá do Seu Tempo » (CH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romanos, cristãos e muçulmanos : os terroristas que incendiaram, reiteradamente, a biblioteca de Alexandria.&lt;br /&gt;AC, vendo «Para lá do seu tempo» (CH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O eixo principal de uma árvore prolonga-se, crescendo para cima.&lt;br /&gt;In «Árvores de Folha Caduca»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escrita hieroglífica não tem vogais.&lt;br /&gt;In «Múmias - Episódio 3» (CH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A beleza alquimicamente pura.&lt;br /&gt;Ac, vendo «Musique Émotion»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citibank - Wall Street - o maior banco do mundo, milhões de dólares roubados pela Internet  (CD)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Japão: o maior índice de suicídio entre as nações mundiais.&lt;br /&gt;In «Canal Discovery»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cultura (egípcia) que condena à morte todo aquele que matar um gato, tem direito a considerar-se uma civilização.&lt;br /&gt;AC, 16/7/2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imortalidade física seria um dos previlégios superiores do Adepto.&lt;br /&gt;Serge Hutin, in « Les Alchimistes»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não será a deusa Pele e a cultura Hawaiana (flores!) a prova mais evidente de um vestígio do continente lemuriano?&lt;br /&gt;AC, vendo «O Mistério da Maldição da Deusa Pele» (CH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tiveram que esperar muito (os hawaianos que protestaram contra a abertura de fontes geotermais na ilha).&lt;br /&gt;In « O Mistério da Maldição da Deusa Pele»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O canal História é agora o meu diário telejornal.&lt;br /&gt;Ac, 13/7/2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto de Staline era a nova religião da União Soviética.&lt;br /&gt;In «Staline» (CH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As prisões estavam cheias de pessoas que tinham chegado tarde ao trabalho.&lt;br /&gt;In «Staline» (CH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal de serviço altruísta a Deus e à Humanidade.&lt;br /&gt;In «Os Templários» (CH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lenine: o homem mais humano do género humano (apologista dixit).&lt;br /&gt;In «Lenine» (CH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os etruscos, tudo estava vivo.&lt;br /&gt;In «Cidades Etruscas Escondidas»  (CH) ■&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/digitos0&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-4473675106584118067?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/index.htm' title='SERGE HUTIN NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4473675106584118067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4473675106584118067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/04/serge-hutin-na-biblioteca-do-gato.html' title='SERGE HUTIN NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-xk9WiMR7oVA/TZoJ8t9IEMI/AAAAAAAABQU/7EPymh5sg7Y/s72-c/hutin-5-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-2068885806863513088</id><published>2011-04-04T10:42:00.001-07:00</published><updated>2011-04-04T10:55:41.165-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>CLAUDINE BRELET-RUEFF NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-YP1CklI8VBM/TZoD3KD84xI/AAAAAAAABPs/eHd4LtSFTds/s1600/brelet-rueff-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 283px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Zu17O0IWrLA/TZn7d12VfcI/AAAAAAAABPU/mIQFuuHX7UA/s400/koestler-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591776902446939586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-LeOzh8NgBK8/TZn7TeUUsSI/AAAAAAAABPM/RzbLsEgQJ7M/s1600/koestler-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 245px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-LeOzh8NgBK8/TZn7TeUUsSI/AAAAAAAABPM/RzbLsEgQJ7M/s400/koestler-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591776724331573538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-noj78twElaE/TZn7GncuRpI/AAAAAAAABPE/hxtaWIG4YiA/s1600/koestler-1-book-.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 277px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-noj78twElaE/TZn7GncuRpI/AAAAAAAABPE/hxtaWIG4YiA/s400/koestler-1-book-.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591776503444424338" border="0" /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;koestler-1-&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOOGLE REGISTA E OBRIGADO:&lt;br /&gt;http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/leituras70.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;FILES AC:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-1 - &amp;lt;70-06-14-ls1&amp;gt; segunda-feira, 9 de Dezembro de 2002-scan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RAZÃO DE OUTRAS RAZÕES (*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(1) - "Alienação e Liberdade no Pensamento Contemporâneo", textos de John Robinson, Arthur Koestler, Michel Drancourt, Alfred Fabre-Luce, Jean William Lapierre, André Amar, Desmond Mor-ris, Michel Foucault e Raymond Aron. Colecção "Cadernos do Século", nº 7, Ed. "O Século", Lisboa, 1970.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14-06-1970 - Não seria difícil encontrar os pontos comuns que aproximam os vários testemunhos compilados neste livro (1): pensamento de vanguarda, em todos eles existe a preocupação de analisar e criticar o presente, visionando, contudo, as necessidades e virtualidade de amanhã.&lt;br /&gt;Um ponto há comum a quase todos: a relatividade cultural.&lt;br /&gt;Quer dizer: cada vez se compreende melhor que o homem, na acepção de espécie ou raça humana, não é apenas o ocidental, segundo os padrões e modelos que foi mais ou menos impondo a todo o mundo.&lt;br /&gt;Há o direito e a urgência de dar voz a outras vozes, de fazer entrar na História outros tipos culturais (outras "epistemologias", diria Foucault) e a antropologia, finalmente ciência porque universal, abre-se às novas formas do humano, conhecidas e por conhecer, até agora menosprezadas ou ignoradas, porque a espécie se apresenta de facto una mas diversa, susceptível de diversos padrões de comportamento que são outros tantos universos culturais.&lt;br /&gt;Especialmente Desmond Morris, Arthur Koestler e Michel Foucault, acentuam a urgência de dar razão às outras razões que não apenas a greco-latina, romana, judaica e adjacentes.&lt;br /&gt;Caminhar-se-á, de facto, para um mundo de tolerância, embora através de intolerâncias e violências sem conta?&lt;br /&gt;Haverá um equilíbrio universal, de que muitas vezes nos não apercebemos, dentro da nossa óptica forçosamente limitada porque humana, mas que testemunhos como alguns dos que aqui divulgamos nos ajudam a consciencializar, lenta e penosamente como todo o processo gestativo?&lt;br /&gt;Sempre que observamos uma hipertrofia, um desequilíbrio ou um paroxismo, não haverá sempre, algures e em surdina, em silêncio e anonimamente, o seu contraponto positivo, o seu termo de correcção, o seu contrário dialéctico?&lt;br /&gt;Sem esta esperança de três interrogações, a História, de facto, apodreceria sem remédio e à espécie humana não restaria mais do que uma asfixia gradual, nas carências primeiro, na abundância e no tédio, por último.&lt;br /&gt;Não foi por acaso que ao termo alienação - que figura no título dessa breve antologia - quisemos adiantar o de liberdade. Se são mais intensos, audíveis e trágicos os sinais da primeira, não deixam, porém, de ouvir-se já, através de alguns porta-vozes ou mais lúcidos, ou mais sensíveis, ou mais prospectivos, os sinais da segunda.&lt;br /&gt;----    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(1) - "Alienação e Liberdade no Pensamento Contemporâneo", textos de John Robinson, Arthur Koestler, Michel Drancourt, Alfred Fabre-Luce, Jean William Lapierre, André Amar, Desmond Mor-ris, Michel Foucault e Raymond Aron. Colecção "Cadernos do Século", nº 7, Ed. "O Século", Lisboa, 1970.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-6660878216038324992?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='ARTHUR KOESTLER NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/6660878216038324992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/04/arthur-koestler-na-biblioteca-do-gato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/6660878216038324992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/6660878216038324992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/04/arthur-koestler-na-biblioteca-do-gato.html' title='ARTHUR KOESTLER NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Zu17O0IWrLA/TZn7d12VfcI/AAAAAAAABPU/mIQFuuHX7UA/s72-c/koestler-3-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-2644074041836036061</id><published>2011-04-04T09:58:00.000-07:00</published><updated>2011-04-04T10:03:13.678-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>MARIE-LOUISE VON FRANZ NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-DXwjtZLJtxs/TZn5pJ6cnQI/AAAAAAAABO8/uHjLVQaOyFM/s1600/von%2Bfranz-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 262px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-DXwjtZLJtxs/TZn5pJ6cnQI/AAAAAAAABO8/uHjLVQaOyFM/s400/von%2Bfranz-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591774897788198146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-xVri4i4djBE/TZn5XmGiYJI/AAAAAAAABO0/B0m8AvQcETw/s1600/von%2Bfranz-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 256px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-xVri4i4djBE/TZn5XmGiYJI/AAAAAAAABO0/B0m8AvQcETw/s400/von%2Bfranz-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591774596117454994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-bT4MV1y-gzY/TZn5DoTwtbI/AAAAAAAABOs/7HSjuye9KCE/s1600/von%2Bfranz-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-bT4MV1y-gzY/TZn5DoTwtbI/AAAAAAAABOs/7HSjuye9KCE/s400/von%2Bfranz-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591774253112407474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-2644074041836036061?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/catbooks/+mywork+.htm' title='MARIE-LOUISE VON FRANZ NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/2644074041836036061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/04/marie-louise-von-franz-na-biblioteca-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2644074041836036061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2644074041836036061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/04/marie-louise-von-franz-na-biblioteca-do.html' title='MARIE-LOUISE VON FRANZ NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-DXwjtZLJtxs/TZn5pJ6cnQI/AAAAAAAABO8/uHjLVQaOyFM/s72-c/von%2Bfranz-3-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-3160508537343198037</id><published>2011-04-04T09:32:00.000-07:00</published><updated>2011-04-04T09:36:50.031-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>OS ESSÉNIOS NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-JFQrb2EoTJ8/TZnzdJ3lU5I/AAAAAAAABOk/pOEpfHfnnjg/s1600/laperrousaz-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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text-align: center; cursor: pointer; width: 150px; height: 232px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-plv8Bf-3KN4/TZG8AFZhELI/AAAAAAAABNk/dmjiHs2S3eE/s400/HESSE-1-book.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589455322178719922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-NM51MNwvrAY/TZG74sMV-GI/AAAAAAAABNc/0r0TKXuNpLk/s1600/HESSE1-book.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 115px; height: 115px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-NM51MNwvrAY/TZG74sMV-GI/AAAAAAAABNc/0r0TKXuNpLk/s400/HESSE1-book.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589455195153496162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-7031027739906529544?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/' title='HERMANN HESS NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/7031027739906529544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/7031027739906529544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/hermann-hess-na-biblioteca-do-gato.html' title='HERMANN HESS NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qnjcnrwBQms/TZG8m89YiVI/AAAAAAAABN0/vCy5IbhnWjM/s72-c/hesse-3-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-735788887590979751</id><published>2011-03-22T03:46:00.000-07:00</published><updated>2011-03-25T02:30:29.972-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>LEIBNIZ NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-N7w1i7llurg/TYxga9rPbQI/AAAAAAAABNU/84TqEuJpLSo/s1600/leibniz-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 294px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-MriKHLgZX6U/TYMmsEa6zpI/AAAAAAAABNE/crbSOe93jrQ/s400/tarade-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585350501412294290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-lYkgngzCNpY/TYMmX_1PQGI/AAAAAAAABM8/eZYCxcMZqaE/s1600/tarade-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 296px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-lYkgngzCNpY/TYMmX_1PQGI/AAAAAAAABM8/eZYCxcMZqaE/s400/tarade-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585350156583125090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-J4gA01q6YOo/TYMmHsp5GEI/AAAAAAAABM0/_gqjjiM8ovk/s1600/tarade-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 308px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-J4gA01q6YOo/TYMmHsp5GEI/AAAAAAAABM0/_gqjjiM8ovk/s400/tarade-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585349876557355074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-Qt78t2V_Tl4/TYMluXLAmmI/AAAAAAAABMs/AmacfkaeHtQ/s1600/tarade-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 302px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Qt78t2V_Tl4/TYMluXLAmmI/AAAAAAAABMs/AmacfkaeHtQ/s400/tarade-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585349441293949538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-gXgfWvjxpys/TYMkwr5yIXI/AAAAAAAABMk/FXcC7bOGrvU/s1600/tarade-1-book.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-4-3712 bytes-2677 caracteres -gt-1&gt;frases&gt;adn&gt;gt = guy tarade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A VERTIGEM DOS NÚMEROS : ANTOLOGIA DE GUY TARADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O geólogo austríaco Otto H. Much estabeleceu com precisão, graças a informações dadas pela astronomia, o dia e a hora deste apocalipse (dilúvio) e indicou a data de 4 de Junho de 8.496 a. C., às 20 horas precisas (hora da América do Sul).&lt;br /&gt;Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida», pg.96&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro das Coisas que estão na Duat (Livro dos Mortos), narrativa babilónica do dilúvio.&lt;br /&gt;Guy Tarade, in «As Portas do Atlântico», pg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O universo teme o tempo, mas o Tempo teme as pirâmides (provérbio árabe).&lt;br /&gt;Guy Tarade, in «As Portas do Atlântico», pg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 vezes 1461 anos faz 36.525 anos e como é necessário contar para o passado a partir do ano 4.241 a.C, origem do calendário egípcio actual, recuaríamos na antiguidade do Egipto até 40.000 anos antes da era cristã. Encontraram-se nas sepulturas mapas do Céu onde a posição das estrelas corresponde pouco mais ou menos a esta fantástica cronologia.&lt;br /&gt;Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida», pg. 112&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se que a data de edificação da Grande Pirâmide é incerta. Ninguém está verdadeiramente de acordo no seu estabelecimento. E se a história clássica coloca essa edificação em 2900 ou 2700 a.C., Heródoto aventa 6000 anos e outros, tal como o historiador Abu-Zeyd-el-Balkhy, datas ainda mais recuadas. O número fabuloso de 50.000 anos foi já dado por Richard Hennig em «Os Grandes Enigmas do Universo».&lt;br /&gt;Guy Tarade, in «As Portas do Atlântico», pg. 126&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um facto curioso na história do Egipto: quanto mais se recua no tempo, mais os reis são identificados aos deuses, quer dizer, aos seres vindos do céu.&lt;br /&gt;Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida», pg. 126&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mito egípcio, o crocodilo identifica-se com Saturno, pois é tão voraz que chega a devorar os seus próprios filhos. Segundo Plutarco e Elien, o crocodilo é a própria imagem de Crono, deus do tempo. A sua fêmea, segundo estes autores, tem dentro de si os ovos durante 60 dias, põe 60, choca-os 60 dias, tem 60 dentes e 60 vértebras e, enfim, vive 60 anos; 60 é a primeira unidade de que se servem os astrónomos.&lt;br /&gt;Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida», pg. 144&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, por razões naturais (terremoto) ou provocadas, a barragem do Assuão fosse destruída, seis horas mais tarde o Egipto e a Líbia ficariam totalmente riscados do mapa do mundo!&lt;br /&gt;Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida». pg. 150&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os antigos textos egípcios ensinam-nos que várias vezes o Sol se ergueu ao contrário da lei normal (...) Assim tudo leva a crer que o fim do Antigo Mundo foi provocado por um acidente cósmico.&lt;br /&gt;Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida», pg.153&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;2555 caracteres -gt-3&gt; -a-lei&gt;gt = guy tarade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESCOBRIR O CONTINENTE PERDIDO: FIOS CONVERGENTES NO FIO DE ARIADNE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que vamos fazer, com a radiestesia, à ciência acumulada?&lt;br /&gt;Como aproveitar (e integrar alquimicamente), como alquimizar os conhecimentos que o cérebro esquerdo foi acumulando ao longo dos séculos?&lt;br /&gt;Impõe-se um critério de escolha e selecção e a radiestesia alquímica, provavelmente, com a sua faculdade de teledetecção, poderá dar uma ajuda nessa selecção.&lt;br /&gt;Para já, com o 6º sentido da radiestesia, é possível fazer uma escolha, desde logo e à partida, que exclui toda a informação não relevante para a Gnose Vibratória. A intuição guiará o investigador numa primeira triagem. Perante os textos que nos «cheiram» como contributo válido (para alguma coisa há-de servir o sexto sentido da radiestesia), há depois que seguir um método.&lt;br /&gt;Vamos tomar, como exemplo, o livro «As Portas da Atlântida», de Guy Tarade.&lt;br /&gt;Se o percurso é labiríntico, então o livro de Guy Tarade «As Portas da Atlântida» pode constituir um itinerário suficientemente interessante para testar vibratoriamente e começar a reconstituir o «puzzle» das civilizações desaparecidas, especialmente a da Atlântida.&lt;br /&gt;É como se vários fios mais ou menos imperceptíveis fossem tecendo um tecido coerente de eventos, entre o real e o fantástico.&lt;br /&gt;Neste contexto, as informações começam a hierarquizar-se através de algumas pontas que aparecem mais claras e acessíveis aos cinco sentidos: a viagem para o continente perdido - situado no espaço tempo transcendente - não tem outros meios de acesso que não sejam os cinco sentidos.&lt;br /&gt;O método que pessoalmente proponho, neste como em outros casos, é o da listagem.&lt;br /&gt;Podemos, por exemplo, começar pelos lugares, ditos mágicos ou sagrados, que contenham eventualmente informações conducentes à perdida Atlântida:&lt;br /&gt;Baalbeck&lt;br /&gt;Creta&lt;br /&gt;Nasca (pistas de)&lt;br /&gt;Stonehenge&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos depois para as inscrições escritas, mesmo aquelas de que não se sabe ainda se correspondem a uma linguagem ou se são meros desenhos rupestres: Manuscrito Troano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos depois pegar em outro fio, o das datas, ligado à vertigem dos números&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exame hematológico das raças, dará «coincidências» curiosas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo comparado das palavras, então, quer dos nomes comuns quer dos nomes próprios, poderá fornecer mais alguns fios e pistas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os reagrupamentos de energias - com nomes de deuses, por exemplo - é outro campo fértil de semeadura, tal como já tem sido demonstrado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O léxico dito sagrado, poderá ser outro fio a seguir com cuidado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-8721844342299481830?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/' title='GUY TARADE NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/8721844342299481830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/guy-tarade-na-biblioteca-do-gato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8721844342299481830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8721844342299481830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/guy-tarade-na-biblioteca-do-gato.html' title='GUY TARADE NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-MriKHLgZX6U/TYMmsEa6zpI/AAAAAAAABNE/crbSOe93jrQ/s72-c/tarade-4-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-8869757532622887164</id><published>2011-03-17T12:02:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T12:14:26.691-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COSMOSOFIA 2013'/><title type='text'>À PROCURA DOS ARQUÉTIPOS PERDIDOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/--7P4Vi9lGZ8/TYJcW65K9ZI/AAAAAAAABMc/qjjLnb9lN_c/s1600/lavier-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 361px;" src="http://2.bp.blogspot.com/--7P4Vi9lGZ8/TYJcW65K9ZI/AAAAAAAABMc/qjjLnb9lN_c/s400/lavier-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585128036728763794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-UumzzvbZtWo/TYJcHxG9ktI/AAAAAAAABMU/wuw0jWDJGUw/s1600/eco-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 264px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-UumzzvbZtWo/TYJcHxG9ktI/AAAAAAAABMU/wuw0jWDJGUw/s400/eco-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585127776404214482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-dBhoL5ULZY8/TYJby53UFNI/AAAAAAAABMM/UAjQRkIExaw/s1600/delumeau-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 258px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-dBhoL5ULZY8/TYJby53UFNI/AAAAAAAABMM/UAjQRkIExaw/s400/delumeau-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585127417977246930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-uPKmhqH1baA/TYJbiMcB1jI/AAAAAAAABME/OGTwOLFERbU/s1600/churchward-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 359px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-uPKmhqH1baA/TYJbiMcB1jI/AAAAAAAABME/OGTwOLFERbU/s400/churchward-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585127130905302578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-2 terça-feira, 9 de Dezembro de 2003 - 5760 bytes -ce-8&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À PROCURA DOS ARQUÉTIPOS PERDIDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9.12.2003&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Os visitantes celestes traziam com eles a Ordem do Universo e o conhecimento de como usar o fogo.»&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;«A maior migração de visitantes celestes foi há 1.700.000 anos. Mais tarde houve outras mais pequenas».&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;«Os antigos podiam comunicar (e desdobrar-se) entre este e o mundo dos espíritos. Não existiam quaisquer barreiras que proibissem a entrada  dos  terrenos no mundo dos espíritos (...) Conseguiam desmaterializar os corpos e entrar no mundo da morte (mundo do espírito).  Depois voltavam a poder materializá-los neste mundo.»&lt;br /&gt;Michio Kushi,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 -  Quando se fala de arquétipos, estamos a tornar verosímil a hipótese, realista mas fantástica , colocada por alguns autores, de «pessoas de outros planetas, vindas do céu», como diz Michio Kushi, terem visitado a Terra.&lt;br /&gt;Sem esta hipótese, de facto, quase nada na história do mundo faz sentido ou tem alguma lógica.&lt;br /&gt;Dessa hipótese fantástica mas realista, derivam, para já, outros tantos axiomas básicos para nos entendermos em Noologia:&lt;br /&gt;a) A existência de um Paraíso ou Idade de Ouro, que Michio faz remontar a 1/4 de milhão de anos (250 mil anos) mas de que outros autores darão estimativas diferentes&lt;br /&gt;b) A capacidade quotidiana que os terráqueos teriam de materializar/desmaterializar&lt;br /&gt;c) Desta capacidade decorre directamente a intercomunicação (telepatia) à distância, que hoje a ciência ordinária diz estudar experimentalmente como fenómeno PES (percepção extrasensorial)&lt;br /&gt;As PES, aliás, seriam o pão nosso de cada dia antes  da «catástrofe»: no seu conjunto, os fenómenos hoje classificados de parapsíquicos, constituiriam a rotina na Idade de Ouro (Ver o que se escreve no file &lt;lavier-1&gt; sobre os protochineses, herdeiros directos do continente Mu e das capacidades inerentes ao Adam primordial antes da queda, ou seja, ao Adam da Idade de Ouro)&lt;br /&gt;d)  Michio situa essa catástrofe, como se disse, à volta de há 12 mil anos, outros autores situam-na há 41 mil anos e falam, tal como a Bíblia e muitas outros textos sagrados, de «Queda»&lt;br /&gt;e) Única dúvida neste quadro óbvio: saber se a Queda corresponde à perda de capacidade transmutativa - materialização/desmaterialização - ou se a Queda significa a catástrofe material provocada  pela alteração do eixo da terra - o que modificou a posição dos pólos e do equador (Ver gravuras no livro de Michio, pg 86), ou se ambas as coisas, ou se ainda uma quarta hipótese.&lt;br /&gt;Transmutar a matéria - materializar/desmaterializar -  estaria assim muito próximo da Alquimia - 1ª ciência das 12 ciências sagradas - , não sendo de admirar que as energias filosofais do Enxofre, Mercúrio e Sal se situem à saída do canal cósmico, como indica o Diagrama nº21)&lt;br /&gt;f) Livros como o «Génesis» e o «Apocalipse» terão que ser lidos não como relatos de lendas mas como mensagens codificadas que importa descodificar.&lt;br /&gt;À luz da hipótese «visitantes celestes» , a hierarquia das grandes civilizações pode, finalmente, ser estabelecida  (Ver Diagrama Nº 21) da Lemuriana à Hebraica, assim:&lt;br /&gt;Lemúria&lt;br /&gt;Atlântida&lt;br /&gt;Celtas&lt;br /&gt;Mesopotâmia&lt;br /&gt;Índia&lt;br /&gt;Egipto&lt;br /&gt;Hebreus&lt;br /&gt;g) Chegar aos arquétipos é chegar à informação de origem celeste.&lt;br /&gt;A importância energética do som (alfabetos, vogais, mantras, música, etc) deriva daqui, como Michio Kushi também nos lembra: é a forma de acesso mais pura aos arquétipos. Atendendo à degradação sofrida pelas inscrições escritas (ocorrência onde se inclui a torre de Babel e a confusão das línguas), pelo som se poderá sintonizar algo da informação primordial. Tal como no sonho. ( Sobre a degradação dos símbolos primordiais, ver Lavier, «Bio-Energétique Chinois», Maloine, 1976 )&lt;br /&gt;h) Se essa informação está, como não pode deixar de estar (o código genético é ininterrupto) no ADN da célula - sob a forma de memória genética - talvez a linguagem vibratória de base molecular, inventada  por Etienne Guillé, seja uma forma de comunicar de novo com os arquétipos e, portanto, com os deuses ou visitantes celestes&lt;br /&gt;i) A grelha  das letras estabelecida por Etienne Guillé é o instrumento que temos à disposição para esse diálogo com os deuses. A «tradução vibratória» , através da grelha  das letras, significa  a reconstituição das palavras, no sentido de conjunto de sons que  os deuses ensinaram aos humanos nesses recuados tempos de há 250 mil anos...&lt;br /&gt;j) O alfabeto terá sido assim uma invenção dos deuses, o que não significa  que os homens não tenham inventado nada, nem sequer o fogo, tradicionalmente obra dos deuses. Talvez o barco a remos, talvez as estradas, talvez os canais de rega, etc.&lt;br /&gt;Mas o Alfabeto e os Números, não. Mas o Fogo, não. O que deverá colocar , por natureza de origem, a Alfabetologia e a Numerologia no grupo das 12 ciências sagradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - A propósito de arquétipos, idade de ouro, visitantes celestes, alfabetos, números, sons, fogo celeste, sublinham-se 4 obras que podem constituir matéria de leitura  interessante:&lt;br /&gt;a) O Continente Perdido de Mu , James Churchward, Ed Hemus, São Paulo, 1972&lt;br /&gt;b) Uma História do Paraíso, Jean Delumeau, Ed. Terramar, Lisboa, 1994&lt;br /&gt;c) A Procura da Língua Perfeita, Umberto Eco, Ed. Presença, Lisboa, 1995&lt;br /&gt;d) Bio-Énergétique Chinoise, J.A. Lavier, Ed Maloine, Paris,1976 ■&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/lavier-1&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-8869757532622887164?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.catbox.info/big-bang/' title='À PROCURA DOS ARQUÉTIPOS PERDIDOS'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/8869757532622887164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/procura-dos-arquetipos-perdidos-9.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8869757532622887164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8869757532622887164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/procura-dos-arquetipos-perdidos-9.html' title='À PROCURA DOS ARQUÉTIPOS PERDIDOS'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/--7P4Vi9lGZ8/TYJcW65K9ZI/AAAAAAAABMc/qjjLnb9lN_c/s72-c/lavier-1-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1975038796641785052</id><published>2011-03-16T04:49:00.000-07:00</published><updated>2011-03-16T04:53:09.236-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>PETER TOMPKINS:«A VIDA SECRETA DAS PLANTAS»</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-kGs0tx51tfY/TYCkZunA3bI/AAAAAAAABL8/aIIau_kkX98/s1600/tompkins-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 253px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-kGs0tx51tfY/TYCkZunA3bI/AAAAAAAABL8/aIIau_kkX98/s400/tompkins-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584644299854765490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;psi-3 &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A VIDA SECRETA DAS PLANTAS»: O LIVRO DE PETER TOMPKINS POSTO À PROVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;30/12/1974 &lt;/span&gt;- Dois cientistas da Universidade de Munique iniciaram, com grande cepticismo, uma série de experiências destinadas a comprovar - de forma mensurável - se as plantas estão em condições de se alegrar ou assustar em presença de contacto de pessoas. As reacções das plantas foram captadas através de um electroencefalograma, destinado, em geral, à medição da corrente cerebral. O iniciador da experiência foi o terceiro programa da cadeia de televisão da Baviera, através da redacção da série «A  Autenticidade do Livro».&lt;br /&gt;O físico Hans Piper, sua esposa e o dr. Josep Schonberger, biologista e psicólogo, dedicaram-se à observação cuidadosa da vida interior de cinco filodendros, seleccionados especialmente para o efeito. Durante toda a semana a srª Piper cuidou das plantas com um carinho muito especial. Chegou então a altura de iniciar as observações no electroencefalograma. E, por incrível que pareça, os dados registados demonstraram que as plantas dormiam durante a noite, se excitavam na presença de muita gente, «palpitando» ainda mais quando a srª Piper se aproximava delas.&lt;br /&gt;O electroencefalograma registou, porém, as curvas de maior excitação nos momentos em que se fazia a ameaça de cortar uma folha. Os cientistas começaram a ficar desconfiados com a capacidade telepática das plantas e repetiram, por isso, a experiência, alterando as condições exteriores. No final, porém, viram-se obrigados a reconhecer a autenticidade das observações e das medições recolhidas.&lt;br /&gt;O livro cuja autenticidade se pretendeu confirmar é o original americano «A Vida Secreta das Plantas»; os autores, Peter Tompkins e Christopher Bird, referem experiências semelhantes na sua obra. Neste sector, situado à margem da investigação moderna, inserem-se as experiências de cientistas indianos que pretendem comprovar que a música influencia favoravelmente o crescimento das plantas. Todos estes fenómenos pertencem ainda ao domínio dos mistérios da criação ainda por esclarecer.&lt;br /&gt;Josef Schonberger e Hans Piper não aceitam todas as teorias do livro americano. A referência à vida interior ou a emoções experimentadas pelos filodendros são totalmente de excluir, em sua opinião, dada a falta de um sistema nervoso nas plantas. Não obstante, o tom final do parecer dos cientistas foi conciliador, com recurso a uma citação de Santo Agostinho: «O milagre não é contrário à natureza, mas sim apenas àquilo que dela conhecemos...»&lt;br /&gt;Josef Gruber&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;30/Dezembro/1974&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-1975038796641785052?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/vidanatural/+ecologia%20humana+.htm' title='PETER TOMPKINS:«A VIDA SECRETA DAS PLANTAS»'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1975038796641785052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1975038796641785052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/peter-tompkinsa-vida-secreta-das.html' title='PETER TOMPKINS:«A VIDA SECRETA DAS PLANTAS»'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-kGs0tx51tfY/TYCkZunA3bI/AAAAAAAABL8/aIIau_kkX98/s72-c/tompkins-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-7768667273610157498</id><published>2011-03-15T04:09:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T04:16:04.905-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COSMOSOFIA 2013'/><title type='text'>BRIAN INGLIS: O MISTÉRIO DA INTUIÇÃO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-GUTjwaAXSgA/TX9KNF-PzOI/AAAAAAAABL0/ERJ3rBAINFU/s1600/inglis-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 276px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-GUTjwaAXSgA/TX9KNF-PzOI/AAAAAAAABL0/ERJ3rBAINFU/s400/inglis-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584263651764718818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;bodymind-11&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LIVRO DA VIDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;14.04.2002&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;«A intuição não é contrária à razão, é apenas qualquer coisa fora da província da razão.» - Carl Gustav Jung &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicologia fala de «intuição», a radiestesia holística de 6 º sentido, Sócrates dizia-se possuído por um «daimon», Goethe falou de «doppelgangers» e Maurice Maeterlinck chamou o «hóspede desconhecido» a essa entidade protectora, especificamente encarregada de velar por nós.&lt;br /&gt;Mudam-se os tempos, mudam-se os nomes, mas a ideia central de um «anjo da guarda» (vinda da tradição cristã) persiste como constante do espírito humano.&lt;br /&gt;Razão esta mais do que suficiente para lhe dedicarmos, na ciência holística da vida, a atenção que a ciência analítica e ordinária lhe nega: Brian Inglis, autor do livro que em brasileiro foi editado com o título «O Mistério da Intuição» mas que no original inglês se chama «O Hóspede Desconhecido» (The unknown guest), explica assim um pouco do que é esse «hóspede desconhecido»:&lt;br /&gt;«Há outro ser, mais secreto e muito mais activo, que apenas começamos a estudar e que é, se descermos ao leito de rocha da verdade, nossa única existência verdadeira. Desde os recantos mais obscuros do ego, ele dirige a nossa verdadeira vida, a que não morrerá, e não presta atenção ao nosso pensamento, nem a coisa alguma que emane da nossa razão, a qual acredita que ele nos guia os passos. Só ele conhece o longo passado que precedeu o nosso nascimento e o futuro sem fim que se seguirá à nossa partida desta terra. É ele mesmo esse futuro e esse passado, todos aqueles de que brotamos e todos aqueles que brotarão de nós. Representa no indivíduo não somente a espécie, mas também o que a precedeu e o que a ela se seguirá; e não tem começo nem fim; eis aí porque nada o toca, nada o move que não diga respeito ao que ele representa.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curioso na descrição de um fenómeno estudado pela psicologia – a intuição – é o paralelismo deste texto de Maeterlinck com as descrições que hoje podemos ver bastante divulgadas sobre o ADN molecular e o código genético que nele se contém.&lt;br /&gt;Jean Noel Kerviel, no seu opúsculo « A Procura da Pedra Filosofal»,  compara-o mesmo a um livro onde podemos ler toda a informação passada, presente e futura.&lt;br /&gt;Referindo-se a «este ADN muito complexo »  - Kerviel sublinha um facto que dá que pensar: «um a dois metros por célula perfazem, colocados ponta a ponta, para os 600 biliões de células que constituem o nosso organismo, uma distância superior a 600 vezes a da Terra ao Sol.»&lt;br /&gt;Ora – sublinha ele - é «sobre este ADN muito complexo que estão inscritos: o nosso código genético, a nossa hereditariedade, tudo o que foi vivido pela vida desde que ela existe, tudo o que poderá ser vivido no futuro (a potencialidade para que esta ou aquela coisa se produza está já inscrita) e o modo de funcionamento desta molécula, sem esquecer algumas páginas em branco que são a imagem da nossa estreita e real liberdade.»&lt;br /&gt;Esta passagem de Kerviel, não só dá que pensar como nos remete para a questão vertical do nosso sonho: a informação em ciências da vida. De facto, nada mais apropriado do que comparar o ADN molecular a um livro ou, como faz Maurice Maeterlinck, a um «hóspede desconhecido».&lt;br /&gt;Aqui o citamos com ênfase, por nos parecer que exorbita da psicologia académica para nos apontar pistas no sentido de compreender o nosso mundo vibratório e a informação que dele recebemos e através dele transmitimos. Sem que a ciência analítica saiba nada desse mundo vibratório, ou já tenha esboçado algum esforço sério para o saber.&lt;br /&gt;Recorde-se que o último livro de Étienne Guillé, publicado no ano 2000 , se chama «O Homem e o Seu Duplo», sendo «duplo», neste caso, a palavra que podemos ir buscar à tradição iniciática dos hierofantes (?) do antigo Egipto faraónico.&lt;br /&gt;Interfaces à vista para este «duplo» que, no livro de Étienne Guillé, é considerado por oposição ao que ele designa por «ser directo», são alguns dos itens emergentes na actual conjuntura do meio considerado esotérico, como por exemplo: o tarô, a geomancia, o I Ching, a profecia, a numerologia, a parapsicologia, a astrologia, etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-7768667273610157498?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/catbooks/' title='BRIAN INGLIS: O MISTÉRIO DA INTUIÇÃO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/7768667273610157498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/7768667273610157498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/brian-inglis-o-misterio-da-intuicao.html' title='BRIAN INGLIS: O MISTÉRIO DA INTUIÇÃO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-GUTjwaAXSgA/TX9KNF-PzOI/AAAAAAAABL0/ERJ3rBAINFU/s72-c/inglis-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-8814548201645437196</id><published>2011-03-15T02:18:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T02:27:00.918-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>PARACELSO NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-TncGNcgh3FM/TX8wlADbKKI/AAAAAAAABLs/GLNPqAboyd4/s1600/paracelso-5-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 265px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-TncGNcgh3FM/TX8wlADbKKI/AAAAAAAABLs/GLNPqAboyd4/s400/paracelso-5-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584235475190360226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-vvHgowXc1Rk/TX8wWhlPEiI/AAAAAAAABLk/HGUCRpQSCsQ/s1600/paracelso-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 270px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-vvHgowXc1Rk/TX8wWhlPEiI/AAAAAAAABLk/HGUCRpQSCsQ/s400/paracelso-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584235226492506658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-9-19Pz3JmSw/TX8wJt297eI/AAAAAAAABLc/vZroslZcLnk/s1600/paracelso-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 256px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-9-19Pz3JmSw/TX8wJt297eI/AAAAAAAABLc/vZroslZcLnk/s400/paracelso-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584235006449806818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-T_RG03lEiL0/TX8v4o-wVJI/AAAAAAAABLU/ouCOoxygeX8/s1600/paracelso-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 264px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-T_RG03lEiL0/TX8v4o-wVJI/AAAAAAAABLU/ouCOoxygeX8/s400/paracelso-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584234713082516626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-ud8bs6-QRn8/TX8vnicLonI/AAAAAAAABLM/GqM56ekKGko/s1600/paracelso-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 270px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ud8bs6-QRn8/TX8vnicLonI/AAAAAAAABLM/GqM56ekKGko/s400/paracelso-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584234419269116530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-2 -paracelso-1-ls-&gt; - clássicos do século XXI - tese noologia - leituras moraes - banalidades de base&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARACELSO DESCONHECIDO(*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[«Livros na Mão», «A Capital», 11-9-1990] [&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;24/8/1990&lt;/span&gt;] - A reabilitação póstuma de Paracelso, que teve o seu auge ao longo de todo o século XIX, assenta afinal em bem pouca coisa, a julgar por uma leitura retrospectiva das suas obras: um punhado de intuições fulgurantes, aquém e para além do tempo, é talvez o que resta de uma obra que, em vida do autor ( 1493-1521), foi sistematicamente vilipendiada pelos invejosos da época, inclusive pelos mais dilectos discípulos como esse misterioso Oparinus, canalha que assume o recorte refinado do clássico traidor. Como se para cada Jesus tivesse sempre que haver um Judas. E a verdade é que, em certos aspectos, Paracelso até nem era nenhum santo.&lt;br /&gt;Resta dele, hoje, portanto, a lenda que se vai formando quando são grandes as lacunas na vida e na obra de um autor: Paracelso é também o mito que dele fizeram as dezenas de obras sobre a sua personalidade controversa, surgidas pró e contra, nos mais diversos países da Europa, durante o século XIX.&lt;br /&gt;Entre as intuições que se podem citar a título de exemplo, que nele assinalam um «contemporâneo do futuro» e que dele fazem um profeta só tardiamente reconhecido como tal, é de sublinhar a que escreveu sobre a predestinação, na qual desenvolve uma ardilosa «teoria do castigo divino como causa das enfermidades», teoria que coincide, em muitos pontos, com a lei cármica das cosmogonias orientais (hindu, tibetana, chinesa) mas que no Ocidente, quer pela via greco-latina, quer pela via judaico-cristã, foi sempre letra morta.&lt;br /&gt;Esta «teoria do castigo divino» é claramente desenvolvida por Paracelso em uma das raras obras suas que não se perderam, o «Tratado da entidade de Deus» , aparecido no «Quinto Livro, não pagão, acerca das entidades morbosas» incluído no segundo «Paramirum» (o primeiro foi um dos muitos livros seus que se perderam).&lt;br /&gt;A reabilitação em força de Paracelso, poderá dever-se, portanto, ao facto de ele ter, numa cultura analfabeta e sórdida, introduzido alguns conceitos que, sendo lugares-comuns na sabedoria universal, sempre se ignoraram numa cultura como a ocidental, caracterizada pelo puro analfabetismo e pela mais dessorada e arrogante das ignorâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRADUZIR PARACELSO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traduzir para a língua portuguesa, em 1990, o «Livro das Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras e de Outros Espíritos» deveria entender-se, portanto, como um primeiro contributo para o conhecimento do desconhecido Paracelso. Só que não é. Tratando-se da parte «morta» de um autor que tem, no entanto, muita coisa ainda viva para mostrar(as tais intuições acima referidas), esta tradução deverá funcionar apenas com objectivos de erudição, como actualização para os estudantes e estudiosos de artes e letras. Fica, entretanto, por conhecer o precursor de algumas banalidades de base que tanta falta continuam fazendo na cultura ocidental.&lt;br /&gt;A tradução de Paracelso, agora empreendida, funciona assim no âmbito estritamente universitário, com o objectivo de rever matéria dada e fornecer fontes bibliográficas fidedignas pouco acessíveis aos alunos de Letras, eruditos, investigadores e especialistas, necessitados de quem lhes facilite e tarefa.&lt;br /&gt;Neste contexto, o livro de Paracelso agora editado em língua portuguesa pela Cooperativa de Serviços Culturais « A Páginas Tantas», com um estudo minucioso de Teolinda Gersão, onde principalmente se assinala o papel de Paracelso no posterior surto romântico que assolaria a Europa, como um solene aviso das fontes a que era urgente recorrer, poderá dizer-se que vem preencher uma lacuna na cultura escolar do ensino superior em Portugal. Mas a sua actualidade é nula. Nada, nesta narrativa meio filosófica, meio fantástica, tem hoje qualquer funcionalidade, deixando portanto ao leitor comum uma imagem distorcida do Paracelso essencial, do Paracelso (ainda) vivo.&lt;br /&gt;Aliás, Teolinda Gersão, no cuidadoso estudo que lhe dedica, faz notar neste «Livro das Ninfas» a linguagem «monótona e pouco clara, enredando-se num estilo pleonástico ou sinonímico, em que o pensamento avança devagar».Eu até diria que não avança mesmo e a sensação, ao lê-lo, é de que não saímos do mesmo sítio. Para dar uma ideia do que em Paracelso houve de efectivamente precursor e profético, do que ainda nele é vivo a actual e actuante, seria necessária uma recolha antológica selectiva, em função do futuro que Paracelso efectivamente antecipou em muitos aspectos e não em função de um passado irremediavelmente morto que outros dos seus escritos acusam, como é o caso destas ninfas.&lt;br /&gt;Aliás, nunca seria pelo estilo que Paracelso desempenharia algum papel na literatura europeia, nem mesmo como um catalisador da explosão romântica. Se houvesse uma história das grandes intuições que faltam à humanidade ou um itinerário das chamadas grandes aventuras espirituais, era lá que se poderia meter Paracelso.&lt;br /&gt;Contemporâneo de alguns outros mitos, muito bem tratados, por motivos ideológicos ou outros semelhantes, pela erudição oficial - Erasmo, Ambrósio Pareo, Lutero, Copérnico, Miguel Ângelo - é inegável que Aureolus Filippus Teofrasto Bombasto de Hohenheim, a começar no nome que seu pai, o médico Hohenheim, se lembraria de lhe dar, não tem nada que o recomende.&lt;br /&gt;Como se explica então o mito Paracelso?&lt;br /&gt;Talvez a resposta esteja, não no «Livro das Ninfas», divertimento a que ele se consagrou certamente para desviar as atenções dos inimigos, mas na biografia de Paracelso que ainda não foi contada e de que o odioso Oporinus pode ser a chave alquímica. Há filósofos que permanecem malditos, mesmo depois de (aparentemente e superficialmente) reabilitados. Mas, como acontece com Paracelso, quanto mais malditos mais fascinantes. Não vão é dizer isso aos alunos da Faculdade de Letras, coitados, que têm de passar nos exames e com boas notas. Cuidado, Paracelso. Cuidado com o Paracelso.&lt;br /&gt;-----------&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*) «Livro das Ninfas, Silfos, Pigmeus e Salamandras e de Outros Espíritos» , Paracelso, com apresentação de Teolinda Gersão, Ed. «A Páginas Tantas», Cooperativa de Serviços Culturais. Equipa de tradução: Ana Paula de Carvalho Cunha, Helena Hipólito, Ana Maria Bernardo, Ana Paula Valagão Luz Clara e Helena Paula de Monteiro Leitão &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(**) Este texto de Afonso Cautela foi publicado na revista «Beija-Flor», provavelmente na data indicada e republicado em «Livros na Mão», «A Capital», 11-9-1990&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-8814548201645437196?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/' title='PARACELSO NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8814548201645437196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8814548201645437196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/paracelso-na-biblioteca-do-gato.html' title='PARACELSO NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-TncGNcgh3FM/TX8wlADbKKI/AAAAAAAABLs/GLNPqAboyd4/s72-c/paracelso-5-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-4088927523409455761</id><published>2011-03-13T04:48:00.001-07:00</published><updated>2011-03-13T04:56:21.698-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>NIKOS KAZANTZAKI NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-hVELv0UpHtg/TXywdqtxO8I/AAAAAAAABLE/GIj9poqH0B0/s1600/kazantzaki-5-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 295px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-hVELv0UpHtg/TXywdqtxO8I/AAAAAAAABLE/GIj9poqH0B0/s400/kazantzaki-5-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583531661761526722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-KcrSCFkt6f0/TXywPYxgxlI/AAAAAAAABK8/B2nBqkXQ6tg/s1600/kazantzaki-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 281px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-KcrSCFkt6f0/TXywPYxgxlI/AAAAAAAABK8/B2nBqkXQ6tg/s400/kazantzaki-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583531416427218514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-VbaazJJAjQw/TXyvxdluzJI/AAAAAAAABK0/65p_cDZX3-s/s1600/kazantzaki-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 286px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-VbaazJJAjQw/TXyvxdluzJI/AAAAAAAABK0/65p_cDZX3-s/s400/kazantzaki-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583530902323907730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-yhW5Qw5UuS0/TXyvc0wPShI/AAAAAAAABKs/RO_aFAlXDko/s1600/kazantzaki-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 271px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-yhW5Qw5UuS0/TXyvc0wPShI/AAAAAAAABKs/RO_aFAlXDko/s400/kazantzaki-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583530547764742674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-GNzTNf_cAxg/TXyvIarIepI/AAAAAAAABKk/QJnUIn6GZe4/s1600/kazantzaki-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 260px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-GNzTNf_cAxg/TXyvIarIepI/AAAAAAAABKk/QJnUIn6GZe4/s400/kazantzaki-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583530197166619282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-4088927523409455761?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang' title='NIKOS KAZANTZAKI NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4088927523409455761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4088927523409455761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/nikos-kazantzaki-na-biblioteca-do-gato.html' title='NIKOS KAZANTZAKI NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-hVELv0UpHtg/TXywdqtxO8I/AAAAAAAABLE/GIj9poqH0B0/s72-c/kazantzaki-5-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-8241019389988867967</id><published>2011-03-12T10:38:00.000-08:00</published><updated>2011-03-13T04:43:37.499-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>CARLO COCCIOLI NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-9NPJHlYNZUU/TXytwVpr9YI/AAAAAAAABKc/5A6dqeS-VHc/s1600/coccioli-7-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 276px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-9NPJHlYNZUU/TXytwVpr9YI/AAAAAAAABKc/5A6dqeS-VHc/s400/coccioli-7-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583528683989890434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-KMhtnVU4Z44/TXytY8PiORI/AAAAAAAABKU/R7bcwZCPVRM/s1600/coccioli-6-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 284px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-KMhtnVU4Z44/TXytY8PiORI/AAAAAAAABKU/R7bcwZCPVRM/s400/coccioli-6-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583528282032322834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-dgEm8eVbI7c/TXvBdlvNnJI/AAAAAAAABKE/DaKvJgrOu3A/s1600/coccioli-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 296px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-dgEm8eVbI7c/TXvBdlvNnJI/AAAAAAAABKE/DaKvJgrOu3A/s400/coccioli-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583268877146365074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-PB7PyKZhVF4/TXvBH2IqYPI/AAAAAAAABJ8/bYI7fci7EH0/s1600/coccioli-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 256px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-PB7PyKZhVF4/TXvBH2IqYPI/AAAAAAAABJ8/bYI7fci7EH0/s400/coccioli-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583268503590953202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-6IuxzT7wkhQ/TXvAxnSAcFI/AAAAAAAABJ0/jV608EIXZ7U/s1600/coccioli-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-6IuxzT7wkhQ/TXvAxnSAcFI/AAAAAAAABJ0/jV608EIXZ7U/s400/coccioli-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583268121646493778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-aZEenDNN4Sw/TXvAdh84EqI/AAAAAAAABJs/fDb1PqeYlwA/s1600/coccioli-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 253px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-aZEenDNN4Sw/TXvAdh84EqI/AAAAAAAABJs/fDb1PqeYlwA/s400/coccioli-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583267776618304162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-2 - coccioli-md-1-3&gt; quinta-feira,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; 6 de Novembro de 2003&lt;/span&gt; - merge de 3 files da série coccioli&gt; coccioli-1&gt; notas de leitura - encontros não imediatos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEGREDOS DE POLICHINELO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vítima de extremos”, “doente de absoluto”, como ele próprio se define ao falar de personagens seus, Coccioli nunca deixa de pisar o proibido, de enfrentar o tabu, de arriscar a palavra de oiro ou de fogo que, por medo, ainda não foi dita.&lt;br /&gt;Escritor de situações e personagens-limite, escritor polémico como D. H. Lawrence, como Henry Miller, como Lawrence Durrell, sempre disposto à ofensiva contra fariseus e puritanos, sempre fora da ordem ortodoxa, inclusive a literária, inclusive a ideológica, herético no mais amplo sentido da palavra, Carlo Coccioli dá no primeiro volume de “Journal”, publicado em 1957 por La Table Ronde (Paris), notícia vibrante do que tem sido a sua vida, indissociável da sua obra, o itinerário da luta aberta e livre e ardente pela verdade, pela sua verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUBLINHADOS DO LIVRO «JOURNAL»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esforço-me por dizer sempre a verdade. É o meu grande segredo; um segredo de polichinelo; mas quem diz ainda a verdade, quem reconhece o seu valor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Os livros que escrevi e provavelmente os que escreverei não são senão exposições de casos de amor, melhor dito: de casos-limite de amor.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Não posso trabalhar senão sentindo-me livre, e o único compromisso que aceito é precisamente o que constitui a razão do meu trabalho: um compromisso cujo objectivo é o homem. (...) Só o homem me interessa e me limita (me limita exaltando-me e procurando-me o sentido da liberdade): o homem com a sua necessidade de amar e com a sua capacidade de amar e com a sua esperança de amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARLO COCCIOLI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- - - - -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Carlo Coccioli - Journal (...-1956) - Ed. La Table Ronde, Paris, 1957 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;coccioli-3&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARLO COCCIOLI : NOTÍCIA BIOBLIOGRÁFICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlo Coccioli nasceu em Livorno (1920). Passou a adolescência na Líbia, em Parma, em Fiume.&lt;br /&gt;Participou na Resistência, esteve preso em Bolonha.&lt;br /&gt;Publicou o seu primeiro romance em 1946. Em 1947, transferiu-se para Paris. Começou a escrever em francês.&lt;br /&gt;Vive actualmente (1988) na Cidade do México, onde reside desde 1953. Escreve em espanhol.&lt;br /&gt;Entre outros romances publicou: O Céu e a Terra, O Vale de Deus, A Águia Azteca Caíu, O Seixo Branco. Em 1990 publica Buda y su glorioso mundo, uma obra fascinante, misto de biografia e ensaio.&lt;br /&gt;(In contracapa do livro «Fabrizio Lupo», editado pela Cotovia, Lisboa)&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;coccioli-2&gt;-bg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOTECA DO GATO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livros de Carlo Coccioli ainda existentes em 12 de Março de 2011:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlo Coccioli - Journal (...-1956) - Ed. La Table Ronde -  Paris - 1957&lt;br /&gt;Carlo Coccioli - Manuel El Mexicano - Ed. Compañia General de Ediciones - México - Julho de 1957&lt;br /&gt;Carlo Coccioli - Fabrizio Lupo - Trad. Louis Bonalumi - Ed. La Table Ronde - Paris - 1952&lt;br /&gt;Carlo Coccioli - Fabrizio Lupo - Trad. Rui Santana Brito - Ed. Cotovia - Lisboa - 1988&lt;br /&gt;Carlo Coccioli - Buda e o seu Glorioso Mundo - Ensaio - Trad. Artur Guerra - Ed. Cotovia - Lisboa - 1992&lt;br /&gt;Carlo Coccioli - A Cidade e o Sangue - Ed. Ulisseia, Lisboa, 1955&lt;br /&gt;Carlo Coccioli - O Jogo - Ed. Ulisseia, Lisboa, s/d&lt;br /&gt;Carlo Coccioli - O Vale de Deus - Ed. Livros do Brasil, Lisboa, s/d&lt;br /&gt;Carlo Coccioli - A Luz do Sonho - Ed. Livros do Brasil, Lisboa, s/d&lt;br /&gt;■&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-8241019389988867967?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/' title='CARLO COCCIOLI NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/8241019389988867967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/carlo-coccioli-na-biblioteca-do-gato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8241019389988867967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8241019389988867967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/carlo-coccioli-na-biblioteca-do-gato.html' title='CARLO COCCIOLI NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9NPJHlYNZUU/TXytwVpr9YI/AAAAAAAABKc/5A6dqeS-VHc/s72-c/coccioli-7-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1609705293157099719</id><published>2011-03-10T11:28:00.000-08:00</published><updated>2011-03-13T04:46:48.717-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>CRISTO VISTO POR MARTIN SCORSESE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-KyHyLftA5Ag/TXknJa5MuEI/AAAAAAAABJk/6jUDw7j9Co0/s1600/kazantzaki-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 286px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-KyHyLftA5Ag/TXknJa5MuEI/AAAAAAAABJk/6jUDw7j9Co0/s400/kazantzaki-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582536255893977154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt; &lt;p&gt;4603 caracteres &lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 0);"&gt;- nikos&lt;/span&gt;&gt;filmes&gt;beja&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="font-size:180%;"&gt; &lt;p&gt;1-2-1992&lt;/p&gt; &lt;/span&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;FILMES EM CASA&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;/i&gt;  &lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;i&gt; &lt;p align="center"&gt;DE NIKOS KAZANTZAKI &lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;PARA MARTIN SCORSESE&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;A DÚVIDA DA FÉ&lt;/p&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;p&gt;Três horas de filme para 624 páginas do livro, na edição portuguesa da  Arcádia, com tradução de Jorge Feio: eis o balanço de uma quase obra-prima que é  o filme «&lt;i&gt;A Última Tentação de Cristo»&lt;/i&gt; («&lt;i&gt;The Last Temptation of Christ&lt;/i&gt;»).  Era, portanto, para Martin Scorsese, o realizador, uma tarefa complexa, embora  atraente, onde o tempo deveria ser densamente preenchido para não resultar  vazio. Defrontava-se ainda com o problema de uma história arquiconhecida, mil  vezes contada e outras tantas posta em cinema. Os diálogos do escritor Nikos  Kazantzaki foram reduzidos ao essencial, na dramatização realizada por Paul  Schrader, o que não lhes retira intensidade, antes pelo contrário. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Temos, com uma equipa inteligente de técnicos e artistas competentes, mais  uma versão da vida (da lenda) de Cristo, na crueldade de alguns momentos (os da  crucificação, obviamente) e na pureza de outros. O simbolismo da serpente, do  fogo, da árvore -- quando Cristo jejua no deserto, depois de baptizado por João  Baptista -- é talvez um dos ingredientes menos conseguidos da película.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outra questão se pode colocar: haveria necessidade de enfatizar tanto o  sangue e a dor, de fazer da crucificação o espectáculo tão medonho e hediondo  que de facto ele é? Foi a opção de Scorsese, tem que ver com a sua opção  filosófica e não o devemos censurar por isso, já que o filme é também, através  de Cristo, um testemunho pessoal das obsessões e paixões do realizador. Em seu  abono vem a seriedade com que trata as figuras, a suavidade com que transcreve  as vozes, a ousadia com que coloca uma banda musical &lt;i&gt;«folk&lt;/i&gt;»(?), ou  qualquer coisa como música ritual africana, no cenário ora deserto, ora  pacificamente campestre da Palestina. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;As três horas de filme foram resolvidas, não por soma das partes mas por um  sopro inicial de inspiração que ia falhando a Scorsese, confrontado com ambições  à partida quase desmedidas. Explica-se assim o episódio público alegadamente  «escandaloso» a que o filme daria lugar, antes de estrear em Nova Iorque. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Bem precisado estava de uma certa propaganda e de algum empolamento, o filme  que não foi feito para grandes massas de público mas que, também, na solidão  individual do vídeo se vê prejudicado na cor e na luz. Apenas no intervalo de  tempo onde o tempo pára -- toda a sequência do anjo da guarda -- a imagem se  ilumina naturalmente, para perder o castanho, por vezes empastelado, que  predomina no resto do tempo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto ao escândalo público que o filme originou na estreia em Nova Iorque, é  fictício. Muito mais fictício do que a ficção com que Nikos Kazantzaki quis  humanizar a figura de Cristo. De heresia é que este Cristo não tem nada, antes  pelo contrário: remete à mais pura ortodoxia. É na sequência do anjo da guarda,  de facto, toda ela em clima onírico, que está o busílis deste livro espantoso do  espantoso místico e escritor que foi Nikos Kazantzaki, falecido em 1957 e de que  em Portugal, felizmente, existem bastantes obras publicadas, quase sempre em  traduções de grande qualidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mais espectacular e verdadeiramente épico é o seu outro livro «&lt;i&gt;O Cristo  Recrucificado&lt;/i&gt;», mas Scorsese optou por este e há que respeitar a escolha. E  se virmos o filme com o amor que ele merece, de certeza que não foi para  explorar o episódio virtualmente escabroso de ver o Cristo divino envolvido nos  negócios humanos e nas fraquezas da carne. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;As dúvidas que dilaceram o coração de Jesus -- princípio de uma concepção  existencial, mais tarde escola filosófica -- já tinham constituído objecto de  reflexão filosófica em Kierkegaard, que escolheu antes Abraão para testar as  forças de Deus face às do Demónio, para personalizar a grande aposta da  esperança, a grande dúvida da Fé. Nesta perspectiva, a figura de Judas é quase  tão importante como a de Jesus, para não dizer mais importante. A ele foi  distribuída a tarefa mais difícil, comparada à de Cristo que era a de morrer na  Cruz. É na figura de Judas que a dúvida da Fé assume, convulsiva, a dimensão de  alavanca que Kierkegaard expressou em «&lt;i&gt;Temor e Tremor&lt;/i&gt;». &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Lembre-se que Nikos Kazantzaki já tivera, há bastantes anos, uma adaptação ao  cinema da obra &lt;i&gt;«O Bom Demónio&lt;/i&gt;», que poucas recordações deixara,  principalmente a do actor, o talentoso mas cabotino Anthony Quinn.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não nos deixemos ludibriar: «&lt;i&gt;A Última Tentação de Cristo&lt;/i&gt;» está tão  longe da heresia como o seu contrário. Só a Mediocridade, no fundo, é heresia.  Porque o espírito sopra em todas as direcções e o amor é que dita a Jesus a  ordem de expulsar do Templo os vendilhões. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;-----&lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt;Publicado em vídeo pela Edivídeo, o belo filme de Martin Scorsese pode ser  visto nos seus 156 minutos de duração&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-1609705293157099719?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='CRISTO VISTO POR MARTIN SCORSESE'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/1609705293157099719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/4603-caracteres-nikos-1-2-1992-filmes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1609705293157099719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1609705293157099719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/4603-caracteres-nikos-1-2-1992-filmes.html' title='CRISTO VISTO POR MARTIN SCORSESE'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-KyHyLftA5Ag/TXknJa5MuEI/AAAAAAAABJk/6jUDw7j9Co0/s72-c/kazantzaki-3-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-2354718527310554134</id><published>2011-03-10T04:07:00.000-08:00</published><updated>2011-03-10T11:25:22.901-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>CRISTO SEMPRE RESSUSCITADO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-eu9SlPzM9MU/TXklcSeO3-I/AAAAAAAABJc/KjOgbxD-nJU/s1600/kazantzaki-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 286px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-eu9SlPzM9MU/TXklcSeO3-I/AAAAAAAABJc/KjOgbxD-nJU/s400/kazantzaki-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582534381027647458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-YwVkjSJD-2o/TXkicXjQk8I/AAAAAAAABJU/w2vMldo7snk/s1600/miller-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 275px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-YwVkjSJD-2o/TXkicXjQk8I/AAAAAAAABJU/w2vMldo7snk/s400/miller-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582531083856024514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-gIbZfQNkohs/TXkiIqyOsLI/AAAAAAAABJM/5OL6B1jcfoQ/s1600/coccioli-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 253px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-gIbZfQNkohs/TXkiIqyOsLI/AAAAAAAABJM/5OL6B1jcfoQ/s400/coccioli-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582530745421705394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-8Lmgs4227wc/TXkgnrcOL8I/AAAAAAAABJE/H54UXm2tqSo/s1600/wilde-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 243px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-8Lmgs4227wc/TXkgnrcOL8I/AAAAAAAABJE/H54UXm2tqSo/s400/wilde-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582529079150522306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-hh7AMyCKj4A/TXkgTAT4_hI/AAAAAAAABI8/_bNQdgP56KY/s1600/wilde-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 243px; height: 392px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-hh7AMyCKj4A/TXkgTAT4_hI/AAAAAAAABI8/_bNQdgP56KY/s400/wilde-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582528723975470610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-3- wilde - &gt; 8236 caracteres -wilde&gt;emcurso&gt;livros&gt; esboços e ousadias sobre o obsceno – leituras mágicas – diário de um leitor de livros &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A FIGURA DE CRISTO  EM ESCRITORES PAGÃOS(*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2/7/1992&lt;/span&gt; - Nem Oscar Wilde se deu conta de que, no seu celebérrimo «De Profundis», traçou os prolegómenos de toda a Modernidade passada, presente e futura. Julgando defender um romantismo decadente, estava a definir o moderno, o poético.&lt;br /&gt;«Não é a extensão, mas sim a intensidade, o verdadeiro objectivo da arte moderna» -- escreve. Se em vez de «arte moderna» lermos «modernidade ou «moderno» no sentido de poesia ou espírito da literatura, entender-se-á que Wilde antecipou os vanguardismos dos anos mil novecentos e vinte, tanto quanto Nietzsche deu, com o seu «dionisismo» [também já notado por Gide, quando fala de um nietzscheísmo anterior a Nietzsche] uma antecipação do que Fernando Pessoa (Álvaro de Campos) com a sua «estética não aristotélica» daria no conceito em que a beleza era substituída pela «força» (em acepção «filosófica», frisa Álvaro de Campos, acepção de ímpeto, furor, demónio dionisíaco).&lt;br /&gt;Embora em todos subsista ainda uma terminologia insegura, no que todos concordam é que, contra a extensão, a «exaustiva bibliografia» e o enciclopedismo galopante, é na «intensidade», é no espírito e não na letra, é no fogo e não nas cinzas, é no núcleo e não na periferia, é no sol e não nas sombras, que está o essencial do espírito moderno, da modernidade de todos os tempos, aquilo a que Wilde chama os «movimentos românticos» de todas as épocas e a que, em homenagem ao ensaio de Henry Miller, se poderia chamar os «movimentos do obsceno».&lt;br /&gt;Wilde, intuindo o moderno, não adoptava ainda a justa terminologia. E não se furta à denominação de «mestre» e à de «artista». «Dante e Ésquilo -- escreve -- são os austeros mestres da ternura». E Shakespeare «o mais puramente humano de todos os grandes artistas». Note-se a citação acertadíssima de Ésquilo -- um dos mais puros representantes do dionisismo estudado por Nietzsche -- mas note-se também a insistência da palavra «artista».&lt;br /&gt;Wilde ainda não distinguia o artista do poeta, quando, afinal, tinha em si próprio um caso exemplar. Wilde, com efeito, o mais artista dos artistas, o mais esteta dos estetas, o mais lúdico dos puros lúdicos, o mais arte pela arte, antes deste insólito «De Profundis», sentiu nascer, ao mesmo tempo que o escrevia, a mais assombrosa das revelações, em nada comparável com os gozos do antigo «virtuose».&lt;br /&gt;Este «De Profundis», na verdade, nada tem, na obra de Wilde, que se lhe possa comparar. Artista, ele o teria sido centos de vezes. Poeta, só o foi quando escreveu os contos e quando, pela dor, conheceu «os elementos de uma vida nova, duma «vita nuova», como confessa: «De todas as coisas, é a mais estranha. Ninguém a pode adquirir senão abandonando aquilo que tem.» [página 49 da edição da Portugália]&lt;br /&gt;Na página 81 da tradução portuguesa do «De Profundis», lê-se: «Vejo em Cristo não apenas o que há de essencial no supremo tipo romântico, mas todos os acidentes, a voluntariosidade mesmo, do temperamento romântico também.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CLAREIRA DE CRISTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamando Cristo para o assunto da Modernidade, Wilde abre, sem querer, uma clareira inusitada. Cristo aparece como paradigma do criador, do poeta, devotado até à morte à sua paixão. E que escândalo maior na «cidade cristã» do que fazer de Cristo o primeiro escândalo, o primeiro imoral, o primeiro ameaçador da virtude beata?&lt;br /&gt;Fazer de Cristo -- à custa de quem se engendrou a moralização cristã e, com ela, a virtude beata, a hipocrisia, o remordimento do falso remorso, a mentira de consciência, o pecado, o mal pequeninamente entendido, a falsa castidade e o falso pudor, o amor degradado e a degradação do amor, o amor transformado de princípio de vida e de criação em causa do mal e de ruína e morte -- fazer de Cristo o paradigma do homem que, pela sinceridade ou verdade íntima, se ergue contra a turba dos sepulcros caiados, fariseus e vendilhões do templo, contra a fachada da hipocrisia que é a moral individual que se diz cristã e, generalizando, contra a lei, contra toda a lei, -- é realmente um golpe de génio de que Wilde talvez não avaliasse todo o significado e todo o alcance.&lt;br /&gt;Isso que Wilde intuiu seria mais tarde o núcleo de obras como por exemplo as de Pascoaes (expressamente o «São Paulo»), Nikos Kazantzaki (expressamente «O Cristo Recrucificado»), Carlo Coccioli (expressamente o « Fabrizio Lupo»): Cristo veio para perdoar aos pecadores, à consciência pecadora, e não para exasperar ou exagerar o pecado nas consciências. Cristo veio para perdoar porque só a verdade (a sinceridade) salva. Cristo veio para criar a consciência «obscena».&lt;br /&gt;A aparição de Cristo dá-se na literatura moderna com uma frequência que faz pensar. E sem falar de escritores ortodoxos -- que, nesses, nem seria de admirar -- mas nos que se consideram pouco ou nada ortodoxos e a que se pode dar o nome de «pagãos», ateus, protestantes, panteístas, heréticos.&lt;br /&gt;Nada disso, afinal, já se opõe a Cristo. Ao cristianismo talvez mas não a Cristo. Em muitos escritores pouco ou nada cristãos -  Wilde (o «pagão»), Eça de Queiroz (o «ateu»), Pascoaes (o ateoteísta), Alberto Caeiro (o «pagão»), André Gide (o «protestante»), Florbela Espanca (a «pagã»), Nikos Kazantzaki, D.H. Lawrence (em «The Man who Died»), Raul de Carvalho, Miguel Torga - encontramos Cristo. E claro que não o encontramos em pagãos de última apanha, à Teixeira Gomes e Aquilino Ribeiro ou à componente da Novíssima Academia, com manifestação colectiva no folheto «Poesia 61».&lt;br /&gt;Mas além dos escritores que expressamente deixaram obras em que Cristo é protagonista, quantas metamorfoses de Cristo não poderíamos encontrar nas mais inesperadas criações míticas?&lt;br /&gt;O que será o «Codine» de Panait Istrati? E o «Fabrizio» de Coccioli? E a «Cabíria» de Fellini? E o «Gebo» de Raul Brandão? E o D. Ardito de Coccioli? E o «Pároco de Aldeia» de Bernanos? E o «Vassili» de André Kedros? E o «Salavin» de Duhamel? E o «Godot» de Beckett? E a «Alouette» de Jean Anouillh? E a «Pelágia» de Gorki? E o «Amal» de Tagore? E que são essas criações de sentido heróico (onde a humildade e a simplicidade são o primeiro e principal heroísmo) senão metamorfoses de Cristo?&lt;br /&gt;O que está em todas essas reincarnações de Cristo, senão o heroísmo do quotidiano, a coragem de continuar depois de todas as decepções e desilusões, o sorriso puro e magoado e triste de Cabíria que nos olha nos olhos? Fellini quis que Madalena e Cristo ressuscitassem no mesmo corpo. Talvez por isso (e apesar de uma profissional do sexo) Cabíria dá-nos a ideia de que não tem sexo. Profundamente apaixonada e atraente, Cabíria é tudo menos sensualidade só sensualidade. Cabíria poderá ser a réplica abreviada disso que alguém já denominou a «mística do sexo», a propósito de D.H. Lawrence. Fellini não deixa morrer Cabíria. Isso seria heróico. E Cabíria vai do heróico ao trágico. Para isso ela sai da tela. Olha-nos a sai da tela. Fica connosco e aí o heróico começa a ser trágico. O filme começa quando finda. Cabíria prossegue.&lt;br /&gt;Também D.H. Lawrence inicia a narrativa do homem que morreu (Cristo), onde a história costuma acabá-la. Num e noutro, nuns e noutros destes cristos modernos, vemos a pedra de toque: o escândalo. Todos os tribunais em pé de guerra contra o Intruso -- o homem demasiado humano. Todas as leis mancomunadas. Chessman perderá dez anos a ensinar Cristo, a repetir Cristo, na figura de um «assassino da lanterna vermelha», porque forçosamente o Cristo de hoje terá de ser um assassino, ou uma prostituta (Cabíria), ou um vagabundo,  ou um revolucionário idealista,  ou um pobre gebo, funcionário cansado. Mas sempre um humilde, sempre um anónimo, sempre a pureza a par da paixão desprevenida, da entrega total,  a esperança nascendo inalterável do desespero, a alma temperada pela dor. «Deus só vem até nós pelos caminhos da Dor» - diz Miguel Serrano. Mas há quem diga que não: que ele vem pela teologia, ou através de um canal de televisão, o que evita a muito boa gente sofrer e regaladamente verem, ouvirem e cheirarem deus pela televisão.&lt;br /&gt;- - - - -&lt;br /&gt;(*) Alguns dos livros aqui citados ainda existem, em 16/7/2001, na minha biblioteca do gato . Até ver...♥♥♥&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-2354718527310554134?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='CRISTO SEMPRE RESSUSCITADO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/2354718527310554134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/cristo-sempre-ressuscitado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2354718527310554134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2354718527310554134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/cristo-sempre-ressuscitado.html' title='CRISTO SEMPRE RESSUSCITADO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-eu9SlPzM9MU/TXklcSeO3-I/AAAAAAAABJc/KjOgbxD-nJU/s72-c/kazantzaki-3-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-277766417586816893</id><published>2011-03-09T02:31:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T02:37:26.977-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>TED ANDREWS E O CONTINUUM ENERGÉTICO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-XE93NpIOvYo/TXdX8681TOI/AAAAAAAABI0/WWcLtr7fNSA/s1600/andrews-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 285px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-XE93NpIOvYo/TXdX8681TOI/AAAAAAAABI0/WWcLtr7fNSA/s400/andrews-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582026967277194466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-2 - 96-10-16-ls-at-hv&gt; sábado, 8 de Março de 2003-novo word - corpos-1&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CONTINUUM ENERGÉTICO EM AUTOTERAPIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa, 16/10/1996 -  A composição trinitária do ser humano( corpo/alma/espírito) não é um dado evidente apesar de se encontrar em todas as grandes tradições que conheciam o sagrado.&lt;br /&gt;As classificações que os livros de divulgação «energética» hoje nos apresentam, usam uma variedade de planos que inevitavelmente confunde o leitor.&lt;br /&gt;Há os que falam, por exemplo, em 3 planos:&lt;br /&gt;corpo&lt;br /&gt;mente&lt;br /&gt;alma&lt;br /&gt;Outros referem 4 níveis :&lt;br /&gt;físico&lt;br /&gt;emocional&lt;br /&gt;mental&lt;br /&gt;espiritual&lt;br /&gt;Um livro de teosofia talvez adiante, além do patamar físico, outros patamares:&lt;br /&gt;etérico&lt;br /&gt;astral&lt;br /&gt;causal&lt;br /&gt;mental&lt;br /&gt;Por vezes a simplificação leva a um mero binário:&lt;br /&gt;corpo&lt;br /&gt;espírito&lt;br /&gt;onde espírito significa tudo o que não é corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São alguns exemplos, recolhidos de um livro interessante de Ted Andrews - «Manual dos Novos  Médicos», Estampa, 1996 - mas que mostram a confusão reinante, hoje em dia, no campo unificado das energias, das bionergias ou energias vibratórias.&lt;br /&gt;O trabalho de unificar a nomenclatura é, portanto, o que se impõe com maior urgência e necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- «Debilidade» ou «fraqueza» de um órgão, que o torna mais susceptível de contrair determinada doença, pode significar «estagnação energética» igual a «bloqueio energético».&lt;br /&gt;Quando fundamentalmente se aconselha uma técnica de «relax» em casos de extremo stress, está a constatar-se que para uma situação yang o melhor antídoto é o yin.&lt;br /&gt;As psicoterapias complicam as técnicas de relaxamento - com hipnotismo, yoga, meditação, imposição de mãos, massagem, etc - mas a macrobiótica receita bons yin e tenta preparar o terreno para que a alquimia se faça, ou seja, para que o bloqueio se desfaça.&lt;br /&gt;A acupunctura, por exemplo, tenta desbloquear por intervenção directa nos meridianos, mas se a causa do bloqueio é de terreno orgânico, a situação volta a verificar-se passada a acção das agulhas. Sem desintoxicação alimentar nunca o desbloqueio é completo. E quando a intoxicação é medicamentosa - química em geral - , intramolecular, portanto, mais difícil será conseguir de novo o fluxo energético normal.&lt;br /&gt;A medicina ortomolecular surge hoje como um recurso para atingir essa zona profunda do terreno orgânico mas esquece duas condições de base:&lt;br /&gt;1) É condição sine qua non, uma situação yin à partida, para que as trocas intermembranares da célula se verifiquem&lt;br /&gt;2) É condição sine qua non encontrar uma técnica capaz de remover os metais mal colocados na zona da heterocromatina constitutiva.&lt;br /&gt;Sem estas duas condições, não há hipótese de realizar:&lt;br /&gt;- uma verdadeira desintoxicação do organismo&lt;br /&gt;- um verdadeiro desbloqueio energético dos canais de circulação da informação&lt;br /&gt;- uma verdadeira desestagnação que leva a um movimento alquímico necessário e suficiente.&lt;br /&gt;Tal como no tráfego da cidade, quando há engarrafamento num sítio toda a circulação é afectada.&lt;br /&gt;Fisicamente, os bloqueios energéticos podem significar «intoxicação» , um terreno em stress, uma imunidade diminuída, um metabolismo perturbado, um equilíbrio PH (ácido/base) desequilibrado. A nível intra-molecular tudo isto é a mesma coisa.&lt;br /&gt;Dizer que as nossas doenças começam no corpo energético significa que elas surgem ao nível do corpo através dos sistemas de fronteira em intercomunicação recíproca e que portanto se intercondicionam:&lt;br /&gt;- sistema endócrino&lt;br /&gt;- sistema nervoso&lt;br /&gt;- sistema imunitário&lt;br /&gt;- sistema circulatório&lt;br /&gt;- sistema reticulo-endotelial&lt;br /&gt;- pele&lt;br /&gt;Se a acção incidir no meio intra-molecular, ou seja, se o movimento alquímico se iniciar e realizar , se os princípios da homeostosia (ou inteligência do organismo) funcionarem, eis que  as sinapses e outros mecanismos (enzimas, por exemplo) cibernéticos da célula, encarregados de levar as informações necessárias onde elas fazem falta, começam a funcionar.&lt;br /&gt;Se  se quer tratar o terreno físico, terá de se começar por aqueles 6 sistemas de fronteira e removendo causas que condicionam estes sistemas.&lt;br /&gt;Essas causas terão de ser procuradas onde nenhuma medicina , até agora, as procurou:&lt;br /&gt;- ao nível dos 7 corpos energéticos (Rudolfo Steiner)&lt;br /&gt;- ao nível dos 12 órgãos dos sentidos (de que só reconhecemos 5) (Hierofantes egípcios)&lt;br /&gt;- ao nível das 9 camadas da alma (que totalmente esquecemos) (Hierofantes egípcios)&lt;br /&gt;- ao nível do espírito e das energias filosofais - enxofre, mercúrio, sal -  que directamente o alimentam&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-277766417586816893?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/vidanatural/+ecologia%20humana+.htm' title='TED ANDREWS E O CONTINUUM ENERGÉTICO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/277766417586816893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/277766417586816893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/ted-andrews-e-o-continuum-energetico.html' title='TED ANDREWS E O CONTINUUM ENERGÉTICO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-XE93NpIOvYo/TXdX8681TOI/AAAAAAAABI0/WWcLtr7fNSA/s72-c/andrews-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-2365352165810081114</id><published>2011-03-08T09:59:00.000-08:00</published><updated>2011-03-08T10:17:48.826-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>RUDOLF STEINER NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-BG4JNeGz6y8/TXZyWQzyomI/AAAAAAAABIs/WNy-SRwK69Q/s1600/steiner-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 268px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-BG4JNeGz6y8/TXZyWQzyomI/AAAAAAAABIs/WNy-SRwK69Q/s400/steiner-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581774514967192162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-ZgamDbZSZ88/TXZx0yTHCaI/AAAAAAAABIk/brJUg3IX6Aw/s1600/steiner-2-book.jpg"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-MQHz2lFR35M/TXZxpzr3HlI/AAAAAAAABIc/8lKCv2u8Vpc/s1600/steiner-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 237px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-MQHz2lFR35M/TXZxpzr3HlI/AAAAAAAABIc/8lKCv2u8Vpc/s400/steiner-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581773751235059282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Obras de Rudolf Steiner que convergem no tema iniciação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os Graus do Conhecimento Superior- O Caminho Iniciático da Imaginação, da Inspiração e da Intuição&lt;br /&gt;- O Conhecimento Iniciático -As vivências supra-sensíveis nas várias etapas da iniciação&lt;br /&gt;- O Limiar do Mundo Espiritual - Considerações aforísticas&lt;br /&gt;- A Fisiologia Oculta&lt;br /&gt;- A Direcção Espiritual do Homem e da  Humanidade&lt;br /&gt;- Um caminho Para o Conhecimento de Si&lt;br /&gt;- O Centro do Mundo Espiritual&lt;br /&gt;- Teosofia, Introdução ao Conhecimento Suprasensível do Mundo e do Destino Humano&lt;br /&gt;- A Crónica de Akasha - A Génese da Terra e da Humanidade: uma leitura esotérica&lt;br /&gt;- O Conhecimento dos Mundos Superiores&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-2365352165810081114?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/catbooks/' title='RUDOLF STEINER NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/2365352165810081114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/rudolf-steiner-na-biblioteca-do-gato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2365352165810081114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2365352165810081114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/03/rudolf-steiner-na-biblioteca-do-gato.html' title='RUDOLF STEINER NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-BG4JNeGz6y8/TXZyWQzyomI/AAAAAAAABIs/WNy-SRwK69Q/s72-c/steiner-3-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1702589269372837591</id><published>2011-02-21T03:13:00.000-08:00</published><updated>2011-02-21T09:21:00.137-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>LEONARDO BOFF NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-OJXrpmy8mF0/TWJLwWoLeDI/AAAAAAAABIQ/XCOyY1_tgl4/s1600/boff-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 262px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-OJXrpmy8mF0/TWJLwWoLeDI/AAAAAAAABIQ/XCOyY1_tgl4/s400/boff-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576102582718003250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;boff-2-nw&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;19 de setembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zen-budismo na vida e no trabalho&lt;br /&gt;por Leonardo Boff*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O zen-budismo pode significar uma fonte inspiradora para o paradigma ocidental em crise, bem como para a vida cotidiana. Isso porque o zen não é uma teoria ou filosofia. É uma prática de vida que se inscreve na tradição das grandes sabedorias da humanidade. O zen pode ser vivido pelas mais diferentes pessoas, simples donas-de-casa, empresários e pessoas religiosas de diferentes credos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O centro para o zen-budismo não está na razão, tão importante para a nossa cultura ocidental, mas na consciência. Para nós, a consciência é algo mental. Para o zen-budismo, cada sentido corporal possui a sua consciência: a visão, o olfato, o paladar, a audição e o tato. Um sexto é a razão. Tudo se concentra em ativar com a maior atenção possível cada uma destas consciências, a partir das coisas do dia a dia. Possuir uma atitude zen é discernir cada nuance do verde, perceber cada ruído, sentir cada cheiro, aperceber-se de cada toque. E estar atento às perambulações da razão no seu fluxo interminável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o zen se constrói sobre a concentração, a atenção, o cuidado e a inteireza em tudo aquilo que se faz. Por exemplo, expulsar um gato da poltrona pode ser zen; também libertar os cachorros do canil e deixá-lo correr pelo no jardim. Conta-se que um guerreiro samurai, antes de uma batalha, visitou um mestre zen e lhe perguntou: “Que é o céu e o inferno”? O mestre respondeu: “Para gente armada como você não perco nenhum minuto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O samurai, enfurecido, tirou a espada e disse: “Por tal sem-vergonhice poderia matá-lo agora mesmo”. E aí disse-lhe calmamente o mestre: ”Eis aí o inferno”. O samurai caiu em si com a calma do mestre, meteu a espada na bainha e foi embora. E o mestre lhe gritou logo atrás: “Eis aí o céu.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a atitude zen visa é à completa integração da pessoa com a realidade que vive. Deparamo-nos no meio de diferenças, compartimentando nossa vida. O zen busca o vazio. Mas esse vazio não é vazio. É o espaço livre no qual tudo pode se formar. Por isso não podemos ficar presos a isto e àquilo. Quando um discípulo perguntou ao mestre: “Quem somos?” respondeu apontando simplesmente para o universo: “Somos tudo isso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é a planta, a árvore, a montanha, a estrela, o inteiro universo. Quando nos concentramos totalmente em tais realidades, nos identificamos com elas. Mas isso só é possível se ficarmos vazios e permitirmos que as coisas nos tomem totalmente. O pequeno eu desaparece para surgir o eu profundo. Então somos um com o todo. Este caminho exige muita disciplina. Não é nada fácil ultrapassar as flutuações de cada uma das consciências e criar um centro unificador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma base cosmológica para a busca desta unidade originária. Hoje sabemos que todos os seres provêm dos elementos físico-químicos que se forjaram no coração das grandes estrelas vermelhas que depois explodiram. Todos estávamos um dia juntos naquele grande e misterioso coração incandescente. Guardamos uma memória cósmica desta nossa ancestralidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, sabemos também que possuímos o mesmo código genético de base presente em todos os demais seres vivos. Viemos de uma bactéria primordial surgida há 3,8 bilhões de anos. Formamos a única e sagrada comunidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao buscar um centro unificador, o zen nos convida a fazer esta viagem interior. É escusado dizer que tudo isso vale para todos, mas, principalmente, para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lboff@leonardoboff.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Teólogo, professor e membro da Comissão da Carta da Terra&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-1702589269372837591?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='LEONARDO BOFF NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1702589269372837591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1702589269372837591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/leonardo-boff-na-biblioteca-do-gato.html' title='LEONARDO BOFF NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-OJXrpmy8mF0/TWJLwWoLeDI/AAAAAAAABIQ/XCOyY1_tgl4/s72-c/boff-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-5187696071158290369</id><published>2011-02-21T03:01:00.000-08:00</published><updated>2011-02-21T03:06:28.553-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>ROTA DE SANTIAGO NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-YiHy0SWWzi8/TWJG6Sw5SkI/AAAAAAAABII/9cD3CYfwFyk/s1600/santiago-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 258px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-YiHy0SWWzi8/TWJG6Sw5SkI/AAAAAAAABII/9cD3CYfwFyk/s400/santiago-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576097255921371714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-gvfBQPiWCp8/TWJGtagbwnI/AAAAAAAABIA/vSjsEuzlY0w/s1600/santiago-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 276px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-gvfBQPiWCp8/TWJGtagbwnI/AAAAAAAABIA/vSjsEuzlY0w/s400/santiago-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576097034661511794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-5187696071158290369?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/' title='ROTA DE SANTIAGO NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/5187696071158290369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/5187696071158290369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/rota-de-santiago-na-biblioteca-do-gato.html' title='ROTA DE SANTIAGO NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YiHy0SWWzi8/TWJG6Sw5SkI/AAAAAAAABII/9cD3CYfwFyk/s72-c/santiago-2-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1571959128191902077</id><published>2011-02-21T01:53:00.000-08:00</published><updated>2011-02-21T02:05:09.580-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OVNIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COSMOSOFIA 2013'/><title type='text'>PHILIP J. CORSO: TECNOLOGIA EXTRATERRESTRE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-H2uvRGBrbdY/TWI4d8YN8qI/AAAAAAAABHw/WsbdYwsThKg/s1600/corso-2-book.gif"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 371px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-H2uvRGBrbdY/TWI4d8YN8qI/AAAAAAAABHw/WsbdYwsThKg/s400/corso-2-book.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576081375713161890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tema central neste momento: a  tecnologia alienígena que se teria despenhado em Roswell. Tal como revela e demonstra no livro «The Day After Roswell», o  tenente-coronel Philip J.Corso, do Pentágono, que antes de morrer  revelou alguns dos segredos que sabia das informações secretas  (classificadas?) guardadas pelo exército norte-americano e recolhidas do  ovni despenhado em Roswell.&lt;br /&gt;Tudo deve estar aí: inclusive algum do futuro que nos espera nos próximos anos, meses e dias.&lt;br /&gt;Falta uma lista de discussão só para estes assuntos: tecnologia alienígena,  tecnologias da informação, engenharia reversa, microships, ondas de luz,  fibras ópticas, cibernética. Afinal e de maneira muito discreta vamos descobrir que as nossas universidades mais práfrentex (a de Évora  inclusive) têm cadeiras de engenharia reversa... sabendo (ou talvez  não...) que se desenvolveu a partir de Roswell 1974, especialmente no  campo da nanotecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande questão é onde está a  unidade básica da informação estendida a todos os reinos da criação, do  mundo e do universo. O que é e não é informação do macro ao microcosmos  (ADN molecular): ou será tudo? Mas nesse caso temos que seleccionar os  itens prioritários: a tal engenharia reversa parece-me um bom ponto de  partida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-1571959128191902077?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/catbooks/' title='PHILIP J. CORSO: TECNOLOGIA EXTRATERRESTRE'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1571959128191902077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1571959128191902077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/philip-j-corso-tecnologia.html' title='PHILIP J. CORSO: TECNOLOGIA EXTRATERRESTRE'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-H2uvRGBrbdY/TWI4d8YN8qI/AAAAAAAABHw/WsbdYwsThKg/s72-c/corso-2-book.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-6537528294408168546</id><published>2011-02-20T10:53:00.000-08:00</published><updated>2011-02-20T11:02:21.594-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>DMITRI MEREJKOVSKY: TODOS SOMOS DEUSES</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-lbz_YPVx82g/TWFlHDlNErI/AAAAAAAABHo/Pa7reY-0y30/s1600/merejkovski-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 274px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-lbz_YPVx82g/TWFlHDlNErI/AAAAAAAABHo/Pa7reY-0y30/s400/merejkovski-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575848985556226738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-26272 bytes 5178 caracteres  da-21&gt; =  diário de um aprendiz – leituras selectas – gato das letras &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONVICÇÕES SÃO APEGOS : A ÉPOCA DOS GRANDES HOMENS ESTÁ A CHEGAR AO FIM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;«O triunfo é do Galileo, mas a vitória será nossa, um dia... Os deuses hão-de voltar... todos seremos deuses.»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Imperador Juliano, in «O Romance de Leonardo de Vinci», de Dmitri Merejkovsky&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paço de Arcos, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9/8/1993&lt;/span&gt; - 1 -  Se, através do trabalho com os Metais, entrar em ressonância vibratória  com os planetas e outros níveis superiores de energia cósmica, creio que  a minha capacidade de ver o uno no múltiplo, entre outras capacidades,  se multiplicará. E que verei a unidade que subjaz a todo o léxico do  sagrado, por mais marcados pelas condicionantes conjunturais que tenham  sido. O aviltamento do Sagrado está a chegar aos seus limites  históricos, na proporção directa do materialismo mais grosseiro: a  publicidade, como acabo de ver na RTP, em uma produção da BBC sobre o  turismo no Egipto, a publicidade aproveita os símbolos e monumentos mais  sagrados para anunciar voos charters, ou mesmo o Palácio de Potala para  anunciar automóveis. A Queda no Abismo (do) material mais ignóbil e  grosseiro vem seguindo a sua escalada para o abismo.&lt;br /&gt;Mas as épocas ou eras zodiacais estão aí para desculpabilizar a acção  devastadora do ser humano sobre si próprio, esmagado sobre si próprio. A  decadência do «progresso» (retrocessos do Progresso como lhe chamei) é  geral, como poderíamos não ser também atingidos? Mas haverá hoje  desculpas, hoje que nos foi doado, de bandeja, o Fio de Ariadne da  Sabedoria? Invoca-se o conforto que podem dar certas práticas como o  chamado  espiritismo. E o Aprendiz pergunta se alguém tem o direito de  retirar a alguém esse conforto em nome de uma pretensa verdade  objectiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Enquanto não puder demonstrar, numericamente, com o Pêndulo, que o  espiritismo é uma prática com frequências vibratórias X e a Radiestesia  ou trabalho com os Metais uma prática com a Frequência Y, não tenho o  direito de criticar quem pratique o espiritismo. Só quando for claro  como água límpida o nível vibratório a que agem certas práticas - como a  magia negra - tenho o direito de propor às pessoas que se deixem  disso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - É verdade que, à luz da Hipótese Vibratória, eu já desisti de muitas  convicções que tinha como certas - e convicções são apegos como outros  quaisquer. A (ideia de) Reencarnação, por exemplo, em que eu acreditava,  está posta em causa pela Radiestesia Holística. Mas isso não me dá o  direito de fazer os outros abandonar o conforto das suas convicções, dos  seus apegos. Aquilo em que eu acreditei - por ordem alfabética,  acupunctura, anarquismo, budismo tibetano, macrobiótica, racionalismo  sergiano, realismo fantástico, socialismo democrático, surrealismo,  taoísmo, zen - foi tudo posto em causa à luz da Hipótese Vibratória.  Acho que devia ser assim. Acho que não podia deixar de ser assim. Acho  que não se pode estagnar em uma convicção - um Apego - por mais firme  que ela seja. Mas não tenho o direito de propor a ninguém que «ponha em  causa» as suas convicções - os seus apegos - e os alicerces da sua fé,  por mais podres que esses alicerces me posam parecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - A reverência das grandes figuras é um equívoco histórico e um  Sofisma monumental que a Era da Queda instalou nos seres humanos para os  fazer resignar-se à mesquinhez da sua condição. Todos temos Deus dentro  de nós e podemos, devemos descobri-lo. Esta é a regra de Ouro da nova  Idade de Ouro. As vidas ilustres dos grandes iniciados, como escreveu  Eduardo Schuré, a vida dos grandes músicos, a vida dos grandes pintores,  a vida dos grandes santos, a vida dos grandes alquimistas (e não falo,  claro, da vida dos Napoleões e outros ões), não é nada que nos faça  ajoelhar. Cristo foi um ser humano como eu. Buda foi um ser humano como  eu. São casos. São exemplos, que chegaram até nós pela notoriedade  pública. E como tal - como exemplos - nos devem servir. Não devemos é  consentir que sejam eles a servir-se de nós.&lt;br /&gt;A vida do mais anónimo dos anónimos é tão importante, à face de deus,  como a de Einstein, Freud, Dostoiewsky, Kafka, etc. O culto dos heróis é  uma fraca proposta de Carlyle e os «representativ men» de Emerson o  modelo de uma América do Norte que criaria no marketing o culto do  materialismo mais abjecto e grosseiro. Um culto onde o Sagrado é matéria  de publicidade turística. Em plena era do marketing é o culto do herói,  do representativ man, do premiado, do galardoado, do distinguido, que  vigora para alimentar a guerra do struggle for life, o egoísmo e a  Inveja Social. O serem falados e famosos só nos pode ajudar porque o seu  caso, tornado público, nos pode servir como exemplo.&lt;br /&gt;Mas mais nada. Abaixo a reverência. Abaixo a idolatria. Desconfiai das  grandes épocas como a Renascença. Foram, de facto, os picos da  decadência. Os picos do Abismo Invertido, o mero reflexo de um  materialismo condensado em que a vida do espírito só era possível aos da  Vinci, aos Miguel Ângelo, aos Savonarola, aos génios. A Era dos grandes  homens está a chegar ao fim. Na Nova Idade de Ouro, todos os homens  (seres humanos) serão  grandes homens. E a Humanidade uma e única Alma.&lt;br /&gt;Lisboa, 10/8/1993■&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-6537528294408168546?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/' title='DMITRI MEREJKOVSKY: TODOS SOMOS DEUSES'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/6537528294408168546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/dmitri-merejkovsky-todos-somos-deuses.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/6537528294408168546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/6537528294408168546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/dmitri-merejkovsky-todos-somos-deuses.html' title='DMITRI MEREJKOVSKY: TODOS SOMOS DEUSES'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-lbz_YPVx82g/TWFlHDlNErI/AAAAAAAABHo/Pa7reY-0y30/s72-c/merejkovski-1-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-265532500968347409</id><published>2011-02-05T11:50:00.000-08:00</published><updated>2011-02-05T11:56:45.412-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONVERGÊNCIA ORTOMOLECULAR'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O CHIP DA VIDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COSMOSOFIA 2013'/><title type='text'>GREGG BRADEN NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TU2rV22s3kI/AAAAAAAABGQ/QhOHN52-AAM/s1600/braden-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 260px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TU2rV22s3kI/AAAAAAAABGQ/QhOHN52-AAM/s400/braden-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570296706117721666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TU2q3rr1CLI/AAAAAAAABGI/-28Ino8uBGQ/s1600/braden-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 271px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TU2q3rr1CLI/AAAAAAAABGI/-28Ino8uBGQ/s400/braden-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570296187723253938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TU2qSwBwywI/AAAAAAAABGA/nOfO1w-8o8w/s1600/braden-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TU2qSwBwywI/AAAAAAAABGA/nOfO1w-8o8w/s400/braden-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570295553233832706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-265532500968347409?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/' title='GREGG BRADEN NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/265532500968347409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/265532500968347409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/gregg-braden-na-biblioteca-do-gato.html' title='GREGG BRADEN NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TU2rV22s3kI/AAAAAAAABGQ/QhOHN52-AAM/s72-c/braden-3-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-515591069061944471</id><published>2011-02-04T11:32:00.000-08:00</published><updated>2011-02-04T11:42:47.649-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONVERGÊNCIA ORTOMOLECULAR'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O CHIP DA VIDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COSMOSOFIA 2013'/><title type='text'>GREGG BRADEN: O CÓDIGO DE DEUS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUxWe3mkXaI/AAAAAAAABFo/wPmIUghlqCk/s1600/braden-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUxWe3mkXaI/AAAAAAAABFo/wPmIUghlqCk/s400/braden-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569921927472242082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-2-06-09-25-ac-cf&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;quarta-feira, 27 de Setembro de 2006&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas de leitura sobre «O Código de Deus»:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O resumo de cada capítulo, que o autor nos faculta, é  factor da seriedade e qualidade da obra. A bibliografia já inclui sites, inovação que nos parece bastante interessante.&lt;br /&gt;- Os dois capítulos finais ainda pouco nos dizem sobre a função divina do tal ADN. Mas uma coisa é certa (e registo mais uma coincidência ou sincronia!): O ADN funciona neste autor – presumo – como o tal microcosmos em que a obra de Étienne é a Gnose absoluta e total! Ou seja, quando falo de «imperativo cósmico» vejo agora que devo precisar acrescentando: imperativo macro e microcósmico à procura da sincronia que desencadeia o milagre.&lt;br /&gt;- Ou seja: o imperativo cósmico não só nos impele (obriga?) a fazer alguma coisa para ajudar o Macrocosmos (a força e energia de Aquário) como nos vem ajudar na tarefa( inter-activa?...) de activar o nosso código vibratório (o tal segundo código genético , descoberto pelo Étienne na heterocromatina constitutiva do ADN).&lt;br /&gt;- Ou seja: haja ou não haja apocalipse, haja ou não haja um fim para o planeta e etc, o único dever a alguém se sinta moralmente constrangido é não atrasar esta via (neguentropia) que consiste em ajudar o macrocosmos a realizar o microcosmos (ADN) e vice-versa.&lt;br /&gt;- Mesmo com os epígonos do apocalipse (as carpideiras da New Age e da Ecologia!!!)  todos a jogarem no tabuleiro da Entropia, o imperativo ético deverá ser o de jogar no tabuleiro da Neguentropia. É simples e está ao alcance de todos.&lt;br /&gt;- Relativamente ao nosso autor Gregg Braden ainda estou para perceber se ele preconiza a receita semelhante à da meditação transcendental: marcar um minuto preciso em que toda a humanidade é convocada para pensar a mesma mensagem, o mesmo mantra (OM?) ou algo assim semelhante. Experiências do género acho que têm demonstrado uma melhoria na diminuição da criminalidade e nos internamentos hospitalares e casos de polícia...Nos EUA , claro, paraíso das estatísticas. Mas, a meu ver, a desejada sincronia entre macro e microcosmos (ADN) para vencer a entropia com o aumento deliberado da neguentropia (em todos os minutos da vida e do mundo), deverá não só ser mais consistente e duradouro mas também a um nível mais subtil.&lt;br /&gt;- É, pelo menos, o que se pode concluir destas afirmações:&lt;br /&gt;«Quanto mais Amor deixarmos fluir por nossos corpos, mais adaptados estaremos para enfrentar o que possa acontecer em 2012 e para conduzir nosso planeta, mediante nossos pensamentos positivos em conjunto, para o melhor futuro possível.» ( do livro “Awakenning to Zero Point”, de Gregg Braden.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-515591069061944471?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.catbox.info/big-bang/oescriba/maximas.htm' title='GREGG BRADEN: O CÓDIGO DE DEUS'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/515591069061944471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/515591069061944471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/gregg-braden-o-codigo-de-deus.html' title='GREGG BRADEN: O CÓDIGO DE DEUS'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUxWe3mkXaI/AAAAAAAABFo/wPmIUghlqCk/s72-c/braden-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1493560952083070231</id><published>2011-02-04T11:24:00.000-08:00</published><updated>2011-02-04T11:28:11.068-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>PATRICK GERYL: NÚMEROS E CICLOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUxS1EA685I/AAAAAAAABFg/I2BxpiqeUxA/s1600/geryl-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 282px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUxS1EA685I/AAAAAAAABFg/I2BxpiqeUxA/s400/geryl-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569917910714610578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-2 - ciber-escola-8-td&gt; terça-feira, 7 de Outubro de 2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÚMEROS E CICLOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In «O Cataclismo Mundial em 2012 – A Contagem Regressiva Maia para o Fim do Mundo.», de Patrick Geryl, Ed. Pensamento, São Paulo, 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Em 2012 d.c., tal como em 9792 A C, ano da última inversão polar, Vénus descreverá um círculo à volta da constelação de Orion. No Livro dos Mortos dos Egípcios, isso é tido como o principal sinal da inversão dos polos, depois do que a Terra começará a voltar-se na direcção oposta.»&lt;br /&gt;Patrick Geryl, pg 8&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«Vénus passará pelo signo estelar da Serpente no período (fatal) de Dezembro de 2012.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;« O número 72 no México: números dele derivados surgem npos calendários maias: 1 Katun = 7.200 dias; 1 Tun = 720 dias; 5 Baktuns = 720.000.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«Durante o desastre de 21.312 A  C , Aha-Men-Ptah moveu-se 72º no Zodíaco»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«Multiplicando um ano solar de 365 dias por 0,666, o resultado final é 72.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«Códice de Dresden, o mais importante dos documentos Maias.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«Tzolkin, o ciclo de 260 dias, tão respeitado pelos Maias.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«O círculo tem 360º. Se subtrairmos 72, teremos 360-72= 288º. O número 2880 parece ter um valor essencial para o ciclo de manchas solares.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«Em cada 1461 anos os egípcios celebrava o ciclo sótico. (Dendera?)»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;Depois de 365, 25X4= 1461 anos, Sírius perfaz um ciclo completo e dá-se a esse intervalo o nome de Ano de Deus.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«O movimento circular de Vénus acima de Orion, com código idêntico ao de 9792 A  C, será reproduzido em 2012.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«Quando dividimos 360 º por 72 e 288, obtemos os «números sagrados» dos egípcios e maias, após nova divisão pelo período entre as catástrofes anteriores. As séries infinitas de 36 levarão depois a uma sequência de números descodificados referentes ao ciclo de manchas solares e, ainda, à origem dos 360º»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«Os maias conheciam o período exacto da órbita da terra em volta do Sol: 365, 2422 dias.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«No dia 11 de Agosto de 3.114 A  C, começou a contagem regressiva dos maias para 2012.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«O calendário maya iniciou-se a 11 de Agosto de 3114 A  C e terminará a 21 de Dezembro de 2012, ou seja exactamente 1.872 dias depois.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«A pirâmide escalvada de Kukulcan, cujos 4 lances de escadaria apontam nas 4 direcções do vento, cada lance contendo 91 degraus . 91x4= 364: acrescente-se o último degrau comum e ter-se-á 365, o ano solar maya.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;« Número dos maias para indicar o giro da Terra em volta do Sol: 365, 242. Ciência moderna concorda: 365, 2422 dias (órbita da terra).&lt;br /&gt;Multiplicando ambos os números pelo período entre as 2 catástrofes: chegamos de novo ao ciclo sótico dos egípcios (Dendera?).»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;« A catástrofe de 21.312 A  C aconteceu.»&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;«A Grande Esfinge tem corpo de Leão, porque a catástrofe prévia ocorreu na Era de Leão. No zodíaco de Dendera vêem-se sob o Leão linhas ondulantes.»&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-1493560952083070231?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/oescriba/' title='PATRICK GERYL: NÚMEROS E CICLOS'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1493560952083070231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1493560952083070231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/patrick-geryl-numeros-e-ciclos.html' title='PATRICK GERYL: NÚMEROS E CICLOS'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUxS1EA685I/AAAAAAAABFg/I2BxpiqeUxA/s72-c/geryl-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-995293646326359502</id><published>2011-02-03T11:06:00.000-08:00</published><updated>2011-02-03T11:22:38.103-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><title type='text'>IVAN ILLICH: AMIGO E COMPANHEIRO DE JORNADA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUr_komwuqI/AAAAAAAABFY/ryzRa7iBpak/s1600/illich-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 274px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUr_komwuqI/AAAAAAAABFY/ryzRa7iBpak/s400/illich-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569544894037408418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUr_adh1LqI/AAAAAAAABFQ/4SLNcgkmiM0/s1600/illich-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 248px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUr_adh1LqI/AAAAAAAABFQ/4SLNcgkmiM0/s400/illich-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569544719265246882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUr_Rfv5YbI/AAAAAAAABFI/FhJ4DccJqU8/s1600/illich-ol-2.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 281px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUr_Rfv5YbI/AAAAAAAABFI/FhJ4DccJqU8/s400/illich-ol-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569544565242290610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUr_K5mFugI/AAAAAAAABFA/n8Ppfuf0AmE/s1600/illich-ol-3.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 350px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUr_K5mFugI/AAAAAAAABFA/n8Ppfuf0AmE/s400/illich-ol-3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569544451921394178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://ecologiaemdialogo.blogspot.com/2009/02/entropia-1975.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://ecologiaemdialogo.blogspot.com/2009/03/entropia-1991.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://gatodasletras.blogdiario.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O MEU AMIGO IVAN ILLICH&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sexta-feira, 16 de Julho de 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu site «Gato das Letras» e sobre Ivan Illich, inseri textos meus – inéditos e publicados - de várias épocas: 1972, 1974, 1980 e 1981.&lt;br /&gt;Ivan Illich foi a minha doce e persistente obsessão, sem ele eu não teria escrito nem metade nem um terço do que ousei escrever contra o Establishment, a Tecnocracia e a Manipulação do homem pelo homem.&lt;br /&gt;O número 9, da minha colecção «Mini-Ecologia», Edição «Frente Ecológica» (1976) foi uma dessas minhas proezas.&lt;br /&gt;Uma única pasta, nº 56 (bola azul) , do meu espólio pessoal, conserva recortes, manuscritos e dactilmanuscritos dessas minhas proezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;capa-19-ls&gt; = leituras selectas – espólio ac à vista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/capa-19-ls&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;capa-19-ls&gt;PUBLICADOS AC SOBRE IVAN ILLICH&lt;/capa-19-ls&gt;&lt;br /&gt;&lt;capa-19-ls&gt;&lt;/capa-19-ls&gt;&lt;/div&gt;&lt;capa-19-ls&gt;&lt;br /&gt;2-1975 – NÓS OS FÓSSEIS DE AMANHÃ , IN JORNAL «ENCONTRO»&lt;br /&gt;1976 – A IDADE SOLAR : IVAN ILLICH E WILHELM REICH – COL.«MINI-ECOLOGIA», Nº 9&lt;br /&gt;2-10-1980 – AC ENTREVISTA IVAN ILLICH , IN «PORTUGAL HOJE» (*)&lt;br /&gt;16-4-1981 – NEM SÓ DE TRABALHO VIVE O HOMEM , IN CPT&lt;br /&gt;29-1-1982 – IVAN O TERRÍVEL: PROFETA DAS ALTERNATIVAS, IN «VOZ DA AMADORA»&lt;br /&gt;3-8-1985 – TRABALHO-SOMBRA, IN CPT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Publiquei a entrevista com Ivan Illich no jornal «Portugal Hoje» (2/10/980), o que, escusado será dizer, muito me honra.&lt;br /&gt;Acho que digitalizei para o meu site um texto de cinco estrelas - «Nós,  os Fósseis de Amanhã», que publiquei no jornal «Encontro» (Fevereiro de 1975) e de que guardo o amarelecido original.&lt;br /&gt;Nem só de fotocópias vive o meu espólio, claro!&lt;br /&gt;Guardo tudo isto mas para minha vergonha conservo apenas um título seu: «Limites para a Medicina», que me contagiou da doença de que hei-de carpir-me toda a vida: o meu ódio à medicina iatrogénica!&lt;br /&gt;A que, para piorar, chamei, em título genérico, de «Mein Kampf».&lt;br /&gt;Sem Ivan Illich talvez eu tivesse sido um tipinho bem mais feliz!&lt;br /&gt;A ele agradeço (e a alguns outros) não ter sido um tipinho feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/capa-19-ls&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-995293646326359502?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/' title='IVAN ILLICH: AMIGO E COMPANHEIRO DE JORNADA'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/995293646326359502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/995293646326359502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/ivan-illich-amigo-e-companheiro-de.html' title='IVAN ILLICH: AMIGO E COMPANHEIRO DE JORNADA'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUr_komwuqI/AAAAAAAABFY/ryzRa7iBpak/s72-c/illich-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1364186682221769174</id><published>2011-02-01T11:22:00.000-08:00</published><updated>2011-02-02T01:44:56.152-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>MICHIO KUSHI: A MIGRAÇÃO DE VISITANTES CELESTES</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUkkY6D8-2I/AAAAAAAABEU/fkyQnfYcYEE/s1600/kushi-7-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 285px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUkkY6D8-2I/AAAAAAAABEU/fkyQnfYcYEE/s400/kushi-7-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569022424541625186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;LEITURAS SELECTÍSSIMAS-1- em&gt;5760 bytes ce-8&gt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À PROCURA DOS ARQUÉTIPOS PERDIDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;strong&gt; 2-11-1996-/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;«Os visitantes celestes traziam com eles a Ordem do Universo e o conhecimento de como usar o fogo.»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;«A maior migração de visitantes celestes foi há 1.700.000 anos. Mais tarde houve outras mais pequenas».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;«Os antigos podiam comunicar (e desdobrar-se) entre este e o mundo dos espíritos. Não existiam quaisquer barreiras que proibissem a entrada  dos  terrenos no mundo dos espíritos (...) Conseguiam desmaterializar os corpos e entrar no mundo da morte (mundo do espírito). Depois voltavam a poder materializá-los neste mundo.»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Michio Kushi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;1 -  Quando se fala de arquétipos, estamos a tornar verosímil a hipótese, realista mas fantástica, colocada por alguns autores, de «pessoas de outros planetas, vindas do céu», como diz Michio Kushi, terem visitado a Terra.&lt;br /&gt;Sem esta hipótese, de facto, quase nada na história do mundo faz sentido ou tem alguma lógica.&lt;br /&gt;Dessa hipótese fantástica mas realista, derivam, para já, outros tantos axiomas básicos para nos entendermos em Noologia:&lt;br /&gt;a) A existência de um Paraíso ou Idade de Ouro, que Michio faz remontar a 1/4 de milhão de anos (250 mil anos) mas de que outros autores darão estimativas diferentes&lt;br /&gt;b) A capacidade quotidiana que os terráqueos teriam de materializar/desmaterializar&lt;br /&gt;c) Desta capacidade decorre directamente a intercomunicação (telepatia) à distância, que hoje a ciência ordinária diz estudar experimentalmente como fenómeno PES (percepção extrasensorial)&lt;br /&gt;As PES, aliás, seriam o pão nosso de cada dia antes  da «catástrofe»: no seu conjunto, os fenómenos hoje classificados de parapsíquicos, constituiriam a rotina na Idade de Ouro (Ver o que se escreve no file &lt;lavier-1&gt; sobre os protochineses, herdeiros directos do continente Mu e das capacidades inerentes ao Adam primordial antes da queda, ou seja, ao Adam da Idade de Ouro)&lt;br /&gt;d)  Michio situa essa catástrofe, como se disse, à volta de há 12 mil anos, outros autores situam-na há 41 mil anos e falam, tal como a Bíblia e muitas outros textos sagrados, de «Queda»&lt;br /&gt;e) Única dúvida neste quadro óbvio: saber se a Queda corresponde à perda de capacidade transmutativa - materialização/desmaterialização - ou se a Queda significa a catástrofe material provocada  pela alteração do eixo da terra - o que modificou a posição dos pólos e do equador (Ver gravuras no livro de Michio, pg 86), ou se ambas as coisas, ou se ainda uma quarta hipótese.&lt;br /&gt;Transmutar a matéria - materializar/desmaterializar -  estaria assim muito próximo da Alquimia - 1ª ciência das 12 ciências sagradas - , não sendo de admirar que as energias filosofais do Enxofre, Mercúrio e Sal se situem à saída do canal cósmico, como indica o Diagrama nº21)&lt;br /&gt;f) Livros como o «Génesis» e o «Apocalipse» terão que ser lidos não como relatos de lendas mas como mensagens codificadas que importa descodificar.&lt;br /&gt;À luz da hipótese «visitantes celestes» , a hierarquia das grandes civilizações pode, finalmente, ser estabelecida  (Ver Diagrama Nº 21) da Lemuriana à Hebraica, assim:&lt;br /&gt;Lemúria&lt;br /&gt;Atlântida&lt;br /&gt;Celtas&lt;br /&gt;Mesopotâmia&lt;br /&gt;Índia&lt;br /&gt;Egipto&lt;br /&gt;Hebreus&lt;br /&gt;g) Chegar aos arquétipos é chegar à informação de origem celeste.&lt;br /&gt;A importância energética do som (alfabetos, vogais, mantras, música, etc) deriva daqui, como Michio Kushi também nos lembra: é a forma de acesso mais pura aos arquétipos. Atendendo à degradação sofrida pelas inscrições escritas (ocorrência onde se inclui a torre de Babel e a confusão das línguas), pelo som se poderá sintonizar algo da informação primordial. Tal como no sonho. ( Sobre a degradação dos símbolos primordiais, ver Lavier, «Bio-Energétique Chinois», Maloine, 1976 )&lt;br /&gt;h) Se essa informação está, como não pode deixar de estar (o código genético é ininterrupto) no ADN da célula - sob a forma de memória genética - talvez a linguagem vibratória de base molecular, inventada  por Etienne Guillé, seja uma forma de comunicar de novo com os arquétipos e, portanto, com os deuses ou visitantes celestes&lt;br /&gt;i) A grelha  das letras estabelecida por Etienne Guillé é o instrumento que temos à disposição para esse diálogo com os deuses. A «tradução vibratória» , através da grelha  das letras, significa  a reconstituição das palavras, no sentido de conjunto de sons que  os deuses ensinaram aos humanos nesses recuados tempos de há 250 mil anos...&lt;br /&gt;j) O alfabeto terá sido assim uma invenção dos deuses, o que não significa  que os homens não tenham inventado nada, nem sequer o fogo, tradicionalmente obra dos deuses. Talvez o barco a remos, talvez as estradas, talvez os canais de rega, etc.&lt;br /&gt;Mas o Alfabeto e os Números, não. Mas o Fogo, não. O que deverá colocar , por natureza de origem, a Alfabetologia e a Numerologia no grupo das 12 ciências sagradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/lavier-1&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUkmXGW8VqI/AAAAAAAABE0/HriBBBSNuak/s1600/delumeau-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 258px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUkmXGW8VqI/AAAAAAAABE0/HriBBBSNuak/s400/delumeau-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569024592506017442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUkmIyxeGMI/AAAAAAAABEs/ZdGCjb8yhZ4/s1600/eco-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 264px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUkmIyxeGMI/AAAAAAAABEs/ZdGCjb8yhZ4/s400/eco-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569024346730404034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUklAHXfpCI/AAAAAAAABEk/KxiLEFlJzl0/s1600/churchward-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 359px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUklAHXfpCI/AAAAAAAABEk/KxiLEFlJzl0/s400/churchward-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569023098128147490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUkkk3lB1rI/AAAAAAAABEc/lRSuyQPAXR0/s1600/lavier-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 361px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUkkk3lB1rI/AAAAAAAABEc/lRSuyQPAXR0/s400/lavier-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569022630033479346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;lavier-1&gt;&lt;br /&gt;2 – A propósito de arquétipos, idade de ouro, visitantes celestes, alfabetos, números, sons, fogo celeste, sublinham-se 4 obras que podem constituir matéria de leitura  interessante:&lt;br /&gt;a) O Continente Perdido de Mu , James Churchward, Ed Hemus, São Paulo, 1972&lt;br /&gt;b) Uma História do Paraíso, Jean Delumeau, Ed. Terramar, Lisboa, 1994&lt;br /&gt;c) A Procura da Língua Perfeita, Umberto Eco, Ed. Presença, Lisboa, 1995&lt;br /&gt;d) Bio-Énergétique Chinoise, J.A. Lavier, Ed Maloine, Paris,1976&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/lavier-1&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-1364186682221769174?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/countdown/countdown.htm' title='MICHIO KUSHI: A MIGRAÇÃO DE VISITANTES CELESTES'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/1364186682221769174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/michio-kushi-migracao-de-visitantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1364186682221769174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1364186682221769174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/michio-kushi-migracao-de-visitantes.html' title='MICHIO KUSHI: A MIGRAÇÃO DE VISITANTES CELESTES'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUkkY6D8-2I/AAAAAAAABEU/fkyQnfYcYEE/s72-c/kushi-7-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1055605399635863451</id><published>2011-02-01T02:42:00.000-08:00</published><updated>2011-02-01T03:50:52.546-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>L'ABBÉ TH.MOREAUX NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfqp7YffhI/AAAAAAAABEE/jLMqDKDwE6Q/s1600/moreux-5-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 260px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfqp7YffhI/AAAAAAAABEE/jLMqDKDwE6Q/s400/moreux-5-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568677470302862866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUflO0frnKI/AAAAAAAABD8/nQn39rbkqx4/s1600/moreux-5-book.jpg"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfk-y_5f8I/AAAAAAAABD0/woCnLHXrP1Y/s1600/moreux-4-book.jpg"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfku2Ih_vI/AAAAAAAABDs/mK29O5VGBuk/s1600/moreux-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 263px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfku2Ih_vI/AAAAAAAABDs/mK29O5VGBuk/s400/moreux-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568670957723320050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfkdXsehEI/AAAAAAAABDk/5uWe0uN4-i8/s1600/moreux-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 256px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfkdXsehEI/AAAAAAAABDk/5uWe0uN4-i8/s400/moreux-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568670657494811714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfkRwRPAwI/AAAAAAAABDc/_YUfcxSTAd0/s1600/moreux-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 278px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfkRwRPAwI/AAAAAAAABDc/_YUfcxSTAd0/s400/moreux-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568670457933005570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfj4ogzasI/AAAAAAAABDU/uj_UIakTp6g/s1600/moreux-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfj4ogzasI/AAAAAAAABDU/uj_UIakTp6g/s400/moreux-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568670026354092738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O ANO CÓSMICO SEGUNDO L' ABBÉ MOREAUX&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Devido ao balanceamento da Terra, o eixo do nosso globo aponta&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;sucessivamente para vários sítios diferentes e é preciso um intervalo de&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;25.800 anos para o trazer à mesma posição.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Th. Abbé Moreaux, in «La Science Mystérieuse des Pharaons»&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-1055605399635863451?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.catbox.info/big-bang/oescriba/maximas.htm' title='L&apos;ABBÉ TH.MOREAUX NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/1055605399635863451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/labbe-thmoreaux-na-biblioteca-do-gato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1055605399635863451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1055605399635863451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/02/labbe-thmoreaux-na-biblioteca-do-gato.html' title='L&apos;ABBÉ TH.MOREAUX NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUfqp7YffhI/AAAAAAAABEE/jLMqDKDwE6Q/s72-c/moreux-5-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-3307019721451799814</id><published>2011-01-31T11:01:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T11:06:12.664-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>RENÉ A. SCHWALLER DE LUBICZ NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUcH7iCgEHI/AAAAAAAABDM/fDEQwdrGAoA/s1600/lubicz-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 285px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUcH7iCgEHI/AAAAAAAABDM/fDEQwdrGAoA/s400/lubicz-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568428183597879410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUcHu_OJQkI/AAAAAAAABDE/5tD1lOmVdlo/s1600/lubicz-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 245px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUcHu_OJQkI/AAAAAAAABDE/5tD1lOmVdlo/s400/lubicz-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568427968093045314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-3307019721451799814?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/oescriba/' title='RENÉ A. SCHWALLER DE LUBICZ NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3307019721451799814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3307019721451799814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/rene-schwaller-de-lubicz-na-biblioteca.html' title='RENÉ A. SCHWALLER DE LUBICZ NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUcH7iCgEHI/AAAAAAAABDM/fDEQwdrGAoA/s72-c/lubicz-4-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-4746739190034379613</id><published>2011-01-31T03:31:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T03:51:42.638-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROJECTOS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>Isha Schwaller de Lubicz : CONTRIBUTO À INICIAÇÃO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUaiDxSA89I/AAAAAAAABC0/XOTrd4PO6pA/s1600/lubicz-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 245px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUaiDxSA89I/AAAAAAAABC0/XOTrd4PO6pA/s400/lubicz-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568316174942401490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUahsaZzXKI/AAAAAAAABCs/E9_ELm-PdqA/s1600/lubicz-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 243px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUahsaZzXKI/AAAAAAAABCs/E9_ELm-PdqA/s400/lubicz-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568315773664058530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;5504 bytes -aaaa-1&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESSE GRANDE MISTÉRIO DA PALAVRA MISTÉRIO: GUIÃO DE ESTUDO, LEITURA (CRÍTICA) E TRABALHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paço de Arcos, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;20/ 6/1997&lt;/span&gt; - A coberto da palavra «mistério» - mistérios de Elêusis, mistérios de Mênfis, mistérios órficos (Grécia), - tudo se tem dito da iniciação e da cura iniciática. Tudo, menos o que interessava dizer para colocar a iniciação acessível a toda a gente que o queira.&lt;br /&gt;Os ilustres investigadores, baseados em supostas fontes históricas, levam, regra geral, ao delírio, as fantasias e as invenções em torno do tema sempre querido das técnicas iniciáticas.&lt;br /&gt;Secretismo e simbolismo podem, como se sabe, dar lugar a todas as libertinagens de imaginação.&lt;br /&gt;O mistério - esse ar misterioso da palavra mistério ... - implica segredo e revelar segredos, zelosamente guardados em cofres fortes ou em arcas perdidas, com  todo o romanesco e pitoresco inerente, é sempre uma proeza que exalta quem a pratica, arqueólogo, cineasta, antropólogo ou jornalista.&lt;br /&gt;Se até os jornalistas gostam de revelar segredos, porque não hão-de gostar os autores que falam dos secretismos maçónicos?&lt;br /&gt;Um dos exemplos mais flagrantes é dado por um tal doutor Vassal, num «Cours Complet de Maçonnerie ou Histoire Générale de l'Initiation» (Paris, 1832), onde larga e minuciosamente, se descrevem «rituais» que, supostamente herdados de egípcios, gregos e  romanos, seriam praticados em colégios de iniciados, nomeadamente maçónicos.&lt;br /&gt;Tal como certos jornalistas inexperientes, jamais o dr. Vassal põe a questão de ter sido ludibriado pelas suas fontes. O esquema de rituais que ele apresenta serve ainda hoje de inspiração a vários grupos maçónicos, que medem a autenticidade das suas iniciações pelo número de graus que o neófito tem de passar, coitado dele, para ficar energetica e exactamente na mesma ou pior do que estava antes de atingir o primeiro grau da escala...&lt;br /&gt;Se compararmos o que o Dr. Vassal descreve com o que Isha Schwaller de Lubicz relata em «Her-Bak «Disciple» », algum deles deve estar equivocado (na eventualidade de não estaram os dois), pois quase nada das 2 exposições coincide.&lt;br /&gt;Campo vasto para exercer a imaginação, as técnicas de iniciação permanecem de facto o mistério que os secretismos e hermetismos quiseram fazer dela.&lt;br /&gt;Um caminho para ultrapassar esta inultrapassável dificuldade foi desenhado por Etienne Guillé, com o seu método profano de acesso ao sagrado.&lt;br /&gt;Tem toda a lógica a démarche de Guillé e os seus resultados, ao contrário das técnicas usadas por maçónicos e outros iluminados, têm possibilidade de ser constantemente aferidos e avaliados nos seus resultados.&lt;br /&gt;Com o pêndulo de radiestesia, é possível medir de que modo a iniciação está contribuindo, de facto, para o resultado final que afinal se espera de uma iniciação: no mínimo, uma evolução espiritual ou elevação do nível vibratório de consciência.&lt;br /&gt;Como se pode verificar, pelo enunciado dos (inúmeros) factores sine qua non de iniciação, começa a compreender-se porque foi a iniciação tão admirada, perseguida e ocultada.&lt;br /&gt;É de notar que a Nova Era Zodiacal (vibrando Fi 31) relativiza as longas especulações que se têm produzido sobre ocorrências e informações que foram emitidas durante os 25800 anos da era zodiacal dos Peixes.&lt;br /&gt;Todas as informações sobre iniciação derivam dessa era e são portanto suspeitas de inquinação malévola...&lt;br /&gt;A marca da era zodiacal dos Peixes é visível, por exemplo, na informação até hoje divulgada sobre a forma como as provas iniciáticas eram praticadas nos colégios de mistérios, conforme a exumação a que procede o já referido Dr. Vassal, no seu «Cours Complet de Maçonnerie ou Histoire Génerale de l'Initiation», Paris, 1832.&lt;br /&gt;Se cada era zodiacal dura o que astrónomos e astrósofos têm dito - mais ou menos  25.800 anos , tudo o que se passa dentro dessa era tem um certo ar de família por mais diferenças que se julgue haver.&lt;br /&gt;E nas  técnicas de iniciação, esse ar de família é mesmo um facto.&lt;br /&gt;Mas para chegar até à informação primordial - a única que pode conduzir a uma verdadeira iniciação - outros obstáculos, de origem cósmica e humana, além da era zodiacal, se colocam no caminho do investigador.&lt;br /&gt;Falando só dos maiores, temos:&lt;br /&gt;- A Queda citada no Velho e no Novo Testamento (Lamentações1:7; Mateus 7:27)&lt;br /&gt;- O incêndio da Biblioteca de Alexandria (primeiros anos da era cristã, pouco antes do vandalismo árabe e bastante antes do vandalismo romano...)&lt;br /&gt;- A viragem de canal cósmico (em data remota ainda não referenciada).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-4746739190034379613?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/morte-1.htm' title='Isha Schwaller de Lubicz : CONTRIBUTO À INICIAÇÃO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4746739190034379613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4746739190034379613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/isha-schwaller-de-lubicz-contributo.html' title='Isha Schwaller de Lubicz : CONTRIBUTO À INICIAÇÃO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUaiDxSA89I/AAAAAAAABC0/XOTrd4PO6pA/s72-c/lubicz-2-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-8946044953872481322</id><published>2011-01-29T10:58:00.000-08:00</published><updated>2011-01-29T11:07:47.778-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>ANTÓNIO CÂNDIDO FRANCO NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TURlEG8K38I/AAAAAAAABB0/mp0ARjkOzVY/s1600/franco-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 270px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TURlEG8K38I/AAAAAAAABB0/mp0ARjkOzVY/s400/franco-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567686160593641410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TURk3_mDjPI/AAAAAAAABBs/etI6IJ9veQ4/s1600/franco-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 276px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TURk3_mDjPI/AAAAAAAABBs/etI6IJ9veQ4/s400/franco-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567685952463408370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TURj4aD6yBI/AAAAAAAABBk/f6cft7tlh84/s1600/franco-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 328px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TURj4aD6yBI/AAAAAAAABBk/f6cft7tlh84/s400/franco-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567684860056356882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-8946044953872481322?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/oescriba/' title='ANTÓNIO CÂNDIDO FRANCO NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8946044953872481322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8946044953872481322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/antonio-candido-franco-na-biblioteca-do.html' title='ANTÓNIO CÂNDIDO FRANCO NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TURlEG8K38I/AAAAAAAABB0/mp0ARjkOzVY/s72-c/franco-3-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1787559781311363035</id><published>2011-01-28T09:32:00.000-08:00</published><updated>2011-01-28T09:38:02.906-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COSMOSOFIA 2013'/><title type='text'>KI DA VIDA: O PRIMEIRO E ÚLTIMO SUSPIRO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUL-uQmaziI/AAAAAAAABBc/07e9XEVpEjI/s1600/ki-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 274px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUL-uQmaziI/AAAAAAAABBc/07e9XEVpEjI/s400/ki-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567292160066899490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;shen-5&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O RELÓGIO DOS ÓRGÃOS (*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A raiz da vida, do nascimento e da mudança está no Ki.&lt;br /&gt;O Ki flui pelos meridianos, tal como a água corre pelo leito de um rio e o impulso nervoso pelos nervos.&lt;br /&gt;O Ki activa todos os processos do corpo: a circulação do sangue, a distribuição dos fluidos na pele, a carne, as articulações, as articulações, os ossos, o tubo digestivo, o suor, a urina, etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A energia Ki circula em cerca de 68 meridianos, assim classificados:&lt;br /&gt;12 principais&lt;br /&gt;12 transversais e longitudinais&lt;br /&gt;12 tendino-musculares&lt;br /&gt;12 distintos&lt;br /&gt;8 curiais.&lt;br /&gt;Há quem compare este conjunto a um circuito electrónico que auto-regula a energia em cada rede. Há quem compare este conjunto a uma rede hidráulica.&lt;br /&gt;Existem ainda os chamados «vasos maravilhosos», canais de transbordo, nos quais se verte a energia em excesso em todo o sistema.&lt;br /&gt;Ao conjunto de órgãos/meridianos, com fases de máxima e fases de mínima energia, ao longo das 24 horas do dia solar, podemos chamar «relógio dos órgãos» ou «relógio biológico».&lt;br /&gt;Se começarmos pelo primeiro sopro de vida que é insuflado no ser humano, ao nascer, podemos considerar que o ciclo solar da energia ou relógio dos órgãos, começa com o Pulmão e termina no Fígado, recomeçando outra vez pelo Pulmão e sempre assim até à morte - ou quando o ser humano exala o «último suspiro».&lt;br /&gt;Cada órgão recebe uma onda de energia que dura 2 horas, passando depois a uma gradual diminuição.&lt;br /&gt;Pela seguinte ordem: Pulmão -&gt; Intestino Grosso -&gt; Estômago -&gt; Baço/Pâncreas -&gt; Coração -&gt; Intestino delgado-&gt; Bexiga -&gt; Rins -&gt; Mestre do Coração ou Pericárdio -&gt; triplo &gt;Aquecedor ou Triceps&gt; Vesícula-&gt; Fígado -&gt; Pulmão ...&lt;br /&gt;Se se trata de aplicar agulhas de acupunctura recomenda-se tonificar nas 2 horas seguintes às de máxima energia do respectivo meridiano e dispersar nas duas horas de máxima energia do mesmo meridiano.&lt;br /&gt;Outros autores dizem que os órgãos yin reagem melhor na hora do dia em que estão mais activos e os órgãos Yang reagem melhor na hora do dia em que estão mais activos.&lt;br /&gt;Como a acupunctura designa de órgãos yin os órgãos yang (compactos) e de órgãos yang os órgãos yin (ocos), está aqui uma boa maneira de confundir as artes.&lt;br /&gt;(Ver os pontos a tonificar e a dispersar no quadro anexo).&lt;br /&gt;Podemos considerar, no relógio dos órgãos, dois grupos de meridianos/órgãos:&lt;br /&gt;1 - São os meridianos que circulam na face externa e posterior dos membros e do trinco.&lt;br /&gt;Este grupo corresponde aos órgãos (ocos) que se ocupam das relações com o exterior e que se designam por «órgãos oficina», porque transformam a energia de absorção em energia circulante.&lt;br /&gt;São órgãos ocos: Intestino Delgado, Intestino Grosso, Bexiga, Estômago, Vesícula Biliar.&lt;br /&gt;2 - São os meridianos que circulam na face interna e anterior dos membros e do tronco. Chamem-se «órgãos tesouro», porque correspondem à elaboração, à conservação e à distribuição da energia.&lt;br /&gt;São órgãos compactos ou parenquimatosos: Baço, Pâncreas, Coração, Fígado, Rins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No relógio dos órgãos, a energia passa de um meridiano a outro pelas extremidades: sai por um ponto de saída para penetrar pelo ponto de entrada no meridiano seguinte.&lt;br /&gt;Além destes pontos, existem os chamados pontos LO, que deixam passar a energia de um meridiano a outro pelos vasos secundários.&lt;br /&gt;Por estes pontos LO, a energia verte o seu excedente em outro meridiano, por meio de um mecanismo semelhante ao dos vasos comunicantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores como Borsarello consideram a circulação de energia ao longo das 24 horas em 4 alíneas:&lt;br /&gt;Circulação meia-noite/meio-dia (já descrita)&lt;br /&gt;Circulação pelas vias LO&lt;br /&gt;Circulação Mãe-Filho&lt;br /&gt;Circulação Mãe-Filho&lt;br /&gt;Outros autores consideram 3 tipos de circulação:&lt;br /&gt;a) O circuito começa no peito com o meridiano dos Pulmões, que termina nas mãos onde começa o meridiano do Intestino Grosso, que vai até à cabeça onde se liga ao meridiano do Estômago, que no seu término na região dos pés comunica com o meridiano do Baço/Pâncreas, o qual se dirige então de volta ao peito, completando assim este ciclo, circuito ou circulação.&lt;br /&gt;b) Um segundo ciclo inclui  os meridianos do Coração, Intestino Delgado, Bexiga e Rins.&lt;br /&gt;c) Um terceiro ciclo inclui os meridianos Circulação-Sexo, Triplo Aquecedor, Vesícula Biliar e Fígado, que ao terminar no peito completa o circuito, ciclo ou circulação, ligando-se ao meridiano dos pulmões.&lt;br /&gt;Em cada meridiano existem pontos-fonte:&lt;br /&gt;ponto de tonificação&lt;br /&gt;ponto arauto&lt;br /&gt;ponto de assentimento&lt;br /&gt;ponto mestre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O Ki da verdade está na origem de tudo.&lt;br /&gt;«O Ki do céu penetra através do nariz, controlado pela traqueia.&lt;br /&gt;«O Ki da água e do alimento entra no estômago, controlado pelo esófago.&lt;br /&gt;«O Ki de um céu anterior (prénatal) alimenta o feto: o recém nascido enche-se do ki de um céu posterior (pósnatal).&lt;br /&gt;( Zangshi Leijing)&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;(*) Bibliografia consultada:&lt;br /&gt;«Memorandum de la Acupunctura», Fermin Cabal, Editorial Cabal, Madrid, 1978&lt;br /&gt;«A Acupunctura e o Ocidente», J. Borsarello, Ed. Aster,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-1787559781311363035?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/big-bang1/' title='KI DA VIDA: O PRIMEIRO E ÚLTIMO SUSPIRO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1787559781311363035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1787559781311363035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/ki-da-vida-o-primeiro-e-ultimo-suspiro.html' title='KI DA VIDA: O PRIMEIRO E ÚLTIMO SUSPIRO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUL-uQmaziI/AAAAAAAABBc/07e9XEVpEjI/s72-c/ki-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1011321725216795728</id><published>2011-01-28T04:05:00.000-08:00</published><updated>2011-01-28T04:12:47.632-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>KONRAD LORENZ: A IDEOLOGIA DA CIÊNCIA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUKyi_qGtXI/AAAAAAAABBU/YmCxWBwuPdI/s1600/lorenz-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 278px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUKyi_qGtXI/AAAAAAAABBU/YmCxWBwuPdI/s400/lorenz-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567208403656684914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUKyX2BkHNI/AAAAAAAABBM/fic2N3isHsA/s1600/lorenz-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 242px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUKyX2BkHNI/AAAAAAAABBM/fic2N3isHsA/s400/lorenz-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567208212092165330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-3- ideologia-1&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A MANIPULAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM E SEUS FILÓSOFOS&lt;br /&gt;O PAPEL DA IDEOLOGIA ECOPOLÍTICA NA VIOLÊNCIA CONTEMPORÂNEA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;15/12/1978&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um modesto caderno da Colecção Mini-Ecologia, o número 8 - Movimento ecológico e descolonização cultural, 1975 - permitiu-se dar algumas achegas ao grande tema. Tema que ninguém discute nem gosta de ver discutido. Um dos muitos tabus que inundam a nossa sociedade sem preconceitos...&lt;br /&gt;Se é verdade, como afirma o autor de Politic of Ecology , Peter Weissberg, que não é a ideologia (e a manipulação ideológica) que derrama o petróleo nas oceanos ou extermina espécies animais e vegetais, é verdade que começa e acaba sempre por ser a ideologia que permite, desculpa, justifica, cobre, minimiza, manipula a opinião pública e a torna dócil, em suma, moraliza esse ou qualquer outro delito ambiental.&lt;br /&gt;Não é a ideologia que directamente mata ou pratica os atentados ambientais.&lt;br /&gt;Mas é a ideologia que os justifica, prepara ou, inclusive, lhes chama benefícios para a humanidade e bênçãos divinas, se isso for necessário. Há sempre um ideólogo de serviço à ilharga de um tecnocrata.&lt;br /&gt;As formas mais grosseiras de manipulação do homem pelo homem - a violência em estado puro - não conseguem os resultados que conseguem as formas mais subtis. Mais científicas. Mais sofisticadas. Mais filosóficas.&lt;br /&gt;Os ideólogos da manipulação perfeita começam, exactamente, por abordar corajosamente o tema e por afirmar uma posição crítica (?) em relação aos abusos da manipulação.&lt;br /&gt;Konrad Lorenz é um dos filósofos e cientistas mais argutos da nossa época. Deram-lhe por isso o Prémio Nobel. Subtilmente, ele foi dizendo, escudado na sua reputação de Etólogo, que os homens são animais... E que a agressividade humana é inata, de constituição biofísica, estrutural: pouco ou nada tem a ver com a luta de classes e suas contradições. Com o ambiente violentógeno.&lt;br /&gt;Ainda hoje não nos apercebemos do alcance e consequências que uma filosofia (tão óbvia) contém. E que serviço ideológico esta ciência presta. E que ilações psicopolíticas se podem ir retirando à medida que forem fazendo falta. Deram-lhe logo o Nobel.&lt;br /&gt;Ao deificar os "mass media" e a manipulação de espírito que eles operam, Marshall Mac Luhan foi muito menos fino e subtil: e por isso a sua estrela de profeta do nosso tempo tem ido declinando, enquanto outras sobem.&lt;br /&gt;Herbert Marcuse, por exemplo, prestou muito melhor e mais duradouro serviço ao imperialismo ideológico quando fingiu - sem parecer que fingia - denunciá-lo criticamente, quando entronizou a tese do fatalismo totalitário das democracias, o ciclo fechado do "homem unidimensional», da sociedade totalitária, contrapondo esse fatalismo a um impossibilismo - a Utopia.&lt;br /&gt;Dizendo ao homem que ele estava encerrado, mais fechado ainda o deixava entre o fatalismo e o impossibilismo: Marcuse é afinal o verdadeiro Sade.&lt;br /&gt;Além disso - e já num plano mais visível a olho nu - esgueira-se, subtilmente, da tese marcusiana a variante subtil do que é e não é totalitário, contrapondo-lhe a noção de liberal, democrático.&lt;br /&gt;Enfiando o barrete da tese marcusiana, eis que há o mundo totalitário das hediondas ditaduras e o "mundo livre" das democracias como a americana que, apesar de "fechadas", sempre vão dando uns baldes de plástico nos concursos da TV.&lt;br /&gt;Adolf Portmann vem também, como Konrad Lorenz, da Zoologia e avalia os hábitos humanos observando o comportamento dos animais: Que mal há nisso? Não é afinal e Etologia uma novel ciência, prometedora como todas as novas ciências quando as velhas já estão caducas?&lt;br /&gt;Citando um caso verdadeiramente aberrante de "tecnologias educativas hoje em voga", Adolf Portmann desviando vai do centro a verdadeira questão de fundo.&lt;br /&gt;Escreve ele:&lt;br /&gt;«As concepções unilaterais do nosso processo evolutivo conduzem por vezes a perigosas aberrações da manipulação inicial. Assim, vários adeptos das mais recentes invenções técnicas descobriram que o emprego de aparelhagem moderna permite à criança aprender a ler muito antes do que é habitual. Segundo esta concepção, nunca é demasiado cedo para iniciar a criança no domínio da técnica cultural necessária: a aquisição da cultura. Leio em prospectos que na idade pré-escolar o "programa preparatório da aprendizagem da leitura" por volta dos três a quatro anos, se tornou, uma excelente credencial de capacidade intelectual para o ingresso na escola primária. A aparelhagem era atraente, de modo que os pais não deviam hesitar em enviar os filhos. Eu aconselhá-los-ia antes a hesitar: A técnica cultural atrás referida vai ao encontro da criança muito cedo – quantas vezes demasiado cedo.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não direi que Adolf Portmann está a manipular o leitor mas está com certeza a desviá-lo da questão central.&lt;br /&gt;Aberrante não é só - não é principalmente - que tecnocratas da Educação queiram acelerar o ensino da leitura às crianças, servindo-se delas para bater recordes estatísticos.&lt;br /&gt;As tecnologias educativas estão por toda a parte e desde que vários técnicos, revistas, escolas manipularam suficientemente a opinião pública, os audio-visuais (como os testes psicotécnicos) reinam nas escolas. São rotina, voga, moda, progresso. A questão de fundo é porquê o progresso e porque correm todos para ele?&lt;br /&gt;No fundo, o que Portmann critica está conforme esta lógica do progresso: atingir metas, ganhar etapas, conquistar recordes, atingir alvos.&lt;br /&gt;Um filósofo como Portmann está manipulando, na medida em que desfoca o essencial – a questão de fundo – e sobrevaloriza o acessório.&lt;br /&gt;Mas nem só.&lt;br /&gt;Os casos reais de manipulação discricionária - mesmo torcionária - são por Adolf Portmann subtilmente esbatidos fazendo-se crer de que a criança está sujeita - até morrer - ao processo manipulatório que é o processo educativo... Mais uma vez o fatalismo marcusiano como técnica de manipulação filosófica...&lt;br /&gt;As linhas caricaturais com que Aldous Huxley descreve no seu «New Brave World» totalitário as manipulações genéticas e cerebrais, resultam num certo descanso para as manipulações suaves operadas nas nossas democráticas sociedades de bons e brandos costumes.&lt;br /&gt;Até a caricatura serve a ideologia. E serve bem.&lt;br /&gt;F.B. Skinner foi mais explícito e coerente (menos subtil): ele não critica a manipulação, fazendo demagogia com a liberdade. Faz antes, com realismo, da liberdade o mito que ela é, estabelecendo a manipulação como "técnica ao serviço da evolução humana."&lt;br /&gt;Perfeito: é um caso de franqueza filosófica que devemos agradecer. Nem sempre os ideólogos do imperialismo espiritual se comportam de maneira tão evidente, nem mostram tão completamente o jogo.&lt;br /&gt;Nem sequer falta a Skinner o fim de festa funambulesco, o show de toda a boa revista de bulevar.&lt;br /&gt;A Terra da Utopia é para F.B. Skinner o terreno ideal onde vicejará - onde vicejará jamais entenda-se... - a total, totalitária manipulação de muitos por alguns homens-máquinas: os tecnocratas da ideologia (filosofia) manipulatória da manipulação.&lt;br /&gt;Círculo fechado, todos contentes.&lt;br /&gt;Ao lado desta subtil e nobilíssima manipulação de alto nível filosófico- cientifista, positivista, neo-positivista, evolucionista, etc. - bem poucos cuidados já nos deverá dar a - por exemplo - manipulação partidária ou publicitária, de tão grosseiras ambas.&lt;br /&gt;0 futuro é dos subtis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMO SAIR DO PESADELO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, no conceito de Adolf Portmann, a manipulação é tudo o que condiciona e envolve o indivíduo, então a questão principal não é de minimizar ou subestimar esse condicionamento - inevitável -, esse constrangimento - necessário - mas que meios são colocados à disposição do sujeito para:&lt;br /&gt;compreender até onde e por quem é manipulado;&lt;br /&gt;responder à manipulação;&lt;br /&gt;encontrar os métodos justos de resposta à manipulação, saindo vitorioso dos múltiplos mas ...inevitáveis condicionamentos. Tudo nos condiciona, diria La Palice.&lt;br /&gt;Se o condicionalismo determinante é o sistema cultural - o sistema ideológico ou mitológico - logo se vê que a melhor pedagogia libertadora será a que possibilite uma distanciação possível desses mitos que incorporam a ideologia dominante.&lt;br /&gt;Daí que muitos pensem hoje - e as novas gerações não só o pensaram como o praticaram - que a melhor pedagogia vem de culturas exógenas.&lt;br /&gt;Expondo a cultura vigente a uma contra-prova de culturas exógenas - eis o método higiénico.&lt;br /&gt;Cultura hindú, chinesa, japonesa, budista são algumas das pedagogias que permitem, enquanto termos de comparação, ângulos de análise e visão crítica.&lt;br /&gt;De contrário, as lavagens ao cérebro sucedem-se em cadeia.&lt;br /&gt;E é ver quem mais manipula o outro e pelo outro é manipulado.&lt;br /&gt;Há um ponto decisivo: é o da conversão a um padrão cultural - mitológico - radicalmente diferente.&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*) Este texto foi publicado na colecção «Mini-ecologia», das edições «Frente Ecológica», num caderno com 100 exemplares de tiragem&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-1011321725216795728?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/catbooks/' title='KONRAD LORENZ: A IDEOLOGIA DA CIÊNCIA'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/1011321725216795728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/konrad-lorenz-ideologia-da-ciencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1011321725216795728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1011321725216795728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/konrad-lorenz-ideologia-da-ciencia.html' title='KONRAD LORENZ: A IDEOLOGIA DA CIÊNCIA'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUKyi_qGtXI/AAAAAAAABBU/YmCxWBwuPdI/s72-c/lorenz-2-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-4864143602764773068</id><published>2011-01-27T11:20:00.000-08:00</published><updated>2011-01-27T11:23:48.567-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>MICHAEL PAGE: A NATUREZA DO KI</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUHF_Pa_l7I/AAAAAAAABAs/-MnU6dJzjL0/s1600/ki-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 274px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUHF_Pa_l7I/AAAAAAAABAs/-MnU6dJzjL0/s400/ki-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566948304668825522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-4864143602764773068?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://myweb26.home.sapo.pt/+biblioteca+.htm' title='MICHAEL PAGE: A NATUREZA DO KI'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4864143602764773068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4864143602764773068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/michael-page-natureza-do-ki.html' title='MICHAEL PAGE: A NATUREZA DO KI'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUHF_Pa_l7I/AAAAAAAABAs/-MnU6dJzjL0/s72-c/ki-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-7991867544278151932</id><published>2011-01-27T11:14:00.000-08:00</published><updated>2011-01-27T11:18:29.012-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COSMOSOFIA 2013'/><title type='text'>TAO TEH CHING: O MAIOR DOS PEQUENOS LIVROS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUHEs-scWLI/AAAAAAAABAk/jx7KbXqzNrk/s1600/lao-tse-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 256px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUHEs-scWLI/AAAAAAAABAk/jx7KbXqzNrk/s400/lao-tse-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566946891429337266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;lao-tse&gt; segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: José Laércio do Egito - F.R.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte deste texto:&lt;br /&gt;http://www.joselaerciodoegito.com.br/site_laotse_bio.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lao Tsé o Pai do Taoísmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Tao é vazio inesgotável&lt;br /&gt;E a fonte do profundo silencio".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAO TSÉ&lt;br /&gt;Lao Tsé, sem dúvidas, foi um dos mais elevados seres entre os que viveram na terra, tendo legado à humanidade uma obra imortal o Tao Te Ching que atravessou milénios chegando até os nossos dias com o mesmo valor de há 2600 passados. Não se trata de um livro volumoso, pois não é uma obra enciclopédica e sim uma colectânea de 81 pequenos aforismos, mas que representam um imenso manancial da sabedoria comum aos Grandes Mestres da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ensinamentos de Lao Tsé expressos no Tao Te King representam para o povo chinês aquilo que os ensinamentos de Jesus representa para o mundo ocidental. Por certo o Tao Te Ching e a Bíblia são as duas obras editadas em maior número de volumes e de línguas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se com certeza que Lao Tsé (Lao Tzu) viveu na China, porém há muitas divergências quanto à data exacta. Realmente há dúvida se a data do nascimento de Lao Tzu seja aquela citada pela maioria dos autores, desde que os dados sobre a vida desse Mestre se baseiam em mitos e lendas.&lt;br /&gt;Sobre a infância de Lao Tsé pouco se sabe comprovadamente. Há uma obra chinesa muito antiga chamada Shi Chi (Apontamentos Históricos) que diz que Lao Tsé[1], cujo nome real era Erh Dan Li teria nascido no Sul da China numa região chamada Ch'u, em torno do ano 604 a.C. Além da referida obra pouco se sabe de fonte comprovada sobre sua vida, além dos versos do Tao e Ching. Algumas lendas atribuem haver ele nascido entre 600 e 300 a.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem os mitos que Lao Tzu tinha uma personalidade marcante e dotada de grande afabilidade e inteligência e que recebeu tudo o que o seu pai poderia oferecer-lhe em conhecimentos. Por sua dedicação aos estudos e pelo carisma que detinha, lhe foi facilitado o ter se tornado discípulo de grandes mestres de sua época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os mitos dizem Lao Tsé haver sido um ser excepcional e até mesmo existe uma lenda que diz haver ele sido "concebido imaculadamente por uma estrela cadente" e permanecido no ventre materno por 62 anos, até que surgiu na terra no ano 604 a.C. já com a cabeleira branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes confiáveis atribuem a Lao-Tsé a missão de haver sintetizado o Monismo numa doutrina que recebeu o nome de Taoísmo, em parte numa obra milenar conhecida pelo nome de Tao Te Ching.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a tradição, Lao Tsé foi contemporâneo de Kung Fu Tsé (Confúcio) de quem foi discípulo de Confúcio após haver vivido na China durante 80 anos se dirigiu para o Tibet tendo antes deixado um pequeno livro, o Tao Te Ching que haveria de se constituir a síntese do pensamento Monista Chinês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há bastante evidência histórica de alguém de grande influência que haja vivido na China com o nome de Lao Tzu no 6º século a.C., porém há registos históricos (Shih-chi) de Suma Ch'ien do 2º século a.C. que citam um arquivista do Tribunal de Tribunal de Chou e que pessoalmente instruíra Kung Fu Tzu (Confúcio). Mas essa afirmação é incompatível com outras crónicas que datam a morte de Lao Tzu meio um século antes do nascimento de Confúcio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Tradição, Lao Tzu foi o guardião dos arquivos do tribunal imperial e que aos oitenta anos partiu para a fronteira ocidental de China, onde é agora o Tibete, entristecido e desiludido com as pessoas que estavam pouco dispostas a seguirem o caminho da bondade natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os autores chineses há também aqueles que dizem que Lao Tsé se tornou o guardião dos Arquivos Imperiais de Loyang (província chinesa de Honan), onde viveu até a idade de 160 anos, quando, então, enojado com a hipocrisia e a decadência da época, decidiu-se a procurar a virtude em um ambiente mais natural. Vemos, portanto, que a data específica de nascimento de Lao Tzu é desconhecida desde que grande parte da sua vida e obra se baseia em lendas. É a Lao Tzu atribuída a autoria do "Tao-Te Ching" (tao-significando o modo de toda a vida; te-significando o ajuste de vida pelo homem; e ching-significando texto ou clássico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo se tem certeza de que o verdadeiro nome do autor do Tao Te Ching haja sido Lao Tzu; e sim (Erh Dan Li). Lao Tzu seria apenas um apelido, não o seu nome real. Lao Tzu seria apenas de um título honorifico cujo significado seria "O Velho Mestre". Esta afirmativa tem como base um mito que diz que o termo "Velho Mestre" tem como base o fato dele haver nascido já com uma cabeleira branca, portanto, como um homem velho. Também se pode considerar que, no contexto de ensinar e aprender, a palavra "mestre" pode significar "O Estudante Velho" tal como na língua japonesa o nome "roshi" significa mestre de ensino de Zen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o nascimento de Lao Tsé é envolto em certo grau de mistério, mais ainda a sua morte. Na verdade oficialmente nada mais se sabe dele após haver saído da China, mas há uma lenda que ele partiu da terra com a idade de 162 e transforma em um dragão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza Lao Tsé viveu por muitos anos na China até que decidiu partir em direção a uma região que hoje constitui o Tibet. Foi nessa viagem que ele ao atravessar a fronteira da China, em Hank Pass, um guarda chamado Yin Xi (Yin Hsi), lembrou-lhe que possivelmente todos os seus ensinamentos logo cairiam no esquecimento se alguma coisa não ficasse gravada, e assim pediu-lhe que, antes de abandonar a China, deixasse alguns ensinamentos básicos registrados por escrito a fim de tudo aquilo que havia transmitido durante tantos anos não caísse no esquecimento, para que pelo menos em parte pudessem ser preservados para a posteridade. Lao Tzu, que antes jamais aceitara escrever os ensinamentos por admitir que a observação da natureza era um mestre bem mais confiável do que as palavras dos homens, mesmo assim resolveu atender ao pedido do guarda e redigiu numa colectânea de 81 versos a síntese de sua sabedoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÍMBOLO DO TEI GI:  A OBRA DE LAO TZU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a lenda, Lao Tzu era um arquivista da corte imperial e que aos 80 anos deixou seu cargo e saiu da China triste e desiludido em direcção ao Tibete. Mas também há os que afirmam que o Tao Te Ching é apenas uma compilação de versos escritos por vários pensadores que genericamente usavam o título de Lao Tzu. Também existe afirmativa de que o Tao Te Ching provavelmente é uma compilação, ou antologia, de declarações de vários escritores e escolas de pensamento datando do 3º século a.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coerentemente com a sua maneira de pensar ele não escreveu princípios doutrinários, e sim aforismos (versos) de forma tal que pudessem ser adaptados por qualquer pessoa ante diversas situações. Algo aplicável a tudo e a todos, um escrito de forma genérica e não especifica; um texto de natureza aberta que não possibilitasse uma forma textual capaz de ser desvirtuado intencionalmente, ou simplesmente ser deformado pelas traduções. Assim nasceu o fabuloso o Tao Te Ching, um livro de conhecimentos profundíssimos embora pouco volumoso desde que nele constam 81 aforismos em forma de versos, que mostram uma maneira de aplicação prática de se viver em harmonia, dentro do equilíbrio das polaridades da manifestação do TAO e simbolizada pelo Tei Gi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aforismos que compõem os 81 versos são de uma simplicidade desconcertante e o que é bem especial, eles são adaptáveis a todas as actividades, a todos os lugares e a todas as épocas. Por esta razão é que existem centenas de interpretações, cada uma delas especialmente direccionada para um determinado campo de actividade. Por esta razão, de inicio o Tao Te Ching era uma obra destinada aos sábios, aos líderes políticos e aos governantes da China, mas, com o transcorrer dos séculos, tornou-se uma obra destinada a qualquer pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela razão exposta o Tao Te Ching é mais um texto de aplicação prática do que de ensinamentos doutrinários directos. Originalmente no Tao Te Ching foram usados cerca de 5.000 caracteres descrevendo o modo de funcionamento e a manifestação do poder presente no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Extremo Oriente o Taoísmo é praticado sob duas formas: o Taoísmo Filosófico e o Taoísmo Religioso; cada uma estuda a natureza sob um ponto de vista próprio. Os Taoístas filosóficos vêem os ensinamentos do Tao apenas como um método de vida, como um guia para a vida buscando essencialmente achar a harmonia entre o ser com a natureza. Esta corrente acredita que se entendendo a harmonia da natureza é possível alterá-la mediante um processo alquímico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola filosófica Taoísta tem suas raízes nos escritos do séc. XV e relacionadas com Lao Tsé. Após haver ensinado durante toda sua vida Lao Tzu estava decepcionado com o homem, que parecia não desejar seguir o caminho da divindade.[2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Taoístas religiosos acreditam na existência de um lugar de grandes e pequenos deuses, estudam a natureza procurando encontrar formas de mudá-la (alquimia). Os Taoístas Religiosos desenvolveram complicadas cerimónias mágicas, e também algumas formas de artes marciais, práticas mágicas, sendo a mais popular aquela conhecida pelo nome de Bágua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade o Taoísmo baseia-se num dos Princípios Herméticos, o Principio da Polaridade que diz ser a natureza bipolar, pois tudo nela tem um oposto. Na essência o universo conhecido é composto de componentes opostos; vezes físicos hard/soft; claro/escuro; vezes morais, bom / ruim; vezes biológicos, masculino/feminino. Etc. Tudo no universo pode ser classificado em duas polaridades Yang (pronuncia "yong") ou Yin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos sentidos para o significado do nome Tao Te Ching. Um deles define o Tao Te Ching como "As Leis da Virtude e seus caminhos". Tao Te King, também escrito Tao Te Ching ( pronuncia-se: Dao Dê Jing ) significa: Ching ( livro, escrito, manuscrito), Tao ( Infinito, a Essência, a Consciência Invisível, o Insondável, o como, de como as coisas acontecem). Literalmente, portanto, significa "O livro de como as coisas funcionam" e na realidade é este o seu objectivo, mostrar como as coisas no universo funcionam segundo o Tao. Também significa "O Livro que Revela Deus" e "O livro que leva à Divindade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cita-se uma terceira obra atribuída a Lao-Tsé, a Chuang Tse, mas em nossos dias pouco se sabe do modo como ele apresentou o Taoísmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma indagação comumente feita diz respeito à diferença que existe entre o Taoísmo e o Confucionismo. O Taoísmo tem base metafísica e com aplicação prática. Confúcio foi mais um legislador, cujos ensinamentos ser direccionam mais para o aspecto político da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONFÚCIO&lt;br /&gt;Qualquer verdade atribuída ao Taoísmo e ao Confucionismo tem que ser vistos lado a lado como duas formas distintas direccionadas às condições sociais, políticas e filosóficas da China. Enquanto o Confucionismo está muito relacionado às relações sociais, com a conduta e a sociedade humana, por sua vez o Taoísmo tem um carácter muito mais pessoal e místico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lao Tsé pelo que se sabe foi verdadeiramente um sábio conselheiro, razão pela qual atraiu muitos seguidores, embora sempre haja se recusado a fixar suas ideias por escrito, por acreditar que as palavras poderiam estabelecer algum dogma formal. Lao Tzu desejava que a sua filosofia permanecesse apenas como um modo natural de vida estabelecido sob uma base de bondade, serenidade e respeito. Assim ele não estabeleceu nenhum código rígido de comportamento, preferindo ensinar que a conduta de uma pessoa deve ser governada pelo instinto e pela consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lao Tsé ensinava que nenhuma tarefa deveria ser apressada, bastante, que tudo deve acontecer no seu devido tempo acreditava que a "simplicidade" era a chave para a verdade e a liberdade, assim encorajava seus seguidores para observarem mais a natureza do que aos ensinamentos de mestres; a observarem e entenderem as leis da natureza, a desenvolverem a intuição e a construir um poder pessoal a ser usado para se conduzir na vida com carinho e sem imposição da força. Pelos seus sábios conselhos atraiu muitos seguidores, mas recusava-se a fixar suas ideias por escrito por temer que as palavras pudessem ser convertidas em dogma formal. Primava para que a sua filosofia fosse mais um modo natural de vida com bondade, serenidade e respeito, do que um corpo de doutrina, por isto não estabeleceu nenhum código rígido de comportamento, acreditando que a conduta de uma pessoa deveria ser governada pelo instinto natural e pela consciência moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse Lao-Tsé: "Nas profundezas do Insondável jaz o Ser. Antes que o céu e a terra existissem, Já era o Ser. Imóvel, sem forma. O Vácuo, o Nada, berço de todos os Possíveis. Para além de palavra e pensamento está o Tao, origem sem nome nem forma, a Grandeza, a Fonte eternamente borbulhante: O ciclo do Ser e do Existir".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;********************&lt;br /&gt;Autor: José Laércio do Egito - F.R.C.&lt;br /&gt;email: thot@hotlink.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-7991867544278151932?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.catbox.info/big-bang/oescriba/maximas.htm' title='TAO TEH CHING: O MAIOR DOS PEQUENOS LIVROS'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/7991867544278151932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/7991867544278151932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/tao-teh-ching-o-maior-dos-pequenos.html' title='TAO TEH CHING: O MAIOR DOS PEQUENOS LIVROS'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUHEs-scWLI/AAAAAAAABAk/jx7KbXqzNrk/s72-c/lao-tse-1-book.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-1391594559763043582</id><published>2011-01-27T10:40:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T11:00:38.691-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>ANTÓNIO TELMO NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUcGn_C4KtI/AAAAAAAABC8/ASIGkNGZ9iU/s1600/telmo-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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text-align: center; cursor: pointer; width: 252px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUG8b7HeaUI/AAAAAAAABAU/_FfTlWiODyM/s400/telmo-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566937802318178626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-1391594559763043582?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/' title='ANTÓNIO TELMO NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/1391594559763043582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/antonio-telmo-na-biblioteca-do-gato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1391594559763043582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/1391594559763043582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/antonio-telmo-na-biblioteca-do-gato.html' title='ANTÓNIO TELMO NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUcGn_C4KtI/AAAAAAAABC8/ASIGkNGZ9iU/s72-c/telmo-3-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-5217617508929310084</id><published>2011-01-27T03:31:00.000-08:00</published><updated>2011-01-27T03:36:21.881-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COSMOSOFIA 2013'/><title type='text'>RAUL PROENÇA E O ETERNO RETORNO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUFYVefKctI/AAAAAAAABAM/zh5JGA9lBpY/s1600/proenca-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 254px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUFVSj4dmbI/AAAAAAAAA_8/vniijZJ1_5E/s400/eliade-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566824391764711858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUFU8rneOcI/AAAAAAAAA_0/0gJL23wlI2o/s1600/eliade-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 246px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUFU8rneOcI/AAAAAAAAA_0/0gJL23wlI2o/s400/eliade-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566824015883811266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-2 - 93-08-03-ls&gt; leituras do afonso - sexta-feira, 11 de Abril de 2003-novo word - 4683 caracteres -eliade-1&gt;adn&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À LUZ DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA : REGIÕES ENERGÉTICAS NO MAPA DO COSMOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3/8/1993&lt;/span&gt; - 1 - À luz da Hipótese Vibratória, a história das religiões tem uma leitura radicalmente diferente daquela que tem sido feita até agora, por todos os exegetas, incluindo o maior de todos, Mircea Eliade. Ele fornece todos os dados conhecidos mas sem os interpretar à luz da hipótese vibratória e isso revela-se redutor. Para ele, como para todos os que fizeram a história dos símbolos e mitos, estes constituem «fruto da imaginação», mais ou menos delirante, mais ou menos ingénua, de egípcios, babilónicos, caldeus, sumérios, mesopotâmicos, aztecas, hebreus, mazdeístas, and so on.&lt;br /&gt;À luz da Hipótese Vibratória, os mitos deixam de ser «fruto da imaginação» humana para serem descrições (aliás belas) de uma realidade, invisível mas realidade de facto, que eles - os povos citados -, ao contrário de nós, conheciam. São verdadeiros relatórios do invisível, os símbolos e mitos, as metáforas e alegorias, os sonhos e lendas. Mitos e mitologias são uma história de factos, simplesmente esses factos pertencem ao mundo do Invisível. E é por isso que Mircea Eliade, no seu maravilhoso ensaio «O Mito do Eterno Retorno», fala daqueles povos que traçaram do Cosmos um mapa tão completo como nós hoje temos uma Mapa da Terra. A história de lendas, mitos, símbolos, quando um dia, muito brevemente, for relida à luz da Hipótese Vibratória, revelará esse mapa luminoso, assinalando grandes e pequenos lagos, baías, cabos, ilhas, arquipélagos, países, regiões, penínsulas, caminhos, províncias do Céu estrelado. Estradas de Santiago e Estrelas Polares já são topónimos desse Mapa do Céu. Pouco tem a ver este mapa com o Mapa do Cosmos (aliás belíssimo) que hoje se desenha e publica para o público amante das viagens interespaciais.&lt;br /&gt;Este «Cosmos» dos Carl Sagan, de facto, nada tem a ver com o Céu que nos descrevem as grandes tradições do Sagrado. Mas desde já e, pelo contrário, um esboço muito aproximado desse mapa do Céu são os diagramas da hierarquia cósmica (Céu, Terra, Inferno como refere Mircea Eliade) que os livros de Étienne Guillé tão belamente nos fornecem. Tal como escreve Mircea Eliade, «segundo as crenças dos mesopotâmicos, o Tigre tem o seu modelo na estrela Anunite e o Eufrates na estrela da Andorinha. Um texto sumério refere o «lugar das formas dos deuses», onde se encontram «os deuses dos rebanhos e dos cereais».&lt;br /&gt;Também para os povos altaicos as montanhas têm um protótipo ideal no Céu. Os nomes dos lugares e «nomes» (antiga divisão egípcia) eram atribuídos de acordo com os «campos» celestes: primeiro conheciam-se os «campos celestes», que depois eram identificados na geografia terrestre.» Para traduzir esta abstracta realidade - a que deixámos de ter acesso directo, como se não nos dissesse respeito - o historiador Mircea Eliade utiliza nomes que são termos-chave da lógica terrestre quando quer entender e ler os fenómenos regidos pela lógica celeste: «protótipo», «arquétipo», «modelo», «holos», «áreas», «regiões» mas principalmente «campos», a palavra de interface que faz a transição do concreto para o energético: campos de força, campos magnéticos, campos quânticos, etc.&lt;br /&gt;Interfaces do Sagrado/Profano são também palavras como «Cosmogonia», «Hierofania», «Teofania», «Teogonia», etc. Há, de facto, uma diferença radical no modo de ler a história das religiões, antes e depois da Hipótese Vibratória. À luz desta, as crenças arcaicas não são manifestações de primitivismo mas a linguagem perfeita para traduzir um conhecimento de factos (fenómenos) que, por invisíveis, nos escapam mas que esses povos arcaicos conheciam. E vai daí?&lt;br /&gt;«O Mito do Eterno Retorno», que tem dado a volta à cabeça de filósofos como Nietzsche e Sant'anna Dionísio, surge como um facto real quase banalizado, se atentarmos no diagrama ou mapa celeste das eras zodiacais. De facto e à escala de 48 milhões de anos - um ano cósmico... - a criação é circular. Voltamos ao mesmo ponto, todos os 48 milhões de anos, tal como voltamos ao mesmo ponto todos os solstícios e equinócios, tal como voltamos ao mesmo ponto todas as manhãs...&lt;br /&gt;[ O «ano cósmico» de 48 milhões de anos referido pela tradição hindú  difere bastante do ano cósmico, ano platónico ou zep-tepi que nos indica a tradição iniciática egípcia.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda a propósito do ensaio de Mircea Eliade: as ficções, no sentido de invenções de coisas que nunca existiram, são de facto uma criação do romanesco moderno, tempo e mundo de fantasmas, histórias de fantasmas para seres humanos-fantasma, quer dizer, desligados da sua existência cósmica. O Romanesco como ficção é um fenómeno moderno, recente, pequenino e vai desaparecer como tudo o que engorda o Poder e o Poder manipula.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-5540773824208527252?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/' title='MIRCEA ELIADE E A HIPÓTESE VIBRATÓRIA'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/5540773824208527252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/mircea-eliade-e-hipotese-vibratoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/5540773824208527252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/5540773824208527252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/mircea-eliade-e-hipotese-vibratoria.html' title='MIRCEA ELIADE E A HIPÓTESE VIBRATÓRIA'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUFVSj4dmbI/AAAAAAAAA_8/vniijZJ1_5E/s72-c/eliade-2-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-3313455651349053928</id><published>2011-01-26T11:30:00.000-08:00</published><updated>2011-01-26T11:33:51.582-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>O PENSAMENTO CHINÊS NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUB2z1KVodI/AAAAAAAAA_s/YI4oIWMuuN4/s1600/needham-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 284px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUB2z1KVodI/AAAAAAAAA_s/YI4oIWMuuN4/s400/needham-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566579772245778898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUB2qcLBbiI/AAAAAAAAA_k/UjYC-X1uKLI/s1600/granet-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUB2qcLBbiI/AAAAAAAAA_k/UjYC-X1uKLI/s400/granet-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566579610918940194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-3313455651349053928?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/' title='O PENSAMENTO CHINÊS NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/3313455651349053928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/o-pensamento-chines-na-biblioteca-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3313455651349053928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3313455651349053928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/o-pensamento-chines-na-biblioteca-do.html' title='O PENSAMENTO CHINÊS NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUB2z1KVodI/AAAAAAAAA_s/YI4oIWMuuN4/s72-c/needham-1-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-8534855719720792755</id><published>2011-01-26T11:10:00.001-08:00</published><updated>2011-01-26T11:29:05.367-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>O TAO-TE-KING NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUB16NV40AI/AAAAAAAAA_c/FhEuMq4wtSU/s1600/tao-te-king-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 282px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUB16NV40AI/AAAAAAAAA_c/FhEuMq4wtSU/s400/tao-te-king-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566578782304260098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUB1iEjdv6I/AAAAAAAAA_U/FtmuUiqQEOc/s1600/tao-te-king-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 274px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUB1iEjdv6I/AAAAAAAAA_U/FtmuUiqQEOc/s400/tao-te-king-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566578367628427170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUB1RU7BhhI/AAAAAAAAA_M/MGIInwONC28/s1600/tao-te-king-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 276px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ggRwigqEd1Q/TkK_cL_acgI/AAAAAAAABbM/v5HXFZvorho/s400/I-CHING-9-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639280174397288962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-P9r6xSlVsm0/TkK_QdI_-zI/AAAAAAAABbE/OnVBgFOtxsc/s1600/I-CHING-8-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 265px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-P9r6xSlVsm0/TkK_QdI_-zI/AAAAAAAABbE/OnVBgFOtxsc/s400/I-CHING-8-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639279972842470194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-FFte2FlAe80/TkK_Ag1klOI/AAAAAAAABa8/z5xzR9OOu9s/s1600/I-CHING-7.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 290px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-FFte2FlAe80/TkK_Ag1klOI/AAAAAAAABa8/z5xzR9OOu9s/s400/I-CHING-7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639279698956817634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-nxf8Gg2eUSs/TkK-qyh-k3I/AAAAAAAABa0/d9WQiANmXHg/s1600/i-ching-6-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 393px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-nxf8Gg2eUSs/TkK-qyh-k3I/AAAAAAAABa0/d9WQiANmXHg/s400/i-ching-6-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639279325749351282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBvTRnTXtI/AAAAAAAAA-U/3yv7kV4TOpw/s1600/i-ching-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 278px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBvTRnTXtI/AAAAAAAAA-U/3yv7kV4TOpw/s400/i-ching-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566571516366380754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBvt1zMOwI/AAAAAAAAA-c/jPfG1Jw4ne0/s1600/i-ching-5-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 242px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBvt1zMOwI/AAAAAAAAA-c/jPfG1Jw4ne0/s400/i-ching-5-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566571972756519682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBvTRnTXtI/AAAAAAAAA-U/3yv7kV4TOpw/s1600/i-ching-4-book.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBuXaUc5xI/AAAAAAAAA-M/FFrZl5jL7eo/s1600/i-ching-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 272px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBuXaUc5xI/AAAAAAAAA-M/FFrZl5jL7eo/s400/i-ching-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566570487911081746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBuNm0vIeI/AAAAAAAAA-E/RcgQVrqTwoQ/s1600/i-ching-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 260px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBuNm0vIeI/AAAAAAAAA-E/RcgQVrqTwoQ/s400/i-ching-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566570319469027810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBt-zG4P2I/AAAAAAAAA98/TYfxBIHtmwg/s1600/i-ching-1-book-.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 373px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBt-zG4P2I/AAAAAAAAA98/TYfxBIHtmwg/s400/i-ching-1-book-.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566570065068310370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBt0231RXI/AAAAAAAAA90/jsR0ggy1ue0/s1600/i-ching-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 268px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TUBt0231RXI/AAAAAAAAA90/jsR0ggy1ue0/s400/i-ching-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566569894280250738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-3850332891263186945?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/vidanatural/+ecologia%20humana+.htm' title='O I-CHING NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/3850332891263186945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/o-i-ching-na-biblioteca-do-gato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3850332891263186945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3850332891263186945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/o-i-ching-na-biblioteca-do-gato.html' title='O I-CHING NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ggRwigqEd1Q/TkK_cL_acgI/AAAAAAAABbM/v5HXFZvorho/s72-c/I-CHING-9-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-3908106741344289401</id><published>2011-01-25T04:14:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T04:17:51.094-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>EDOUARD SCHURÉ: O EQUÍVOCO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT6-7zwH_wI/AAAAAAAAA9s/YbG6uwVamVI/s1600/schur%25C3%25A9-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 269px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT6-7zwH_wI/AAAAAAAAA9s/YbG6uwVamVI/s400/schur%25C3%25A9-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566096124190129922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;DEMOCRATIZAR A VIA INICIÁTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por força que o iniciado tem que ser um notável. O livro de Edouard Schuré – «Os Grandes Iniciados» – ajudou a estabelecer esse equívoco, até porque está cheio de muita palha e pouco, muito pouco grão.&lt;br /&gt;Além dos grandes iniciados – Buda, Maomé, Jesus, Krisna, - é suposto ter havido os pequenos.&lt;br /&gt;Mas esse equívoco desincentiva qualquer pedagogia ou filosofia que se oriente no sentido iniciático da vida.&lt;br /&gt;Que, diga-se, devia ser incentivado desde a escola primária.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-3908106741344289401?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/countdown/countdown.htm' title='EDOUARD SCHURÉ: O EQUÍVOCO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/3908106741344289401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/edouard-schure-o-equivoco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3908106741344289401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3908106741344289401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/edouard-schure-o-equivoco.html' title='EDOUARD SCHURÉ: O EQUÍVOCO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT6-7zwH_wI/AAAAAAAAA9s/YbG6uwVamVI/s72-c/schur%25C3%25A9-1-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-4819286517771661101</id><published>2011-01-25T01:55:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T02:02:15.301-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>RENÉE-PAULE GUILLOT: OS PRODÍGIOS DE CRISTO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT6fSsAQYjI/AAAAAAAAA9k/F0cxCoJ_Luk/s1600/guillot-1-book%252B.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 249px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT6fSsAQYjI/AAAAAAAAA9k/F0cxCoJ_Luk/s400/guillot-1-book%252B.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566061332875207218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT6fE-xKBII/AAAAAAAAA9c/wA86Y2UDVv8/s1600/wachsmann-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 282px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT6fE-xKBII/AAAAAAAAA9c/wA86Y2UDVv8/s400/wachsmann-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566061097393980546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;apdn-4&gt; autoterapia –Revisão:terça-feira, 25 de Janeiro de 2011 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CIÊNCIA DOS PRODÍGIOS (*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRISTO INICIADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; 2/12/ 1996 &lt;/span&gt;- Os prodígios atribuídos a Cristo - multiplicação dos pães, transformar água em vinho, acalmar o mar, curar o leproso, dar vista ao cego, andar sobre o mar, etc - falam, aos crentes, de uma figura com dons excepcionais e, portanto, divinos.&lt;br /&gt;Para o não crente mas (apenas) estudioso da ciência das energias (Noologia) , os prodígios de Cristo remetem-no para a escola iniciática onde aprendeu - os Essénios - e estes remetem-nos para a fonte hermética, os hierofantes egípcios.&lt;br /&gt;Embora a propaganda pró-hinduísta, na sua tarefa de contra-informação permanente,  tenha posto a circular que Cristo esteve na Índia - pretendendo insinuar que aprendeu lá os prodígios - a verdade é que Cristo esteve ligado aos essénios e é nos essénios que deveremos enquadrar a actividade de Cristo, nomeadamente a sua actividade sobrenatural ou milagreira.&lt;br /&gt;Eduardo Schuré incluiu logo Cristo na sua galeria de «grandes iniciados» e, desde aí, a iniciação passou a ser coisa só para «grandes homens», «grandes mestres». A mitologia espalhou-se e continua mais instalada do que nunca.&lt;br /&gt;No seio das ciências sagradas e no direito humano de acesso a elas, não faltam a contra-informação e os atrasos de vida.&lt;br /&gt;Menos numerosos mas também bastante badalados, os prodígios de Moisés - transformar a bengala em serpente, separar as águas do Jordão, abrir uma fonte no deserto - apontam igualmente para a Magia egípcia dos hierofantes, onde sabemos que ele aprendeu.&lt;br /&gt;Nada de mais. O seu a seu dono.&lt;br /&gt;Se os hierofantes são, como tudo leva a crer, iniciados de 1ª linha - outros se podem enunciar:&lt;br /&gt;Bramanes&lt;br /&gt;Epidaurus (sacerdotes de)&lt;br /&gt;Esculápios&lt;br /&gt;Pitonisas&lt;br /&gt;Peripatéticos&lt;br /&gt;Sibilas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na história de Portugal, tão pouco dada a prodígios, sublinham-se 3 casos «prodigiosos» :&lt;br /&gt;a) Rainha Santa Isabel que faz brotar rosas do regaço&lt;br /&gt;b) Sto António que prega aos peixes&lt;br /&gt;c) E, é claro, Nossa Senhora de Fátima que aparece aos pastorinhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos estes fenómenos, que os crentes não gostam de incluir na lenda e no mito, relevam , como se sabe, de uma das 12 ciências sagradas - a Magia - e provam 2 coisas:&lt;br /&gt;a) A Magia sempre existiu&lt;br /&gt;b) A Magia sofreu, como todas as outras 12 ciências sagradas, um processo de decadência e aviltamento&lt;br /&gt;c) Dessa decadência é sinal patético tudo o que hoje se faz em matéria de exploração do maravilhoso, do prodigioso.&lt;br /&gt;Dar ao maravilhoso o estatuto (outra vez) de ciência sagrada que já foi - eis o objectivo da Noologia.&lt;br /&gt;Uma das imagens que correm entre os praticantes modernos de Reiki, é a de Cristo impondo as mãos a um doente.&lt;br /&gt;Atrair as grandes figuras à nossa causa é sempre conveniente.&lt;br /&gt;A imposição de mãos coloca alguns problemas e bom seria que fosse respeitada uma «ética» de procedimentos nesse domínio.&lt;br /&gt;O problema filosófico mais interessante que ressalta no estudo dos prodígios é, de certo, a ambiguidade sobre a origem e natureza das energias que actuam no «milagre».&lt;br /&gt;É então o momento de se ouvirem acusações mútuas: para uns, são obras de Deus (da Virgem Santíssima, do Santo António, etc) para outros são obras do Satanás.&lt;br /&gt;De um ponto de vista neutro - o da Noologia - provavelmente são as duas coisas e dado que um dos postulados da Noologia - a existência de 2 cosmos - se verifica aí com particular nitidez.&lt;br /&gt;Não é por acaso que uma das ciências auxiliares das 12 ciências sagradas é a Diabologia.&lt;br /&gt;O fenómeno mágico caracteriza-se por uma estrutural ambiguidade que (lhe) advém exactamente  da sua génese: 2 forças contrárias e complementares se encontram em jogo e o fenómeno só ocorre quando, verificada a lei da ressonância vibratória - momento, lugar, estado - a função emergente se lhe sucede.&lt;br /&gt;Nos textos que relatam «prodígios», há palavras que aparecem com mais frequência e que podem corresponder a um maior ou menor conteúdo noológico. Compete ao estudioso decidir a percentagem de autenticidade que carregam consigo palavras tais como :&lt;br /&gt;curador&lt;br /&gt;curandeiro&lt;br /&gt;cura extraordinária&lt;br /&gt;cura milagrosa&lt;br /&gt;cura magnética&lt;br /&gt;fluido magnético&lt;br /&gt;imposição de mãos&lt;br /&gt;Impostores&lt;br /&gt;magnetismo terrestre&lt;br /&gt;respiração mágica&lt;br /&gt;sugestão hipnótica&lt;br /&gt;varinha mágica&lt;br /&gt;Se é de prodígios hinduístas que nos falam, o cenário muda apenas um pouco (mas não muito) :&lt;br /&gt;andar sobre estilhaços de vidro&lt;br /&gt;balouçar-se com um gancho de ferro enterrado nos músculos das costas&lt;br /&gt;dançar sobre carvões em brasa&lt;br /&gt;Alguns destes prodígios são filmados por Arthur C. Clarke na sua série de 6 vídeos intitulados «Os Arquivos de Arthur C. Clarke», vídeos que, embora de medíocre qualidade, dão um panorama interessante de como um cientista se espanta perante os fenómenos espantosos que a ciência não compreende... e nunca quis compreender.&lt;br /&gt;A «sugestão» é o cavalo de batalha mais largamente usado pela medicina ordinária contra as curas «espontâneas».&lt;br /&gt;Ajudou muito a medicina , nesse propósito de desvalorizar a cura energética, o trabalho de um senhor médico famoso, Émile Coué, segundo o qual o que faz a cura é a imaginação (autosugestão) e a força do mental.&lt;br /&gt;Daqui ao transe hipnótico manipulatório é um passo: o que faz do processo de Coué uma técnica pouco desejável à luz da Noologia.&lt;br /&gt;Magneto-hipnótico&lt;br /&gt;medium&lt;br /&gt;radiação sideral&lt;br /&gt;radiação telúrica&lt;br /&gt;radiação cósmica&lt;br /&gt;radão&lt;br /&gt;sonambulismo:&lt;br /&gt;Levou seu tempo para que a ciência ( medicina ) ordinária considerasse a palavra «electricidade». E todo o mundo rejubilou quando os ciberneticistas (Wiener, Fessard, Nagkler, Berger) , em combinação com Pavlov e os pavlovianos, tomaram o cérebro como rede de circuitos e sinais eléctricos incessantes.&lt;br /&gt;Mais ou menos na mesma altura, a Psiquiatria, nazi-fascista como sempre foi, estava no auge dos «choques eléctricos». É então que surgem algumas palavras -chave da Noologia:&lt;br /&gt;Circuitos de Ondas&lt;br /&gt;Homeostase&lt;br /&gt;Ondas bio-eléctricas&lt;br /&gt;Impulsos (pulsações)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor de «Milagre e Fé na Cura»(*) relata várias peripécias no campo dos fenómenos «anormais» mas não entra na telenovela mais recente que se chama Parapsicologia.&lt;br /&gt;No processo de sucessiva e consecutiva decadência sofrida pela Magia como ciência sagrada, a chamada «Parapsicologia Científica» consegue ir ainda mais longe nessa decadência. Mas também a «Psicologia Transpessoal» e a «Teoria do Caos» e outros surtos de brotoeja que a religião da ciência põe ao dispor das massas, ganhando com isso umas massas.&lt;br /&gt;O menos que a Noologia poderá dizer destas proezas sobre prodígios é de que o reinado deles está a findar.&lt;br /&gt;----&lt;br /&gt;(*) Dr. Fred Wachsmann - «Medicina e Fé na Cura - Estudo Clínico do Misterioso Poder dos Curadores» - Lisboa, 1953&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-4819286517771661101?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/gatodasletras/morte-1.htm' title='RENÉE-PAULE GUILLOT: OS PRODÍGIOS DE CRISTO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/4819286517771661101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/renee-paule-guillot-os-prodigios-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4819286517771661101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/4819286517771661101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/renee-paule-guillot-os-prodigios-de.html' title='RENÉE-PAULE GUILLOT: OS PRODÍGIOS DE CRISTO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT6fSsAQYjI/AAAAAAAAA9k/F0cxCoJ_Luk/s72-c/guillot-1-book%252B.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-3857740621078153133</id><published>2011-01-24T11:05:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T01:05:41.930-08:00</updated><title type='text'>ÉTIENNE GUILLÉ: O HOMEM ENTRE O CÉU E A TERRA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT3UsqXWB2I/AAAAAAAAA9U/bAc9-bKoTxo/s1600/etienne-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 252px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT3UsqXWB2I/AAAAAAAAA9U/bAc9-bKoTxo/s400/etienne-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565838578251335522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT3Pa_7ze6I/AAAAAAAAA9M/yPhM5to6r-M/s1600/etienne-6-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 275px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT3Pa_7ze6I/AAAAAAAAA9M/yPhM5to6r-M/s400/etienne-6-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565832777245621154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-5-autot-4&gt; relendo etienne guillé – diário de uma descoberta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUE OS SEMINÁRIOS INTERCALARES NUNCA EXPLICARAM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+ 17 PONTOS&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;30/9/1994 &lt;/span&gt;- 1 - O novo livro de Étienne Guillé, «L'Homme entre Ciel et Terre», vem aclarar uma grande zona do seu próprio ensinamento que se tornara muito obscura e confusa através dos seus divulgadores em Portugal. De facto, à excepção de Patricia Kerviel, que, nos seminários, tem apresentado um discurso coerente e articulado, sem fissuras nem vazios nem zonas obscuras, todos os outros, ao retomar o ensinamento de Guillé, complicam mais do que explicam, obscurecem em vez de esclarecer. Os seminários - à excepção dos que a Patricia ministra - em vez de traduzirem a experiência pessoal e integrada dos monitores, são apenas transcrições verbais (e de ouvido) de muitos dos esquemas de Étienne, sem que o aluno consiga articular as diferentes peças que lhe aparecem desligadas.&lt;br /&gt;2 - Por exemplo: os vários postulados do mundo vibratório, apresentados pelos nossos seminaristas, nunca se sabe porque aparecem e de onde aparecem: se há uma hierarquia de níveis vibratórios, porque são 14 e não outro número? Como se encaixam as pirâmides e porquê? As pirâmides têm existência real ou são apenas uma metáfora? Quando surge a hipótese das pirâmides, que se deve fazer à hipótese do ovo cósmico e das esferas energéticas nele encaixadas? Como se ligam uma à outra ou não se ligam? Que crédito dar à escala das energias apresentada no diagrama de Jean Noel Kerviel e que Étienne Guillé não apresenta em nenhum dos seus livros? Que crédito dar à classificação de energias nocivas e energias negativas? Porque têm as energias nomes tão heteróclitos? Porque se fala de energia do escaravelho de ouro, ou da esfinge, ou de Képer-Re - conotando claramente a fonte informativa na tradição egípcia - mas logo depois se fala da energia da pedra filosofal e das energias em X negativo ou das energias de magia negra ou das de ordem negra, ou das energias do agente secreto...&lt;br /&gt;Há momentos em que esta variedade de nomenclaturas parece um catálogo. Deveria sempre assinalar-se a fonte cultural de onde emana cada designação: aliás, a situação histórica - no tempo e no espaço - de cada um dos conceitos explanados, era o mínimo que se podia esperar dos seminários, já que a construção filosófica de todo o processo se encontra exposta de maneira inultrapassável nos livros de Étienne e nos seminários da Patricia.&lt;br /&gt;3 - Prosseguindo a grande balbúrdia em que se transformou, com tanta lição, o mundo vibratório descoberto por Étienne Guillé, passemos, por exemplo, à panóplia dos canais cósmicos: Jean Noel Kerviel, fala em 17 (porquê 17?), mas insiste-se particularmente naquele que se «virou», em 26 de Agosto de 1983: também ninguém até hoje explicou como e porque foi obtida essa data, nem o que é isso de uma viragem cósmica. Assim como ninguém até hoje nos traduziu correctamente o «renversement». Em matéria de traduções, então, é uma lista de palavras que continuamos sem saber o que são.&lt;br /&gt;5 - Ninguém explicou, por exemplo, como foi obtido o quadro das eras zodiacais e respectivas frequências vibratórias, assim como ninguém ainda explicou o que é isso verdadeiramente de «frequência vibratória» e que diferença existe entre vibração de base decimal e vibração de base Fi. O Fi, aliás, foi motivo de uma cena, em pleno Hotel da Lapa, que nem vale a pena descrever, de tal modo foi indescritível. Pela parte que me toca, continuo sem saber o que é o Fi - outra noção fundamental - assim como o que são algumas das noções consideradas cruciais neste método. O facto de querermos ter acesso ao espaço tempo transcendente - dizem-nos - não significa que continuemos a respeitar as leis da lógica que regem o espaço-tempo linear. Enfim, como iniciação sistemática à estupidificação mental, parece que não há melhor receita do que a radiestesia.&lt;br /&gt;6 - Os esquemas e diagramas sobre o mundo vibratório apresentados por Étienne Guillé e por Jean Noel Kerviel, podem ser puramente imaginários mas, até agora, ninguém aclarou se são ou não são. Mesmo apenas como artifícios didácticos, a verdade é que são úteis e organizam hierarquicamente o mundo das energias subtis e nomeiam as várias formas, espécies e sub-espécies de energia, permitindo uma abordagem que até agora se fazia na mais completa abstracção. Curiosamente, porém, estes diagramas com as escalas hierárquicas não figuram nos livros de Guillé. Antes deste método, só a Macrobiótica - com a distinção entre yin e yang - e a acupunctura nos davam quadros relativamente minuciosos dessas energias: os pontos de acupunctura e os meridianos eram, até agora, o único mapa à nossa disposição para viajar no meandroso e invisível mundo das energias. O quadro proposto por Étienne Guillé e Jean Noel Kerviel, tem a vantagem de estar mais perto da nomenclatura europeia e das tradições de que nos encontramos cultural e geograficamente mais perto.&lt;br /&gt;6 - Penso que há vantagem em vencer as possíveis relutâncias relativamente à nomenclatura usada por Étienne: no fundo, veremos que energias de escaravelho de ouro, energias da pedra filosofal, energias da anti-pedra filosofal, energias da esfinge, energias de magia negra, energias de agente secreto, energias da aliança com Elohim, energias de x negativo, anjos e arcanjos, alma divina e alma espiritual, são nomes, apenas nomes, sem qualquer conotação religiosa com os sistemas de onde porventura foram tiradas. Perante a grelha vibratória dos metais, o que importa mesmo é a ressonância vibratória de cada estrutura, de cada palavra: e essa é inteiramente objectiva, independentemente da conotação semântica das palavras.&lt;br /&gt;7 - Poderemos concluir, no capítulo sobre o mundo vibratório, que a démarche alquímica, apesar de tudo, não é tudo mas é o princípio - a base molecular - de tudo, e que ela ocorre ainda no mundo negativo. Mas nunca se percebeu muito bem, ao longo de todo este tempo, o que é isso do mundo negativo, e se tem alguma coisa a ver ou não com o mundo da manifestação, o mundo da incarnação e o mundo transcendental, mais um triunvirato que não sabemos muito bem porque surge, como surge e porque se chama assim. Ou antes: este, até percebemos, a partir do momento em que (finalmente) a Patricia decidiu explicar que a grelha universal era a projecção, no plano, da quádrupla pirâmide da existência. Assim, lá conseguimos saber porque aparecia a grelha...&lt;br /&gt;8 - A alquimia não é tudo neste método mas inicia uma sequência (hierarquia) de 12 ciências, que virá a culminar na Teurgia ou ciência de deus, passando entretanto pela Magia, Astrologia, Numerologia, Kaballah, (ver lista de ciências no seminário de Patricia Kerviel). O que era, no opúsculo de Jean Noel Kerviel, «Recherche de la Pierre Philosophale», a técnica para a procura e obtenção da pedra filosofal, restrito portanto à alquimia, vai-se deslocando, nas ulteriores obras de Étienne Guillé e no discurso de Patricia, para a mais vasta demanda do Graal, mito eterno de todos os mitos. Esta noção das 12 ciências sagradas, como bonecas russas metidas umas nas outras, imagem proposta por Patricia, é fácil de apreender e por isso serve de boa base a uma compreensão da dinâmica que nos é proposta aos saltos e em constante ziz-zag pelos outros monitores.&lt;br /&gt;9 - Se os seminários intercalares fossem aproveitados a mostrar como se fazem transferts bem feitos, talvez fosse mais proveitoso para todos: a filosofia, de facto, e os diagramas das energias, bem nos basta o que Étienne vai contando. Aliás, a melhor forma de conduzir os seminários é cada um falar apenas daquilo que na sua prática quotidiana já integrou, aqueles pontos em que fez emergência com qualquer outro oposto e complementar, seja ele um autor, um livro, uma página, um pensamento, uma palavra que porventura o interpela.&lt;br /&gt;10 - Claro que há respostas feitas para continuar justificando este método de trabalho sem método nenhum: estamos no espaço tempo transcendente - dizem-nos - e aí tudo é permitido; trata-se - dizem-nos - de conquistar o continente perdido do inconsciente e aí tudo fala a linguagem irracional dos sonhos; é preciso - dizem-nos - primeiro aumentar o nível vibratório para compreender determinadas noções; temos de aguentar stress atrás de stresses para poder «evoluir» e aumentar o nosso nível vibratório; lá mais pra diante logo percebemos; isto não é lógico e temos que perder essa mania de querer lógica em tudo; não podem fazer transferts porque ainda não estão preparados; a alimentação não tem importância nenhuma(?), porque tudo se passa ao nível das energias vibratórias; o alargamento da consciência é ao nível do inconsciente e portanto todos os progressos são, por definição, inconscientes;&lt;br /&gt;11 - Depois é o jogo sobre o gume do contraditório: é perigoso fazer transferts mas há que ser ousado; não devemos trabalhar com a grelha provisória mas convidam-nos a fazer testes com a grelha provisória; nada disto é para decorar (mas a maior parte das noções, como não são explicáveis nem compreensíveis, são mesmo e só para decorar)&lt;br /&gt;12 - Perante esta caótico quadro que nos tem sido mostrado - a pretexto de que se trata de um puzzle - cada um tem de procurar maneira de reorganizar os dados - tão baralhados - e reordená-los. Pela parte que me toca, tentei as listas alfabéticas de vocábulos, que me parece um exercício de ordenamento possível no meio da total desordem de nomenclatura. A pretexto, claro, de que o verdadeiro conhecimento é ao nível (do) inconsciente e de que não podemos constatar progressos ao nível do raciocínio lógico. Que este método é diferente e aponta para uma viragem total nos métodos tradicionais de transmitir a informação, não há dúvida: mas por isso mesmo é que necessita de novas formas de reordenamento, já que não é possível caminhar na anarquia. Aliás, como nos disse a Maria, em Abril de 1993, a ordem, o ritmo e o movimento, são indispensáveis a todo o trabalho alquímico. Talvez não fosse mau começar pelo princípio, ou seja, pelo ritmo, movimento e ordem na própria intercomunicação da informação.&lt;br /&gt;13 - Informação é palavra-chave neste trabalho da Gnose Vibratória. E quando se fala de informação, subentende-se informação energética. Por isso Entropia/Neguentropia, são duas outras palavras-chave. E quando começa a listar-se as várias formas de energia, tudo continua a ser claro: mesmo quando se topa a energia do enxofre, a energia do mercúrio e a energia do sal, tudo é ainda claro se pensarmos que, com estes nomes, existem o metal Enxofre, o metal Mercúrio e o Metal Sal. Mas Metal é uma coisa e princípio filosófico é outra. Também não está escrito nem claro se princípio filosófico é o mesmo que princípio alquímico, mas tudo indica que sim. Enfim, estamos perante uma das respostas feitas mais frequentes com que nos brindam: os célebres «vários níveis de leitura» ou, mais modestamente, os «três níveis de leitura»: mal a gente julga que está a interpretar uma palavra assim, logo nos dizem que é assado, que isso é apenas um nível de leitura e que há que passar a outro nível ou outros níveis de leitura. A instabilidade reina neste reino. E é tudo em nome da complexidade do método.&lt;br /&gt;14 - Reina também grande ambiguidade quanto aos perigos potenciais do trabalho com o Pêndulo, do trabalho com as energias: tão depressa se diz que a grelha é uma protecção, como se diz que se pode cometer «falta contra o espírito santo» com a maior das facilidades. Na definição do Poder, também nunca se sabe nada de concreto: ora o Poder é a origem de todo o Mal, ora se aponta o assistanato como uma situação deplorável em que se encontra o ser humano. Aliás, reina também a maior falta de transparência quanto ao direito que cada um tem ou não tem de ganhar poder espiritual, exactamente para combater o assistanato. O ser humano encontra-se em assistanato - e sob chantagiato permanente do Poder - porque se deixou despossuir de tudo o que eram as suas capacidades, forças, energias, potencialidades. E bem se pode dizer que é uma das subtilezas de MAGA. Nesse aspecto, dois anos de seminários - ao preço global de 250 contos - deixaram-me mais desapossado, mais frágil, mais entregue à bicharada médica e ao assistanato, que os nosso seminaristas tanto verberam, e com toda a razão: o assistanato obsceno a que estamos submetidos nesta podre sociedade de consumo, foi um dos motivos que me levou ao estudo intensivo da Gnose Vibratória. No entanto, dois anos após, o que eu continuo a saber é que ainda é cedo para fazer transfert, para dar consultas, para, para. E, portanto, terei de continuar, em cada nova crise, a ir correndo para o terapeuta, para a consulta do terapeuta, claro. Assistanato? Temos que tomar mais cuidado nas palavras que usamos e nas críticas que fazemos. Porque não podemos censurar o assistanato e prorrogar com o nosso procedimento esse assistanato.&lt;br /&gt;15 - Fazem-se afirmações que, por serem polémicas, não podem ser feitas com tanta ligeireza e necessitariam de uma mais demorada explicação:&lt;br /&gt;«Informação do Cancro é uma informação Cósmica»: esta afirmação pode desencadear uma cascata de perguntas, tais como: mas só do cancro é que existe informação cósmica? Se tudo o que está no micro está no macrocosmos, todas as doenças, incluindo a da estupidez humana - que é endémica - está no micro e está no macrocosmos, logo é uma informação cósmica.&lt;br /&gt;«Cancro é uma doença iniciática» - diz-se: Mas doenças iniciáticas são todas, porque todas são stresses que a providência nos faculta para evoluirmos...&lt;br /&gt;«Existem dois cosmos» - dizem-nos: é evidente que afirmações como esta têm que ser minimamente fundamentadas; e talvez não fosse má ideia aproveitar os intercalares a fundamentar afirmações como esta.&lt;br /&gt;«Descodificar a mensagem da esfinge» - dizem-nos: sendo alfa e ómega deste método, a mensagem da esfinge também não pode ser abordada com a ligeireza com que tem sido feito; importante, nos seminários intercalares e nas salas de estudo, é distinguir as grandes, das pequenas e das médias questões, pelo menos.&lt;br /&gt;Outros exemplos de afirmações a fundamentar e a explicar com mais cuidado e rigor: «Não é o Espírito que desce a nós, somos nós que subimos ao Espírito».&lt;br /&gt;«Não há cura sem amor»&lt;br /&gt;15 - «Justiça e Verdade» é um princípio muito citado nos nossos estudos. Mas nem sempre, nas relações inter-disciplinares, a justiça e a verdade reinam. Isto sem falar da humildade, que tanto nos recomendam. Às vezes não vejo onde esteja a humildade, mas deve ser miopia minha. De qualquer maneira, fala-se de coisas das quais se sabe o que são. Também a palavra evolução, tanta vezes usada, é perceptível, bem como a palavra «potencialidades». Claro é também quando nos falam de desestruturação e reestruturação, ou das três fases que a matéria (MA) pode sofrer: MA condensado, MA sublimado, MA sublimado e rematerializado. O facto de a linguagem vibratória vir um dia a dispensar a linguagem verbal - argumento que nos é muitas vezes atirado como quem dá osso a cão - não significa que não continuemos a ter necessidade de usar as palavras para nos exprimirmos: e a verdade é que todos os nossos monitores as usam: portanto, talvez não fosse má ideia que todas as palavras se esclarecessem e soubéssemos do que estamos falando quando falamos disto ou daquilo. Ou seja: o vocabulário/dicionário essencial que eu venho propondo, desde o primeiro dia, talvez fosse um belo trabalho para realizar em equipa e com a participação de vários interessados. Para já, o que existe lançado em computador, com remissa para os livros respectivos, é o vocabulário ocorrente nos 4 livros de Étienne Guillé e no livro de Jean Noel Kerviel. Penso que é um trabalho útil - que me consumiu muitas dezenas de horas - e que deveria ser colocado ao serviço de todos os que estudam este método.&lt;br /&gt;16 - Falam-nos de Fogo e pouco ou nada nos explicam do que se entende, em Gnose Vibratória, por Fogo. É que se trata, aqui, de uma aquisição que nos vem, não da fonte egípcia, mas da fonte chinesa, do esquema chinês dos 5 elementos. A complicar a questão, há também o esquema da astrologia medieval, que fala em Fogo. E, claro, o sentido literal de Fogo, que também não sempre tão literal como isso. Há, inclusive, uma mitologia do Fogo e Gaston Bachelard teve o topete de escrever um livro sobre «a Metafísica do Fogo». Nunca sabemos, portanto, dessas mil acepções de Fogo, qual é aquela de que se fala quando se fala de Fogo, em Gnose Vibratória. Se é o Fogo dos cinco elementos chineses, então convinha que se esclarecesse também quando e como devem ser chamados ao limiar do nosso trabalho os restantes elementos: Terra, Metal, Água, Madeira. No entanto, os nossos terapeutas usam essas categorias na sua prática diária, pelo que deverão ser ideias básicas de extrema importância, a estudar minuciosamente desde já. À parte a vergonhosa - por insignificante - referência que à Acupunctura lhes fez Jean Noel Kerviel, em seminário do Hotel da Lapa, nunca esses elementos voltaram a ser matéria de ensino opu sequer de referência. Como não ver nisto uma vaga intenção de escamotear aquilo que é informação fundamental para a prática terapêutica? Como não ver nisto mais uma prova a juntar às declarações bem claras de Jean Noel, de que neste curso não se davam diplomas nem se formavam terapeutas? E ele não se esqueceu de avisar de que não era por receio de ter muitos concorrentes, pois graças a deus clientela era o que não lhe faltava.&lt;br /&gt;17 - Questão pouco esclarecida é a das frequências vibratórias. E, no entanto, é a noção-chave do DNA, que por sua vez é a fórmula-chave de todo o trabalho da gnose vibratória. Por exemplo: diz-se que a Era dos Peixes vibra em frequências baixas, de base decimal, enquanto a Era do Aquário vibra em frequências elevadas de base Fi. Além de não se perceberem hierarquias num método que nos dizem não ter hierarquias, também nunca ficou claro o que é a base decimal e o que é a base Fi. Mas também nunca foi dito o que tem a ver a Era dos Peixes com o MAGA GAU GAS: se são apenas contemporâneos ( duas desgraças ao mesmo tempo), se há uma relação de causa e feito ou se não têm nada a ver um com o outro.&lt;br /&gt;Quando nos prometem a Nova Idade de Ouro, que relação tem com a Era de Aquário? Umas vezes dizem-nos que tem, outras dizem-nos que não tem.&lt;br /&gt;Atlântida e Lemúria foram o princípio da decadência ou não? Antes ou depois da Queda: mas em termos de tempo - tempo Cronos - quando é que foi isso tudo? Não seria interessante, quando se fala em escalas tão remotas, situar + ou - o século em que se situam as várias fases dessa escala?■&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-3857740621078153133?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/' title='ÉTIENNE GUILLÉ: O HOMEM ENTRE O CÉU E A TERRA'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/3857740621078153133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/etienne-guille-o-homem-entre-o-ceu-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3857740621078153133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/3857740621078153133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/etienne-guille-o-homem-entre-o-ceu-e.html' title='ÉTIENNE GUILLÉ: O HOMEM ENTRE O CÉU E A TERRA'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TT3UsqXWB2I/AAAAAAAAA9U/bAc9-bKoTxo/s72-c/etienne-3-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-2868189190069145341</id><published>2011-01-20T03:48:00.000-08:00</published><updated>2011-01-20T03:50:32.705-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>ERNESTO MENAULT: A INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTghPa7DXOI/AAAAAAAAA88/ulBhqcoljbE/s1600/menault-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 262px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTghPa7DXOI/AAAAAAAAA88/ulBhqcoljbE/s400/menault-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564233888425008354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-2868189190069145341?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/index.htm' title='ERNESTO MENAULT: A INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/2868189190069145341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/ernesto-menault-inteligencia-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2868189190069145341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/2868189190069145341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/ernesto-menault-inteligencia-dos.html' title='ERNESTO MENAULT: A INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTghPa7DXOI/AAAAAAAAA88/ulBhqcoljbE/s72-c/menault-1-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-7145040920324553623</id><published>2011-01-20T03:18:00.000-08:00</published><updated>2011-01-20T03:26:37.430-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>MAURICE MAETERLINCK NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgbq_XAp_I/AAAAAAAAA80/6k337_sJ4mo/s1600/maeterlinck-4-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 253px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgbq_XAp_I/AAAAAAAAA80/6k337_sJ4mo/s400/maeterlinck-4-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564227764992649202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgbggtDLvI/AAAAAAAAA8s/FDWgqUcFhHo/s1600/maeterlinck-3-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 236px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgbggtDLvI/AAAAAAAAA8s/FDWgqUcFhHo/s400/maeterlinck-3-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564227584964898546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgbN-i7yAI/AAAAAAAAA8k/9uEqShol_Lc/s1600/maeterlinck-2-book%252B.jpg"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgbBWj5JKI/AAAAAAAAA8c/WiRpKIem4Yc/s1600/maeterlinck-1-book%252B.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 228px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgbBWj5JKI/AAAAAAAAA8c/WiRpKIem4Yc/s400/maeterlinck-1-book%252B.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564227049666192546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTga3MvmAGI/AAAAAAAAA8U/CA9876CxdEw/s1600/maeterlinck-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 231px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTga3MvmAGI/AAAAAAAAA8U/CA9876CxdEw/s400/maeterlinck-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564226875232223330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-7145040920324553623?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/' title='MAURICE MAETERLINCK NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/7145040920324553623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/maurice-maeterlinck-na-biblioteca-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/7145040920324553623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/7145040920324553623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/maurice-maeterlinck-na-biblioteca-do.html' title='MAURICE MAETERLINCK NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgbq_XAp_I/AAAAAAAAA80/6k337_sJ4mo/s72-c/maeterlinck-4-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-7801158143131351029</id><published>2011-01-20T03:03:00.001-08:00</published><updated>2011-01-20T03:12:03.716-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>DRUNVALO MELCHIZEDEK NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgW6LY-5II/AAAAAAAAA8M/WYR5GROSXcE/s1600/melchizedek-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 283px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgW6LY-5II/AAAAAAAAA8M/WYR5GROSXcE/s400/melchizedek-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564222528362046594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;http://www.drunvalo.net/letter.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-7801158143131351029?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='DRUNVALO MELCHIZEDEK NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/7801158143131351029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/drunvalo-melchizedek-na-biblioteca-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/7801158143131351029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/7801158143131351029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/drunvalo-melchizedek-na-biblioteca-do.html' title='DRUNVALO MELCHIZEDEK NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgW6LY-5II/AAAAAAAAA8M/WYR5GROSXcE/s72-c/melchizedek-1-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-6703095143331838119</id><published>2011-01-20T02:49:00.000-08:00</published><updated>2011-01-20T02:58:14.829-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FONTES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COSMOSOFIA 2013'/><title type='text'>MAX HEINDEL NA BIBLIOTECA DO GATO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgUzsMn87I/AAAAAAAAA8E/PxU9sRvZJkI/s1600/heindel-2-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 284px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgUzsMn87I/AAAAAAAAA8E/PxU9sRvZJkI/s400/heindel-2-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564220217886241714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgTcVj2hzI/AAAAAAAAA78/SaqbSkt--Uc/s1600/heindel-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 263px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgTcVj2hzI/AAAAAAAAA78/SaqbSkt--Uc/s400/heindel-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564218717161031474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-6703095143331838119?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/catbooks/+mywork+.htm' title='MAX HEINDEL NA BIBLIOTECA DO GATO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/6703095143331838119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/max-heindel-na-biblioteca-do-gato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/6703095143331838119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/6703095143331838119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/max-heindel-na-biblioteca-do-gato.html' title='MAX HEINDEL NA BIBLIOTECA DO GATO'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTgUzsMn87I/AAAAAAAAA8E/PxU9sRvZJkI/s72-c/heindel-2-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-5688298559172433045</id><published>2011-01-18T11:01:00.000-08:00</published><updated>2011-01-18T11:05:27.776-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>MICHAEL GROSSO: A ETERNIDADE AGORA?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTXkU8V-YlI/AAAAAAAAA70/BNEPSi-uy0k/s1600/grosso-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 268px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTXkU8V-YlI/AAAAAAAAA70/BNEPSi-uy0k/s400/grosso-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563603963132928594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-2- eternidade-2-pa&gt; quinta-feira, 21 de Agosto de 2008 *****&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SENSORIALISMO E MULTI-SENSORIALISMO EM MICHAEL GROSSO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;Ao questionar a maior de todas as evidências e o postulado de todos os postulados e o axioma mais axiomático – a Eternidade – os livros científicos e paracientíficos que tratam de um «além vida» tornam-se, além de enfadonhos, a demonstração cabal de que a investigação materialista do Espírito (de uma área da realidade a que podemos e devemos, com toda a propriedade, chamar Espírito) é um equívoco, um buraco sem saída e não leva a parte nenhuma.&lt;br /&gt;Psicólogos e parapsicólogos são, de facto, a melhor prova de que o materialismo não só nos meteu num beco sem saída como se mostra incapaz de sair dele. Um bom exemplo é o livro de Michael Grosso, doutor em Filosofia pela Universidade de Columbia, intitulado «Viver o Próximo Mundo Agora» (Ed. Sinais de Fogo, Lisboa, Junho de 2006).&lt;br /&gt;A única conclusão interessante a retirar destas enfadonhas 350 páginas é a de que, quando próximo da morte física, todos se mostram contentes e alegres como se olhassem a plenitude (o autor fala de êxtase, palavra errada para dizer o que ele quer) .&lt;br /&gt;Os alquimistas sabem que, ao morrer, o ser humano vibra «pedra filosofal»: talvez seja isso aquilo a que a psicologia chama «êxtase» e «beatitude».&lt;br /&gt;O sensorialismo das experiências narradas por estes investigadores não podem dar grandes resultados nem demonstrar a existência de outra vida: que aliás não precisa de ser demonstrada mas apenas mostrada.&lt;br /&gt;Porque a «outra vida» está exactamente para além dos cinco sentidos da nossa incarnação em que nunca cultivámos os outros sete.&lt;br /&gt;Se somos um ser trinitário – corpo, alma e espírito;&lt;br /&gt;Se o nosso potencial energético é de N56 e nunca vamos além do N8&lt;br /&gt;Se temos 7 sentidos potenciais além dos cinco manifestados&lt;br /&gt;Se foi o Espírito a criar todas as formas ( e não as formas a exalar o Espírito)&lt;br /&gt;Se é o Infinito a explicar o Finito (e não o inverso)&lt;br /&gt;Se o Microcosmos (Genoma/ADN) é o espelho do Macrocosmos (e vice-versa)&lt;br /&gt;Se tudo está provado e comprovado desde os egípcios, desde os mayas, desde os taoístas, porque havemos de ter que pedir à ciência – e à ciência que exclui tudo isso e ainda se ri por cima – que prove tudo isso?&lt;br /&gt;Se a ciências apenas tem instrumentos de medida , detecção e controle das energias  do espectro electro-magnético, como poderá a ciência alguma vez medir, detectar, nomear e conhecer as energias que ficam aquém e além do espectro electromagnético, a zona do real e do continuum energético onde reside a eternidade e a que a ciência, na melhor das hipóteses, chama área quântica das energias?&lt;br /&gt;Como é que o limitado pode conhecer o ilimitado?&lt;br /&gt;Como é que o finito pode conhecer o infinito?&lt;br /&gt;Entre a teoria científica e a crença religiosa, de facto, existe a zona da Certeza. Da Evidência. Dos Postulados de Base. Dos Axiomas. Para lá dos cinco sentidos e do materialismo científico girando sobre si próprio ... até à Eternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;Para os novos psicólogos e parapsicólogos, que decidiram avançar em áreas antes proibidas pela ciência, «aparições», «fantasmas» e «assombrações» seriam uma «prova» da existência de outra vida.&lt;br /&gt;São vários disparates num só: ter visões é, pura e simplesmente, uma patologia e não um dom visionário, uma patologia a que a medicina tradicional chinesa chama falta de energia wei ou energia defensiva.&lt;br /&gt;Ao nível de um sensorialismo primário, visões, fantasmas e assombrações (os chamados fenómenos paranormais ou parapsicológicos) têm a ver com o corpo físico e nada têm a ver com a Alma e muito menos com o Espírito.&lt;br /&gt;Manipular sensorialmente a «alma» dos mortos – só para demonstrar que a alma existe e persiste para lá da morte física – parece-nos, no mínimo, desnecessário e um pouco peripatético. E algo doentio. E pouco ético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;É o próprio Michael Grosso que confirma todo este sensorialismo em passagens como esta do seu discurso: «Os espíritos vêm com todas as cores e sabores e as assombrações são multi-sensoriais: fortes estrondos, sussurros, gemidos, risos, passos; cheiram bem ou mal; iluminações estranhas; sensação de frio; mãos que se sentem mas não se vêem ou que são vista mas não são sentidas; objectos que surgem, objectos que se deslocam. Aparece todo o tipo de malandros.»&lt;br /&gt;(in «Viver o Próximo Mundo Agora»,Ed. Sinais de Fogo, Lisboa, Junho de 2006, página 83).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-5688298559172433045?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/countdown/countdown.htm' title='MICHAEL GROSSO: A ETERNIDADE AGORA?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/5688298559172433045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/michael-grosso-eternidade-agora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/5688298559172433045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/5688298559172433045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/michael-grosso-eternidade-agora.html' title='MICHAEL GROSSO: A ETERNIDADE AGORA?'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTXkU8V-YlI/AAAAAAAAA70/BNEPSi-uy0k/s72-c/grosso-1-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-8477469728551150198</id><published>2011-01-18T10:52:00.000-08:00</published><updated>2011-01-18T10:57:51.082-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>ALAN WEISMAN: QUANDO O CÍRCULO É UMA ESPIRAL</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTXifeRHmVI/AAAAAAAAA7s/J1Jk5TnMaO0/s1600/weisman-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 252px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTXifeRHmVI/AAAAAAAAA7s/J1Jk5TnMaO0/s400/weisman-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563601945014802770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;QUANDO O CÍRCULO É UMA ESPIRAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabo de ler na Ambio a estimulante mensagem de José Carlos Marques sobre o livro «Homo Disparitus» de Alan Weisman, edição Flammarion e a sinopse que ele cita feita no «Le Monde» &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(15/Maio/2007&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Esses dados são bastante plausíveis, verosímeis e prováveis. Mas talvez estejamos a tempo de evitar o inevitável e de mudar a linha de viragem.&lt;br /&gt;São dados bastante próximos dos que eu recolhi nos apontamentos que por aqui tenho das fontes egípcias e mayas, dados que me chegaram, inesperadamente, através de um canal que não me atrevo a citar.&lt;br /&gt;Tentarei resumir:&lt;br /&gt;1. A data de 21 de Dezembro de 2012 (apontada no calendário maya) é uma data provável (mais do que provável) para o acontecimento dessas «coisas terríveis»  que citas na tua mensagem. De qualquer maneira é data provável para o clímax de acontecimentos à escala global que já há décadas vêm ocorrendo num crescendo logarítmico.&lt;br /&gt;2. E porquê? Apenas porque, segundo a lei invariável que os astrónomos modernos conhecem e a que chamaram a «precessão dos equinócios», essa data é «simétrica» daquela em que ocorreu o dilúvio (10.940 anos antes de Cristo) e respectiva queda da civilização atlante (vulgarmente conhecida por Atlântida, desde que Platão a popularizou).&lt;br /&gt;3.  Sem diagramas é um bocado difícil explicitar essa «simetria» mas vou tentar: desenhemos um círculo – chamado exactamente o círculo ou ciclo cósmico dos 12 signos zodiacais (relacionados com as 12 estrelas ou constelações circum-polares de que obtêm os nomes). O Movimento da Terra à volta do sol – o movimento de translação que todos aprendemos na primária – leva exactamente 25.920 anos para voltar ao mesmo ponto do círculo zodiacal. Os sacerdotes egípcios das escolas de Mistérios (hierofantes)  chamaram-lhe ano cósmico ou Zep-Tepi.&lt;br /&gt;4.   O que vai acontecer, pura e simplesmente, em 21 de Dezembro de 2012, é que estaremos exactamente no ponto oposto (do círculo) ao da data do dilúvio, há 12.960 anos, logicamente metade do ano cósmico (25.920 anos).&lt;br /&gt;5.            Se continuarmos a partir do centro do círculo o raio correspondente à data em que ocorreu o dilúvio (queda da Civilização atlante) até ao raio que corresponde à data de 21 de Dezembro de 2012 (a tal simetria em que te falei) teremos condições cósmicas idênticas e portanto 99,9 % de probabilidades de acontecer a tal viragem, cataclismo ou transmutação de todas as estruturas, especialmente as mais subtis, de tudo o que vive no Planeta Terra.&lt;br /&gt;6. O 1% restante é a Grande Esperança e nela cabem os dados experimentais adquiridos a partir de 26 de Agosto de 1983, pela equipa de Etienne Guillé, trabalho que tem coligido todos os dados vibratórios sobre a evolução cósmica até hoje.&lt;br /&gt;7.  Está agora tudo desocultado, explicado e ao alcance de todas as cabeças e bolsas, sobre a evolução cósmica em curso e em interacção com a evolução do Planeta e de todos os seres sensíveis que o habitam. Chamei a isto a «democracia» do saber, uma das características que nos diferenciam do que acontecia há 12.960 anos: ou seja, o círculo zodiacal não é um círculo fechado e perfeito, é uma espiral, comparável à das Galáxias e, de 25.920 anos em 25.920 anos,  abre mais um grau que talvez seja o 1% da Grande Esperança.&lt;br /&gt;8.  Experimentalmente há outros motivos que reforçam essa Grande Esperança mas apenas estou em condições de citar um (do qual aliás todos os outros dependem): em 26 de Agosto de 1983, nasceu um novo Canal Cósmico – designado em linguagem vibratória de base molecular MEAI GAO GOC (Cosmos 1 em linguagem vulgar) e MAGA GAO GAS (Cosmos 2 em linguagem vulgar).&lt;br /&gt;9.   Este «novo» Canal Cósmico (MEAI GAO GOC) pode ser associado à chamada Era do Aquário mas não é a mesma coisa: haverá provavelmente pontos coincidentes. Se estivéssemos apenas a entrar na Era do Aquário (hoje tão vulgarizada e popularizada) provavelmente nem 1% de esperança poderíamos ter. Acrescentarei apenas que MEAI é a tradução invariável e exacta da palavra AMOR semanticamente tão variável e vaga.&lt;br /&gt;10.   Mesmo que tivéssemos uma remake do 1º dilúvio universal, dar-se-ia o que aconteceu então: as pedras do Egipto (pirâmides &amp;amp; templos) ficariam para recomeçar tudo de novo, a partir não de zero mas da Esfinge. Não é assim tão facilmente que a Terra se poderá livrar de nós (que viemos das estrelas) nem nós da Terra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/411978336733537726-8477469728551150198?l=countdown-2012-artigot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://catbox.info/big-bang/' title='ALAN WEISMAN: QUANDO O CÍRCULO É UMA ESPIRAL'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/feeds/8477469728551150198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/alan-weisman-quando-o-circulo-e-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8477469728551150198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/411978336733537726/posts/default/8477469728551150198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://countdown-2012-artigot.blogspot.com/2011/01/alan-weisman-quando-o-circulo-e-uma.html' title='ALAN WEISMAN: QUANDO O CÍRCULO É UMA ESPIRAL'/><author><name>abel campos artigot que edita o blog de afonso cautela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06626323338418825790</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTXifeRHmVI/AAAAAAAAA7s/J1Jk5TnMaO0/s72-c/weisman-1-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-411978336733537726.post-8373819160823273994</id><published>2011-01-17T11:07:00.000-08:00</published><updated>2011-01-28T10:24:09.402-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONVERGÊNCIA ORTOMOLECULAR'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDEIAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRÁTICAS 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSADORES 2013'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O CHIP DA VIDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LEITURAS 2013'/><title type='text'>DAVID TAME E A MÚSICA DA VIDA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTSWkpdrHTI/AAAAAAAAA7k/MtZDuGoKPg4/s1600/tame-1-book.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 268px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_G1kTe512-Ak/TTSWkpdrHTI/AAAAAAAAA7k/MtZDuGoKPg4/s400/tame-1-book.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563236996059176242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;DAVID TAME E A MÚSICA DAS ESFERAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paço de Arcos, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;25/11/ 1997&lt;/span&gt; - Lendo David Tame, «O Poder Oculto da Música», um livro a sublinhar quase na totalidade, registo, antes que perca, alguns vocábulos para o dicionário de palavras-chave em Noologia do N8:&lt;br /&gt;7 tons arquétipos&lt;br /&gt;Herz&lt;br /&gt;Megawatts&lt;br /&gt;Microwatts&lt;br /&gt;Ondas infra-sónicas&lt;br /&gt;Placas de Chadni&lt;br /&gt;Quilovátios&lt;br /&gt;Roengten&lt;br /&gt;Tonoscópios&lt;br /&gt;Etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paço de Arcos, 25/11/ 1997 - Acordei inspirado: Os frutos são da terra. As Flores, do Céu.&lt;br /&gt;Frutos: N8&lt;br /&gt;Flores: N32&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESSONÂNCIA&lt;br /&gt;«Quando uma estrutura entra em ressonância - (...) significa que vibra na frequência que lhe é própria e que ela conserva mais facilmente. »&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMPO MAGNÉTICO&lt;br /&gt;«O vedor não detecta água mas uma variação do campo magnético», disse alguém de bom senso ligado ao ferromagnetismo das radiações telúricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ACUPUNCTURA&lt;br /&gt;Quando se sabe que o acupunctor é tanto melhor quanto menos pontos pica, e que óptimo acupunctor é o que só pica um ponto, estamos perante outro indício que dá força ao postulado dos 7 biótipos (Ver file diatese0&gt;).&lt;br /&gt;+&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1-4 merge de dois files da série 3 e 5 - shen-3&gt; continuum energético - apontamentos de uma amador de energias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOOLOGIA ORTOMOLECULAR DO N8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CADINHO DO N32&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paço de Arcos, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;17/11/1997&lt;/span&gt; - Um exemplo de aplicação terapêutica das energias vibratórias conjugadas.&lt;br /&gt;No cadinho da quinta-essência floral, deverá juntar-se, por transfert, ao suporte vibratório de base N8 - óleo( rícino, óleo de amêndoas doces, óleo de trigo, óleo de lanolina, etc), água, sal ou argila, vibrações de diversas oitavas acima de N8, incluindo as da essência floral.&lt;br /&gt;Exemplo para base de um cocktail, elaborado com vista à diátese a tratar :&lt;br /&gt;Base de Vibrações N8:&lt;br /&gt;Vibração de Manganés -&gt; Diátese alérgica&lt;br /&gt;Vibração de Manganés+ Cobre -&gt; Diátese hiposténica&lt;br /&gt;Vibração de Manganés + Cobalto -&gt; Diátese distónica&lt;br /&gt;Vibração de Cobre+Ouro+Prata -&gt; Diátese anérgica&lt;br /&gt;Vibração de Zinco+Cobre&lt;br /&gt;e/ou&lt;br /&gt;Zinco+Níquel+Cobalto-&gt; Sindroma de desadaptação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À base metal escolhida pelo terapeuta, poderá juntar-se no cadinho a vibração da cor que se harmoniza (equivalência cor/ metal/planeta) com o temperamento do paciente( Ver file &lt;diatese0&gt;).&lt;br /&gt;Há vários quadros, deixados pela tradição astrológica, para enquadrar os temperamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CADINHO DA ESCALA MUSICAL: 
